Archive
Fotos Coloridas da Segunda Guerra – Impressionante!
A Segunda Guerra Mundial deixou um acervo fotográfico vasto e ainda não totalmente esgotado. A grande maioria dos registros fotográficos, claro, em preto e branco, apesar da qualidade e do charme característicos, deixam a desejar quando é representar a realidade dos cenários. Principalmente para uma geração acostumada com os megapixels nas alturas.
Para minimizar essas faltas tecnológicas, alguns técnicos tem se desdobrado para aplicar cores digitalmente às imagens ao acervo da Segunda Guerra. Alguns, é verdade, não tem obtido êxito, pois muitas fotos perdem a naturalidade, contudo outros têm impressionado pela qualidade e pela realidade dos cenários. Vale a pena conferir.
A Série – Fotos Mais Engraçadas e Sem Noção da Guerra!
Dando continuidade as Fotos mais sem noção da guerra vamos ver que até Adolf pagou seus micos!
A Wehrmacht em Cores
A força de um dos Exércitos mais temidos de todos os tempos. Independente da utilização do Exército Alemão, não podemos desqualificar a força combativa desse Exército, que ficou muito tempo limitado a quadros reduzidos por imposição das nações vencedoras da Grande Guerra e que, posteriormente, foi reestruturado e adotou uma doutrina de combate própria e sem precedentes.
Coletânea das Melhores Fotos da Segunda Guerra – Mês de Fevereiro
Vamos iniciar uma nova série com a publicação das melhores fotos do mês sobre a Segunda Guerra, começando com as melhores do mês de fevereiro.

Investida sobre sobre Iwo Jima - Uma das batalhas mais duras do pacífico - lembro o quanto a representação de uma bandeira asteada em uma linha de frente representa
- Submarinos – Não tenho muitas informações desta foto (será que alguém tem?), mas a cena é surreal!
- Investida sobre sobre Iwo Jima – Uma das batalhas mais duras do pacífico – lembro o quanto a representação de uma bandeira asteada em uma linha de frente representa
- Uma outra visão surreal do mundo, principalmente no pós-conflito com os dois blocos econômicos.
- O desafio das Ardenas – Uma prova humana para qualquer tropa, sendo ela alemã ou americana
- Prisioneiros de Guerra da Marinha americana – qual o motivo da venda nos olhos?
- A infantaria naval em ação….
- Que coisa horrível!
- Essa cena em um ângulo muito especial e pode representar muito coisa
- Confesso que essa foto me confunde!
- Sem comentários…
- O Excelente Zero!
- Mais um que exibe a infantaria
- A disciplina dos prisioneiros de guerra!
- A Hora H! O Cerco! A pressão do inimigo!
- Sem palavras!
- Infância perdida!
- Pronto!
fonte: widelec.org
Ecos da Segunda Guerra – Parte II
Mais um pouco do mestre da foto montagem da Segunda Guerra o russo Sergei Larenkov.
Cenas da Queda do Terceiro Reich!
O fracasso alemão em derrotar a URSS no final de 1942 mostrou que outros fatores além de habilidades militares e boa sorte tiveram papel importante na Frente Oriental. Em uma situação de guerra total, a capacidade de uma dos lados de superar a produção do outro pode imensamente significativa, especialmente se combinada com vastos recursos humanos para a linha de frente. A União Soviética contava tanto com uma capacidade de produção superior em relação à da Alemanha quanto com homens e mulheres capazes de usa plenamente os equipamentos enviados das fábricas para a linha de frente.
Para entender como eram impressionantes as conquistas industriais da URSS, consideremos um fato simples: as fábricas soviéticas produziram duas vezes a quantidade do material de guerra produzida pela indústria alemã em 1942, apesar de ter acesso a apenas aproximadamente um terço dos suprimentos de aço e carvão disponíveis para Hitler. A razão disso foi um cuidadoso desenvolvimento da capacidade industrial. Antes da guerra, fábricas soviéticas que produziam tratores passaram a produzir, também, alguns tanques. Assim, quando veio a guerra, a proporção da produção entre tratores e tanques se inverteu, garantindo uma rápida estruturação da força blindada do Exército Vermelho. Inevitavelmente, a produção agrícola decresceu, mas não desapareceu, possibilitando atingir equilíbrio entre suprir a linha de frente com armamentos e alimentar a nação como um todo.
A indústria soviética foi capaz de produzir cerca de 240 milhões de toneladas de munição em 1942, um aumento dramático em relação aos números de 1949, aumento este que impressiona mais ainda quando se considera a perturbação causada pela evacuação do parque industrial. A produção geral da indústria soviética foi prodigiosa. Entre 1943 a 1945, mais de 80.000 aeronaves, 73000 veículos blindados e 324000 pelas de artilharia saíram das fábricas. Para cita apenas um exemplo, somente do avião Ilyushin Il-2 “Sturmovik” foram construídas 36.000 unidades, fazendo dele a aeronave com maior produção em massa da história (uma marca que quase certamente nunca será superada).
Não foi uma produção industrial sozinha que derrotou Hitler na Frente Oriental, mas qualquer avaliação do conflito a partir de 1943 em diante deve leva-la em consideração. É difícil calcular a dimensão absoluta de tropas, máquinas e outros equipamentos envolvidos, mas sem sua capacidade industrial, a URSS não poderia alcançar a vitória na Frente Oriental.
Fonte: História da Segunda Guerra, David Jordan.
Exército Alemão, do Frio Intenso ao Deserto Escaldante!
Continuando as pequenas publicações sobre a Wehrmacht. Hitler chegou a atuar em quatro frentes de batalhas para manter os territórios ocupados, portanto o Exército Alemão deixa de tomar a iniciativa do combate e passa a fazer o inverso da Blitzkrieg, ou seja, defender suas posições. Mas enquanto o exército teve fôlego manteve a ofensiva em territórios bem opostos, praticamente com guerras completamente diferentes. Há inclusive vários registros de soldados que lutaram na frente oriental e depois seguiram para a Afrika Corps, ou seja, versatilidade! Sejamos na série de fotos abaixo:
Fotografia: Contando a Segunda Guerra Mundial – Parte VI
Stálin rejeitou qualquer alerta sobre um ataque que seria desferido a partir da Alemanha, ignorou os avisos de suas unidades de inteligência sobre o deslocamento de tropas para as fronteiras soviéticas. Em 11 de junho de 1941, o Alto Comando Alemão distribui a Diretiva Nº 32, que consolidou os detalhes da Operação de codinome Barbarossa. Todos os comandantes de unidades informavam sobre a convicção do OKW de uma operação rápida e avassaladora, nos moldes das campanhas desferidas contra os países baixos e França.
Nos primeiros avanços, com o despreparo do Exército Vermelho os alemães fazem uma frente de quase 300km de extensão e, nas primeiras horas, avançam mais de 100km sobre o território inimigo, e para aumentar a confiança na vitória, em determinados Estados satélite da URSS, os soldados da Wermarcht são recebidos como libertadores. Nesse contexto Hitler e seus auxiliares estão certos de uma vitória esmagadora sob “besta vermelha” e, também nesse instante, o mundo percebe que sempre foi esse o objetivo do Fürher; usando de dissimulação diplomática para assinatura de um Pacto de Agressão já enfadado ao fracasso, e contra os conselhos de vários generais e Ribbentrop, que acreditavam em um erro grotesco qualquer ação belicosa contra um gigante que, historicamente, permaneceu intacto contra invasores poderosos do passado, mas Hitler ignorou os ensinamentos históricos e preferiu a arrogância de um Exército invencível, pelo menos até aquele momento.
Fotografia: Contando a Segunda Guerra Mundial – Parte III
Nessa publicação vislumbraremos principalmente o ano de 1940, que em termos de conquista, foi o ano mais avassalador para a Alemanha, deixando o mundo inteiro perplexos com as conquistas territoriais conseguidas em tão pouco tempo. Se valendo de uma França politicamente dividida e estrategicamente protegida pelo Tratado de Não Agressão gemano-sociético que, diga-se de passagem, tinha mais como objetivo fazer com que a Alemanha dividisse uma mesma fronteira com a URSS.
Contudo a grande Nação Nazista não estava preparada para enfrentar uma consequência previsível dessa expansão: a ocupação das nações invadidas. Nesse aspecto a Wermacht deixa de ser uma força ofensiva para atuar como força de ocupação, e isso exige uma nova conduta que não implementada pelos nazistas. Os líderes nazistas atuam com repressão e violência antes mesmo de qualquer movimento partisan ter sido formado. Agora o regime tem que se preocupar com a administração e o controle político interno dos países baixos e a França, além da continuidade posterior da guerra no atlântico e a preparação de uma possível invasão a Inglaterra. Nesse ponto a Inglaterra luta desesperadamente para manter-se firma sem qualquer acordo de paz. Contudo a moral inglesa é abatida a cada ofensiva aérea sobre Londres, já que os alemães possuem um controle de todos os campos de pouso que vai da Dinamarca até a Normandia. O único alívio é a disposição americana para enviar suprimentos para as terras da Rainha.









































































































































































































































































































































