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O Serviço de Intendência Decide uma Guerra!
A quem diga que uma guerra é vencida ou perdida pela capacidade de um exército em manter suas tropas abastecidas. Esse serviço, chamado de serviço de Intendência, é crucial para todo o contexto da guerra. Um exemplo bastante citado sobre a importância dessa atividade foi durante a invasão da União Soviética pela Alemanha, quando as linhas ofensivas da Wermarcht se perdiam na vastidão do território soviético, sendo que um dos fatores para a rendição do 6º Exército foi exatamente a falta de acesso as linhas de suprimentos.
Segue abaixo uma pequena visão das cozinhas de campanha durante a Segunda Guerra
A Segunda Guerra e Seus Fronts em 70 Fotos.
Hitler elencou em sua obra literária os motivos da Alemanha ter perdido a Grande Guerra. Uma de suas colocações pesava exatamente no fato dos germânicos lutarem em dois fronts. Quando eclodiu a Segunda Guerra, Hitler chegou a lutar em vários fronts ao mesmo tempo. Enquanto permanecia na ofensiva soviética, trabalhava rigorosamente para manter a África com o seu general mais famoso. Ainda temos que contar com a Batalha do Atlântico e o bloqueio naval a Inglaterra, além, claro da já perdida Batalha sobre a Inglaterra. Ora, se todos esses fronts fossem reduzidos à importância de campanhas controladas e intensas, o resultado da guerra seria diferente? Bem, não queremos cogitar, mas com certeza sua estratégia poderia ser vencedora se tivesse mantido os territórios conquistados até 1942. O que podemos afirmar é que a luta em ambientes tão diferentes e completamente distantes um dos outro, nos releva um registro nunca visto antes na História das Guerras, e por isso essa se tornou Mundial, por ser travada em terrenos e climas que tornavam as batalhas com soldados especializados em determinada circunstâncias de combate.
Vamos mostra TODOS os fronts nas 70 FOTOS que contam a Segunda Guerra
- A Itália – A Chegada
- Ofensiva Aérea
- O Pacífico
- Frio Extremo da Frente Soviética
- Deserto da África
A Difícil Vida de Um Tripulante de Submarino
Ser um tripulante de um submarino alemão era uma das missões mais perigosas da guerra. Não à toa, chegou até ao final da guerra com uma estimativa de baixa de quase 90% entre os marinheiros alemães de submarinos . Na segunda metade da década de 30 os alemães investiam maciçamente na formação desse tipo de combatente, consolidando a ideia de que apenas os mais capacitados alemães poderiam exercer tais funções. Com a Alemanha descartando o investimento em belonaves de grande porte, toda a força produtiva passou para a construção de submarinos, isso aconteceu no auge da batalha do atlântico.
Quando os Aliados, em especial os ingleses conseguiram decifrar o código da Enigma, aliado o avanço das técnicas de identificação de submarinos com a utilização cada vez mais eficiente dos sonares, a superioridade alemã nos mares se desfez por completo. Cada vez mais submarinos eram afundados e as perdas humanas eram cada vez maiores. Como consequência a reposição humana ficou escassa e, no final da guerra, o contingente dos submarinos eram cada vez menos experiente.
A jornada dos submarinos foi relativamente curta, mas permaneceu no imaginário da humanidade pelo grande estrago material e humano e, principalmente, pelo abalo psicológico que causava nas marinhas inimigas.
- Enterro de Tripulante de Submarino Alemão em Recife
O Sangue do Verão de 1941
A União Soviética não espera ser invadida pela Alemanha de Hitler, ou melhor, Stálin não esperava ser golpeado pelas costas depois de assinado um pacto de não-agressão, e de ter firmando acordos comerciais, sem falar a infame divisão polonesa. Era algo impraticável para o georgiano bigodudo, após tantas discussões e acordos, que a Velha Raposa Nazista colocasse em prática todo o ódio ao bolchevismo tão bem expresso em sua obra literária.
Mas no final quem pagou pelo preço inicial e final, exatamente nessa ordem, foram os povos soviético e alemão. O primeiro viu seus filhos morrendo sem qualquer resistência eficaz de um Exército Vermelho destituído de qualquer poder combativo até 1942; o segundo lutou bravamente enquanto teve apoio logístico e não ficou a mercê dos delírios estratégicos do senhor Adolf, e se sustentou até ser engolido pela dimensão do território soviético. Resultado? Milhões e Milhões de mortos, sangue derramado! Sangue de bravos povos!
A Wehrmacht em Cores
A força de um dos Exércitos mais temidos de todos os tempos. Independente da utilização do Exército Alemão, não podemos desqualificar a força combativa desse Exército, que ficou muito tempo limitado a quadros reduzidos por imposição das nações vencedoras da Grande Guerra e que, posteriormente, foi reestruturado e adotou uma doutrina de combate própria e sem precedentes.
Especial – Documentos da Wermarcht
Com uma inestimável contribuição do nobre pernambucano Fred José Ferreira que é administrador do grupo Segunda Guerra Mundial no facebook, apresentamos uma série maravilhosa de documentos da Wermarcht e do regime nazista. Esse post tem uma conotação histórica muito importante, já que trás à luz toda a burocracia da guerra, segundo a visão alemã que, convenhamos, é raro. Curtam!
Quando o local de concentração de tropas ficava localizado próximo a alguma cidade, o soldado tinha acesso a um passe de visitação, no qual ficava definido a duração, de acordo com a patente, o hotel a ser utilizado, etc. Neste Ausweis específico, o Reichsbahnprasident Wilhelm Enrich visitava Paris, e se alojava no Grand Hotel.
Este é um recibo atestando o recebimento de um Wehrpass (veja mais adiante)
Este documento era expedido quando um soldado tinha algum tipo de desvio de conduta; no caso do Obergefreiter Walter Kowalski tudo parece bem.
Este é o documento de convocação dos membros da reserva. Quem recebesse esse documento estaria automaticamente mobilizado para o serviço da Wehrmacht. O Wehrpaß Notiz (veja mais adiante) era enviado antes, avisando o reservista.
“Pequeno passe militar de autorização de viagem”. O Kleiner Wehrmachtfahrschein era emitido para permitir ao soldado viajar pelas estradas de ferro do Reich ou das regiões ocupadas. Era dividido em duas partes, a 1ª, que se referia a ida e a 2ª, que se referia a volta, quando fosse o caso. A cor da tarja distinguia o documento: a vermelha indicava dispensa de combate, a azul, como na foto, indicava um documento livre de encargo.
A “Orgem de marcha” era o documento enviado ao soldado quando o comando decidia mudá-lo de posto ou levá-lo novamento para a instrução. Era enviado, normalmente, junto com um Kleiner Wehrmachtfahrschein (veja acima) para viagem e com o Sonderausweis D (veja mais adiante) para identificação.
Esse documento era emitido para autorizar o soldado a atuar como transportador de feridos, atestando sua formação específica.
O “Livro de disparos” era o registro do desempenho do soldados no controle das diferentes armas.
O nome “Livro dos pagamentos” não indica a verdade sobre este documento. O Soldbuch era um resumo de toda a vida do soldado em serviço, e servia de parâmetro para identificar o valor de um soldado ou oficial. No caso de morte, o Soldbuch tornava-se Wehrersatzdienststelle e era incluído no Wehrstammbuch (veja mais adiante) do soldado.
O Sonderausweis era um documento especial de indentificação, que tinha várias séries. A série D, ou seja, o Sonderausweis D, representava Dienstreisen, serviço de viagem. Era emitido para indicar viagem oficial. A importância desse documento era a de que se o soldado era encontrado fora do front sem um documento como esse, era considerado desertor.
O Sonderausweis SO era muito raro. Era basicamente um Sonderausweis D (veja acima) mas destinado especificamente para viagens ao Sudoeste (Süd Ost).
O Wehrmacht Führerschein era o documento de liberação para dirigir veículos. Indicava as habilidades do soldado, adquiridas no treinamento, específicas para a função.
O Wehrpass era um documento entregue a todos os potenciais soldados. Ele ficava nas mãos do Comando, enquanto ao soldado era entregue o Soldbuch (veja mais acima). Os dois continham basicamente as mesmas informações relevantes sobre a carreira do soldado. O Wehrpass só era entregue ao soldado em caso de dispensa do serviço militar, ou no caso de morte repentina em combate, quando ele era enviado aos parentes.
Este documento era enviado ao reservista, já possuidor do Wehrpass, indicando que a qualquer momento ele seria convocado. Depois, era enviado o Gestellungsbefehl que consumava a convocação.
Este era o mais detalhado registro da carreira de um soldado. Ele continha as informações cruzadas entre o Soldbuch e o Wehrpass, desde a época do recrutamento até a dispensa. Todas as informações conhecidas sobre o soldado estavam neste arquivo.
Mitglieds-Ausweis
(BDM Membership ID)
Documento de membros da juventude hitlerista
Os alemães era obrigados a apresentar este documento para provar que eram de origem alemã. O AHNENPAS era um historico aonde vinha detalhado todo o passado de uma família: casamentos, filhos, mortes, etc.
III Reich – EM CORES – LIFE
Aos olhos da imprensa internacional o III Reich fez várias iniciativas para transparecer um regime forte, organizado e de grande coesão. Por isso, toda a imprensa era convidada a participar das festividades nazistas e seus comícios suntuosos e com alto grau de culto à pátria. Segue abaixo o acervo da revista Life que durante todos os anos 30 e início dos anos 40 registrou as várias faces exibidas pela Alemanha Nazista.










































































































































































































