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Fotografia: Contando a Segunda Guerra Mundial – Parte VI
Stálin rejeitou qualquer alerta sobre um ataque que seria desferido a partir da Alemanha, ignorou os avisos de suas unidades de inteligência sobre o deslocamento de tropas para as fronteiras soviéticas. Em 11 de junho de 1941, o Alto Comando Alemão distribui a Diretiva Nº 32, que consolidou os detalhes da Operação de codinome Barbarossa. Todos os comandantes de unidades informavam sobre a convicção do OKW de uma operação rápida e avassaladora, nos moldes das campanhas desferidas contra os países baixos e França.
Nos primeiros avanços, com o despreparo do Exército Vermelho os alemães fazem uma frente de quase 300km de extensão e, nas primeiras horas, avançam mais de 100km sobre o território inimigo, e para aumentar a confiança na vitória, em determinados Estados satélite da URSS, os soldados da Wermarcht são recebidos como libertadores. Nesse contexto Hitler e seus auxiliares estão certos de uma vitória esmagadora sob “besta vermelha” e, também nesse instante, o mundo percebe que sempre foi esse o objetivo do Fürher; usando de dissimulação diplomática para assinatura de um Pacto de Agressão já enfadado ao fracasso, e contra os conselhos de vários generais e Ribbentrop, que acreditavam em um erro grotesco qualquer ação belicosa contra um gigante que, historicamente, permaneceu intacto contra invasores poderosos do passado, mas Hitler ignorou os ensinamentos históricos e preferiu a arrogância de um Exército invencível, pelo menos até aquele momento.





















































