Archive
Fallschirmjäger – Excelente Tropa, Sem Sorte!
Em maio de 1941 iniciou-se a primeira ação aerotransportada da história das guerras. A Operação Mercúrio visava a tomada da ilha de Creta. A missão ficou a cargo do General Student que já tinha comandado ações com unidades paraquedistas na invasão aos Países Baixos e contava com o apoio de Hitler para dominar pontos estratégicos da Ilha, já que por mar o domínio inglês não permitiria a invasão da Grécia.
Para cumprir a missão foram mobilizados 7ª Divisão Paraquedista e 5ª Divisão de Montanha. A 7ª seriam transportados por 700 aviões de transportes Junkers e, após a tomada de aeroportos a 5ª iria desembarcar.
O que não se esperava era a tenacidade da população de Creta, muito armados de foices, machados e facas atacavam os paraquedistas. As forças aerotransportadas alemãs eram munidas apenas de pistolas, os demais armamentos em enviados de paraquedas em caixas, portanto o paraquedista deveria procurar as caixas com munição e armamento, enquanto isso deveria agir apenas com uma mísera pistola.
A missão de tomar Creta foi concretizada, contudo com um alto custo de vidas. Mais de 3200 militares alemães perderam sua vida na Operação. E houve retaliação. Vilas foram dizimadas quando se suspeitavam que seus integrantes participaram da resistência.
Depois da Operação Mercúrio os Fallschirmjäger não seriam utilizados novamente em operações aerotransportadas, pelo contrário, iriam combater na Normandia, onde houve outra famosa operação aerotransportada.
Sem dúvida foi uma das melhores e mais bem preparadas tropas da Segunda Guerra, mas que infelizmente não teve sorte nas missões que fora empregada.
De Campeão Mundial de Boxe a Paraquedista da Luftwaffe na Segunda Guerra!
O pessoal da Webkits citou esse fenômeno da Segunda Guerra, o pugilista Max Schmeling, que lutou nas Divisões Aerotransportadas da Alemanha, fazendo parte da Operação Mercúrio, que tomou de assalto a ilha de Creta. Segue a impressionante trajetória desse soldado:
«…Morreu o ex-campeão mundial Max Schmeling.
O antigo campeão mundial de boxe na categoria de pesos pesados, MAX SCHMELING, morreu na quarta-feira e foi enterrado ontem. Tinha 99 anos. O ex-pugilista entrou em coma três dias antes da sua morte, em consequência do frio polar que atingira o país durante o Natal. “MAX SCHMELING pertence aos imortais e terá sempre um lugar no coração dos alemães”, declarou o presidente do Comité Olímpico da Alemanha, Walter Troeger.»
Foi assim que em 5FEV05, o jornal diário PÚBLICO noticiou a morte «do maior desportista alemão de sempre», conforme foi considerado em 1987 por toda a imprensa desportiva alemã.
Recordado como o único pugilista germânico que se sagrou campeão mundial em todas as categorias, depois de bater o norte-americano JACK SHARKEY, no dia 12 de Junho de 1930, e o também norte-americano JOE LOUIS, por KO ao 12º assalto, em 19 de Junho de 1936 em Nova Iorque, MAX SCHMELING destacou-se também pela sua capacidade e entrega na ajuda ao próximo, pela sua incomensurável generosidade, coragem e elevado civismo.
Quando deflagrou o maior conflito mundial entre a Alemanha e os países aliados, MAX SCHMELING, apesar do seu estatuto de “cidadão estrela”, não se furtou aos seus deveres cívicos, tendo sido o único desportista de alta competição a cumprir o serviço militar, como voluntário, nas míticas unidades paraquedistas ( FALLSCHIRMJÄGER ) da Luftwaffe.
Para recordar os principais traços biográficos deste grande desportista mundial e, apenas numa perspectiva histórica, a ação de combate em que participou como militar paraquedista durante a 2ª Guerra Mundial, aqui deixo este breve apontamento.
MAX SCHMELING: ALGUNS TRAÇOS BIOGRÁFICOS
MAXIMILIAN SIEGFRIED ADOLF OTTO SCHMELING nasceu a 28 de Setembro de 1905 em Brandemburgo (Klein-Luckow), no leste da Alemanha.
Filho de um piloto da marinha mercante e de uma mãe de origem humilde, viu despertar a sua vocação para a prática do pugilismo, depois de ter assistido a um filme de boxe no princípio dos anos 20.
Em 1922 muda-se para a região da Renânia, no oeste da Alemanha, lugar onde na época se aglomeravam as principais academias de boxe. Aqui se fixou, ao mesmo tempo que garantia a sua subsistência, alternando o seu trabalho com alguns combates de índole amador.
A sua primeira vitória no pugilismo é conquistada em 1924, e do dia para a noite tornou-se na maior sensação do desporto alemão.
Opta pela carreira profissional, vindo a conquistar o título alemão de meio-pesado em 1926. A par do seu percurso desportivo, ainda consegue alguma disponibilidade para participar nos filmes intitulados EIN FILMSTAR WIRD GESUCHT (PROCURA-SE UM ASTRO DE CINEMA) e LIEBE IM RING (AMOR NO RINGUE).Em 1927 e devido a problemas de excesso de peso, o temido pugilista, apesar da sua média envergadura (1,85m e 85Kg) é obrigado a mudar de categoria, passando a pesos-pesados, É já nesta categoria que em 1928 conquista o título alemão, iniciando ainda algumas lutas nos EUA.
A 12 de Junho de 1930, sagrou-se campeão mundial na categoria de pesos-pesados , depois do seu adversário, o norte-americano JACK SHARKEY, ter sido desclassificado ao 4º assalto por um golpe desferido abaixo da cintura, tornando-se no primeiro europeu a conquistar um título mundial nesta difícil categoria.
No ano seguinte defendeu o título contra outro norte-americano, YOUNG STRIBLING, mas em 1932 perde para Jack Sharkey, depois de controversa decisão do árbitro (um velho amigo do seu adversário).
Casado com a atriz checa de origem judia, ANNY ONDRA, e com a ascensão dos nazis ao poder, nega-se a separar-se da sua mulher e do seu treinador (Joe Jacobs), também de origem judia. Com o incumprimento desta determinação cultiva algumas antipatias e incompreensões, porém consegue fazer uma transição para o novo regime sem grandes sobressaltos.
Em 1936 participa nos Jogos Olímpicos (Berlim), tendo convencido os norte-americanos a participarem.
A 19 de Junho de 1936 vence o norte-americano JOE LOUIS (um jovem negro de Detroit), por KO no 12º assalto, facto que provoca uma inquestionável popularidade mundial, desde logo usada pela máquina de propaganda do 3º Reich (Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda nazi chegou mesmo a enviar um telegrama de felicitações). Dois anos mais tarde perde o título conquistado contra o mesmo JOE LOUIS, depois de ter combatido cerca de 124 segundos!!!.
Chamado para combater durante a 2ª Guerra Mundial, MAX SCHMELING alista-se, em 1940, nas tropas paraquedistas da Luftwaffe.
Depois de ultrapassar com galhardia os rigores da instrução que este tipo de tropas impunha, e de frequentar com aproveitamento o Curso de Paraquedismo Militar, vê a sua unidade ser empenhada na operação com o nome de código « MERCÚRIO » que tinha como objetivo o ataque à ilha grega de Creta.
Dado como morto em combate, reaparece algum tempo depois numa cama de hospital. As causas do seu internamento, ainda hoje, são contraditórias, muito embora os seus delatores a atribuam a «disfunções estomacais».
Terminado o conflito mundial foi ilibado de quaisquer crimes de guerra por um tribunal britânico, iniciando a reconstrução da sua vida com alguns combates de demonstração e exibição.
Mais tarde dedica-se à plantação de tabaco e consegue uma licença para distribuir os refrigerantes Coca-Cola na Alemanha, onde consegue reequilibrar as suas finanças com algum sucesso.
Em 1954 viajou de novo, aos EUA para visitar o seu antigo adversário e grande amigo JOE LOUIS que ajudou financeiramente, tendo inclusive pago parte das despesas do funeral e carregado a sua urna em 1981.
Viveu sempre com a mesma mulher (falecida em 1987), não teve nenhum filho e, apesar da sua avançada idade, nunca dispensou a sua manutenção física diária.
Faleceu no dia 2 de Fevereiro de 2005, depois de ter estado em coma durante três dias, com 99 anos de idade.
Eis a vida de um CAMPEÃO MUNDIAL (56 vitórias em 70 combates como profissional), PÁRA-QUEDISTA MILITAR e CIDADÃO EXEMPLAR!
OPERAÇÃO MERCÚRIO: OBJECTIVO «CRETA»
Maio de 1941: o ataque à ilha grega de Creta foi a maior operação aerotransportada desenvolvida e levada a efeito pelas TROPAS PÁRA-QUEDISTAS da Luftwaffe durante a 2ª Guerra Mundial.
Estrategicamente localizada, esta pequena parcela de terra tinha-se tornado num problema acrescido para os exércitos alemães no Norte de África, pois servia como base para os bombardeiros aliados que atacavam os comboios de provisões no Mediterrâneo.
Iniciada em 20 de Maio, com o nome de código « MERCÚRIO » foram usadas, para o assalto, todas as unidades aptas a fazerem uso da terceira dimensão com exceção da 22ª DIVISÃO AEROTRANSPORTADA que teria a missão de proteger as refinarias de Ploetsi (Roménia).
Nesse dia são lançados 13.000 paraquedistas e cerca de 9.000 militares das unidades de montanha (5º Gebirgs Division). Para o efeito são utilizados 502 JUNKERS JU-52 e 85 planadores DFS 230.
Ao iniciar a operação, os alemães desconheciam que os serviços secretos britânicos tinham descodificado todos os seus códigos secretos, sendo este facto agravado com uma “desvalorização da capacidade de combate do inimigo” elaborada pelos serviços secretos alemães: a temida ABWEHR.
Dividida em três grandes grupos denominados Oeste, Centro e Este, a força de ataque é lançada em duas vagas: a primeira salta sobre o aeroporto de Maleme e a segunda incluía um ataque ao aeródromo de Rethymnon.
Porém, os bombardeamentos executados pela Força Aérea alemã alertam os cerca de 27.500 soldados britânicos e 14.000 gregos e os combates tornam-se encarniçados.
Centenas de paraquedistas germânicos são mortos sem nunca terem tocado o solo e muitos outros nunca conseguiram alcançar os objetivos (aterram no mar) devidos a erros nos lançamentos.
Com um início desastroso e surpreendidos por um adversário implacável, os FALLSCHIRMJÄGER fazem emergir a sua reputação de soldados de elite e conseguem obter uma preciosa e decisiva vitória, apesar do elevado número de baixas: 3.250 mortos e desaparecidos e 3.400 feridos, contra 2.500 mortos e 10.000 prisioneiros britânicos e gregos.
Impressionado com o elevado número de baixas, Adolfo Hitler nunca mais autorizou o uso em grande escala de tropas paraquedistas.
Fonte: http://www.operacional.pt/max-schmeling-pugilista-e-para-quedista-militar/
Fallschirmjäger-Os Páraquedistas do 3º Reich
Durante a Segunda Guerra Mundial, o Exército Alemão abriu caminho para muitos avanços tecnológicos em guerra, inclusive aeronaves a jato, mísseis teleguiados, e foguetes de longo alcance. Porém, entre os avanços mais efetivos prematuramente na guerra estava no uso tático da Luftwaffe alemã com forças Aerotransportadas. A ideia de jogar um soldado em batalha atrás das linhas inimigas não era nova. Era, entretanto, a Wehrmacht que levaria esta ideia a um novo nível. No dia 11 de maio de 1936, o Major Bruno Oswald Brauer fez o primeiro salto de paraquedas da asa de uma aeronave esportiva Klemm KL25 e se tornou o primeiro Fallschirmjäger alemão (traduzido livremente, paraquedista-caçador) a ser dado um Fallschirmschutzenschein (Licença de Paraquedismo). No dia 5 de novembro de 1936, o Fallschirmjäger seria premiado com o Fallschirmschutzenabzeichen (insígnia de paraquedista que caracteriza uma águia de ouro que agarra as letras FJ).
Foram utilizados Fallschirmjägers no ataque e conquista de Dinamarca, Noruega, Bélgica, e Holanda. A primeira real operação de paraquedas da guerra foi levada a cabo por tropas alemãs do 1º Batalhão, Fallschirmjäger Regiment 1, que capturou aeródromos e pontes durante as invasões da Noruega e Dinamarca. Durante a ofensiva no oeste em 1940, pousou um contingente pequeno de engenheiros paraquedistas em planadores e capturou o forte belga de Eben Emael, que se pensava ser indestrutível e inconquistável. Um Grande forte que contém mais de 1.200 soldados, protegido por armas pesadas, artilharia, e artilharia antiaérea foi tomado por 68 paraquedistas alemãs.
A Operação Mercúrio seria a primeira operação da 2ª Guerra administrada completamente por via aérea. O objetivo era a ilha de Creta. Em Maio de 1941, Fallschirmjäger alemães atacaram a ilha ambos por paraquedas e planadores. Depois, reforços foram enviados, incluindo tropas de montanha alemãs, eram pousados nos aeródromos capturados pelos paraquedistas. Depois de 10 dias de luta feroz e grande perda, foi assegurada a ilha. Como a guerra progrediu e a superioridade aérea estava perdida, o Fallschirmjäger alemão nunca seria novamente usado em amplas operações no ar. Eles acharam que eles por tempos e tempos eram usados nas posições como um soldado raso comum novamente, apesar de que eles eram altamente treinados, altamente incentivados, e verdadeiramente eram uma força de elite em paridade com os Commandos britânicos e os Rangers americanos. Eles participaram em dúzias de operações no ar em pequena escala em Norte da África em 1942, na Sicília e Itália durante o ano de 1943, e na Rússia de 1942 a 1945. As ações pós-Creta deles culminaram em uma batalha que ganhou um lugar proeminente nos anais da história militar, como também um apelido. Aquela batalha estava dentro e ao redor de uma cidade no topo de uma colina italiana chamada Cassino. Monte Cassino, uma montanha a oeste da cidade, foi frequentemente apontada por uma das sentinelas na estrada para Roma. E durante 2ª Guerra ninguém entendeu aquilo melhor então do que os alemães. O Marechal-de-Campo Albert Kesselring, comandante supremo das unidades alemãs na Itália em 1944, utilizou Monte Maio e Monte Cassino como pontos fortes na defesa dele contra as forças Aliadas que avançam para cima, rumo ao norte da Itália. Se os Aliados fossem penetrar o Vale Liri, um desses bastiões teria que ser eliminado. Cassino foi o escolhido. Monte Cassino, com uma abadia de 400 anos no seu topo, não era mais um estranho para a guerra. Tinha sido saqueado em duas outras ocasiões, e seus habitantes, monges Beneditinos, agora estavam prontos para um terceiro assalto. E é bem que eles fizeram, para a Batalha de Cassino que começou em 17 de Janeiro de 1944 numa violenta batalha que duraria quase quatro meses e resultaria em 175.000 vítimas (115.000 Aliados, 60.000 alemães). Os Fallschirmjäger alemães em Cassino escreveram uma página especial para eles nos anais da história militar, embaixo da categoria da tenacidade. A 1ª Divisão de Fallschirmjäger, em particular, impressionava seus adversários cavando dentro da terra, e suportando pancadas inexoráveis através de artilharia e bombardeio, e emergindo então da cobertura para atrasar o Assalto Aliado um após o outro. Ao término da batalha, a 1ª Companhia do 1º Batalhão do 3º Regimento de Fallschirmjäger havia perdido um Oficial, um Oficial-Comandante, e um soldado do exército. Por causa do desempenho deles durante a campanha de Cassino, os Aliados os intitularam “Os Diabos Verdes.” eles também estiveram em ação durante a Campanha da Normandia, em Junho de 1944 e durante a ofensiva das Ardenas em dezembro de 1944.
O que aconteceu com o Tenente que Ordenou o massacre em Creta?
Fallschirmjäger Oberleutnant Horst Trebes – Tenente Paraquedista Horst Trebes
Nascido: Köln, 22 de outubro de 1916,
Morto em ação: 29 jul 1944 Normandia – sul de Denys-le-Gast
Fallschirmjäger desde: 1 de junho de 1938
Data de enlistement: 01 de abril de 1936
A estranha história de sua vida …
Tenente Horst Trebes foi uma figura central no massacre Kondomari. A vida desse jovem tenente morto em ação ainda desperta o interesse de muitas pessoas.
Horst Trebes nasceu em Köln (Colônia) em 22 de Outubro de 1916. Ingressou na Wehrmacht como aluno da academia militar em abril de 1936 e foi promovido a oficial em 20 de Abril de 1938. Em 20 de junho de 1938 ele se voluntariou para a formação de uma Unidade Fallschirmjäger (paraquedista) sob o comando do Major Richard Heidrich. A Unidade Fallschirmjäger foi incorporada à Luftwaffe em 01 de abril de 1939 como parte do Batalhão III, 1 Fallschirmjäger Regiment (III FJR / 1).
Trebes participou das campanhas da Holanda e Polonia e ganhou a Cruz de Ferro de Segunda Classe na Polônia e a Cruz de Ferro de Primeira Classe na Holanda. Em 1941, durante a invasão de Creta, ele serviu como oficial de pessoal do Regimento Sturm 1.
Em Creta um unidade de combate (Kampfgruppe) foi formada a partir da equipe regimental consistindo do tenenteTrebes, tenente Schachter e o major Baum. O Kampfgruppe pousou perto da ponte sobre o rio Travotinis em nove planadores a oeste da Malemes. A missão era capturar a ponte e depois capturar a posição a oeste do aeródromo Malemes.
Em 20 de maio Trebes atacou a área em auxilio ao pelotão tenente Kalhey, que tinha sido cercado. Durante este ataque major Baun foi morto e o tenente Schachter foi ferido. Trebes assumiu o comando da Kampfgruppe. A próxima ação foi em maio de 23 a oeste de Palantias quando o Kampfgruppe capturou a colina 107. Por essa ação Trebes foi condecorado com a Cruz dos Cavaleiros, embora a data do prêmio é listado como 09 de julho de 1941.
Em 02 de junho de 1941 Trebes se dirigiu com quatro caminhões cheios de Fallschirmjäger (paraquedistas) para a aldeia de Kondomari onde mais de 100 civis foram presos e, estima-se, que aproximadamente 65 foram executados. Tenente Trebes ordenou pessoalmente o “abrir fogo” executando as ordens vindas do General Student.
Um mês depois do massacre em Kondomari, Trebes foi novamente condecorado. Ele voltou à Alemanha, e foi para uma festa em Halberstadt com um grupo de Fallschirmjäger. A festa terminou tragicamente; Oberjäger Karl Polzin; um membro do famoso Fallschirmjäger Trupp 4 que tinha capturado Fort Eben Emael, foi morto por Trebes acidentalmente em uma brincadeira com a sua arma. Polzin foi dormir na casa de banho e Trebes insistia em acordar-lhe com a sua pistola… É fácil imaginar a cena e a “situação de controle total dos bebados após uma festa “.
Sua mãe o salvou da pena de morte. Ela havia trabalhado como enfermeira durante a Primeira Guerra Mundial e ajudou Hermann Göring nesse período com seus ferimentos. Após se recuperar, Göring prometeu que iria ajudá-la no futuro, em caso de necessidade. Ela procurou Göring papra interceder por Trebes. Pesou também o fato de que Trebes era um herói famoso na tropa e, por isso, sua vida foi poupada. De qualquer forma a Luftwaffe não podia fugir do embaraço de ter uma de seus herói julgados em tribunal.
Apesar de intervenção de Göring, o tenenteTrebes perdeu suas condecorações e a licença de paraquedista e foi enviado à África, onde especula-se, que perdeu seu braço direito (Isto não é provado). Ferido ou não, ele se tornou um homem imprudente emocionalmente, abalado e obcecado por cada chance para recuperar sua posição.
Trebes também lutou na Rússia como comandante III / Regimento LLStürm até ser transferido no início da primavera de 1944 para o comando III/FJR6. Apesar de todas as suas missões suicidas se destacou e ganhou a oportunidade de recuperar sua honra. O major von der Heydte sábio, desesperado por comandantes experientes e voluntários como Trebes, que sabia da oportunidade como comandante de seu Regimento III Batalhão 6.
Contudo durante a ofensiva Aliada sob a Normandia (Operação Cobra) o tenente Trebes morre em ação. As circunstâncias de sua morte não são claras e é desconhecida a localização exata, talvez em algum lugar perto Carentan, acredita-se ser a sul de Denys-le-Gast em 29 de julho de 1944 durante a luta dos exércitos aliados através de Saint- -Lo.






















































































