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Teatro de Operações do Pacífico – O Pior da Guerra?
A guerra é difícil e cruel em qualquer situação, mas o terreno e a geografia, além, claro, das adversidades climáticas, que podem tornar ainda mais caótica a vida em front. Com relação a isso, um exemplo de front muito duro, foi o Teatro de Operações do Pacifico, onde japoneses e americanos se enfrentaram de 1942 até 1945 em ilhas com clima subtropicais e com características bastante diferentes de outros teatros de operações da Segunda Guerra Mundial. Nessas condições os combatentes de ambos os lados enfrentaram doenças, chuvas torrenciais por meses a fio, áreas de mata fechada e colinas íngremes, sem falar que, diferentemente das tropas que combatiam em outras frentes, os militares não gozavam de passes livres, devido a seu isolamento. Como exemplo critico, podemos citar o ataque a Iwo Jima, onde os civis foram evacuados dessa ilha vulcânica; os militares japoneses passaram meses trabalhando dia e noite construindo uma complexo sistema de túneis e fortificações sem qualquer folga, e quando os ataques iniciaram eles permaneceram semanas refugiados nesses túneis. Sendo que os combates nessa ilha foram os mais duros da guerra.
Não por acaso, a Guerra do Pacífico, como ficou conhecida esse Teatro de Operações, tendo em vista sua diferença com a guerra que se desenrolava no Velho Continente, teve o maior número traumas de guerra, esquizofrenia e doenças relacionados a pressão e ao isolamento, também foram detectado requintes de crueldade insanas entre a tropa americana, tais como colecionar partes dos corpos dos inimigos.
Quando os americanos chegaram a Okinawa, última parada até a grande ilha, os Marines veteranos estavam esgotados de uma guerra sem fim, e claramente observa-se a diferença entre um soldado antigo e um recruta. Enquanto o soldado japonês estava disposto a morrer, e de fato ele já tinha morrido, pois a honra de morrer como um soldado era a única coisa que lhe restava.
Cenas de Combate em Okinawa

Preparação de uma unidade Marinha contra o inimigo. Às 12 horas, a pressão começa e tudo fica às claras incluindo este MG. Okinawa - maio 1945

Fotos da Companhia "A", 2ª Batalhão. Ir até o topo de onde foram repelidos por dois dias Por uma força japonesa. A investida foi um sucesso e os japoneses foram detidos com bazucas e lança-chamas. Okinawa - maio 1945

Major General da 6ª Divisão de Fuzileiros Navais estudando um mapa durante a batalha de Okinawa. Okinawa - abril 1945

PRESO - Rifles alinhados na entrada de uma caverna em Okinawa. Marines aguardam o resultado de uma carga explosiva para apanhar qualquer japonês que tentar escapar. Estas posições de caverna fortemente defendidas pelo japoneses e chamada de"Pequena Linha Siegfried " defendia a cidade capital de Naha. Okinawa – 1945

Frente: Marines em Okinawa pausa por trás da capa de um pequeno cume para a formação final da frente antes de saltar fora em um ataque. Homem agachado à esquerda carrega um rádio nas costas. Marines na liderança com packs em um rolo de fio de comunicações pesados, além de equipamentos de combate completo. Okinawa - abril 1945

A Marinha explora uma fortificação japonesa com sua arma BAR. Marine se move cautelosamente através das defesas japonesas em Okinawa. Okinawa - abril 1945

Fotos da Companhia "A", 2ª Batalhão. Ir até o topo de onde foram repelidos por dois dias Por uma força japonesa. A investida foi um sucesso e os japoneses foram detidos com bazucas e lança-chamas. Okinawa - maio 1945

Marines movendo-se com o que foi posteriormente intitulada "Vale da Morte" por causa de mais de 125 mortes em 8 horas durante a travessia. Um homem com uma BAR cansado durante a travessia pelo vale da morte. Okinawa – 1945








































