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A Poderosa Alemanha Nazista!
Não é possível negar, a Alemanha nazista se preparou para a guerra. Essa afirmativa, até certo ponto simplista, não resume o avanço extraordinário que o regime conseguiu alcançar nos anos que esteve em processo de reafirmação bélica. Em 1933, Hitler assume uma Alemanha humilha e cheia de restrições, ninguém pode negar esse fato, e aos poucos vai transformando sua indústria bélica em uma poderosa máquina de guerra. Mérito? Falando militarmente, esquecendo as argumentações de causas e consequências da Segunda Guerra Mundial, é possível ceder o mérito ao senhor Adolf, muito embora o que importa de fato é o que ele fez com esse poder. Mas é possível imaginar um país destruído economicamente e em menos de uma década ser a maior potência militar do mundo? E mais impressionante ainda, em pouco mais de cinco anos se encontrar completamente devastado novamente? Observando esses acontecimentos friamente, esse tipo de cenário parece tão improvável atualmente como o era antes de 1939, mas aconteceu.
O poder da Alemanha foi muito além do armamento e da tecnologia, a Alemanha desenvolveu técnicas de combate, doutrinas militares que são empregadas até os dias atuais. Isso assustou o mundo, e assusta até hoje! Devemos ter em mente que é necessário entender a História em sua plenitude para que outros regimes com a eficiência militar da Alemanha nazista e sua ideologia possam ficar apenas na história, servindo de exemplo para essa e as próximas gerações.
123 Anos do Nascimento de Hitler: Uma Análise Histórica
No próximo dia 20 de abril, lembra-se o nascimento do homem que se consagrou como sendo a mais vil de todas as almas. Há 123 anos o mundo presenciou a chega daquele que, por alguns anos, foi ovacionado como o salvador germânico, um líder supremo que carregava consigo a esperança do ressurgimento de uma das maiores nações desse planeta. E que, pouco mais de uma década depois, estaria condenado como a personificação da maldade e representava tudo que há de pior na humanidade.
Gostaríamos de publicar uma visão mais histórica sobre Adolf Hitler, sem julgar seus atos que, diga-se de passagem, já estão condenados por milhões e milhões de julgadores. Mas queremos publicar, de forma rápida e concisa, a História desse austríaco que chegou ao poder e moldou o mundo como o conhecemos hoje. Isso mesmo, se Hitler não tivesse nascido, o que seria do mundo hoje, tal como o conhecemos? Com certeza milhões de vidas teriam sido poupadas, mas é isso? Sem a Segunda Guerra o que seria do mundo atual? Evidentemente o sofrimento do mundo já seria o bastante para evitar uma miserável guerra de 06 longos anos e que destruiu cidades, famílias e vidas preciosas. Historicamente não podemos de forma alguma analisar o “SE”, mas podemos especular sobre suas consequências.
Hitler tem sua vida envolto sobre o manto da especulação, desde a sua descendência até a sua morte, há disseções entre os estudiosos e historiadores em todos os aspectos dos 56 anos de vida de Hitler. Por fim, queremos realizar uma análise crítica da vida desse cidadão que será lembrado para todo o sempre na história da humanidade.
- Alistamento do Sobrinho de Hitler
- Todos os descendentes de Hitler moram nos EUA e na Inglaterra
- William Hitler – Lutou contra a Alemanha
- Sobrinho de Hitler se transformou em celebridade
- Certidadão de Nascimento de William Hitler
- Alois – Pai de Hitler
- Hilter com 1 ano de idade
A Revolução de 1964: Ponderações Historiográficas!
Artigo enviado pelo Professor Historiador Alessandro Santos.
No dia 31 de Marco transcorreu-se a comemoração da Revolução de 1964. Nos dias que antecederam e também alguns dias após, recebi uma variedade enorme de textos, onde havia protestos, um embate desenfreado, de um lado, à esquerda atacando e por outro os militares aposentados ou ativos e simpatizantes procurando defender-se de acusações.
A História, não procura certo ou errado, não acusa fatos, não trabalha em cima de relatos infundados, “achismos”. A história realiza analises de vários pontos, se vale de documentos oficiais, utiliza-se de documentários orais e através de uma visão crítica, lógica e o mais próximo possível da verdade, não sofrendo interferências de interesses externos, traz a tona os acontecimentos. Cabe ao historiador mostrar os momentos históricos analisados e deixar ao leitor dentro de seu entendimento e compreensão, tirar suas conclusões.
É fato sabido, para aqueles que não são leigos no assunto, de que esse momento histórico ocorrido em 31 de Março, não foi um fato isolado. As Forças Armadas não tinham em seu planejamento a tomada do poder constituído. Foi sim, uma mobilização articulada pela sociedade, igreja católica e parte dos políticos. Houve também uma forte articulação por parte do governo norte-americano, pois pelo mundo surgiam movimentos contrários ao regime da democracia, que sejam movimentos como o comunismo e socialismo.
Em um período não muito distante o mundo havia vivenciado momentos de miséria, crueldade, destruição, verdadeiras catástrofes, representadas pela Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra mundial, período entre guerras, pós-guerra, esses prenúncios que começavam a surgir, de novos movimentos políticos deixavam as claras os perigos que passavam a rondar a estabilidade mundial. Excetuando algumas regiões e países no mundo, como por exemplo, a União Soviética, China, Coreia do Norte, Cuba, dentre outras, havia uma sintonia, entre os países que haviam optado pela democracia.
Porem as articulações que passaram a ser realizadas, no Brasil, colocaram a ordem em risco. Não que a ditadura fosse a melhor forma de imposição da ordem publica, ou ainda, fosse a melhor forma de se governar, mas devido aos desfechos que estavam ocorrendo seria ainda a melhor solução encontrada para trazer novamente a estabilidade social. Em todas as regiões do país estavam sendo articulados movimentos de esquerda, trazendo como carro chefe o comunismo. Não que esse seria o pior dos regimes a ser adotado, porem já havia sido implantado em varias outras partes do mundo e não havia dado certo, por que no cenário mundial daquele momento e na atualidade é inconcebível pensar todos vivendo dentro de uma igualdade, sem haver diferenças de classes sociais, pois vivemos em um mundo regido pelo capitalismo.
Mesmo nos países que ainda adotam o comunismo, socialismo ou qualquer outro regime que não uma democracia capitalista, acabam vivendo internamente seu regime de governo e externamente o capitalismo. Voltando a revolução de 1964, com os prelúdios da desestabilização social e a organização de um regime de esquerda, a sociedade e demais entidades apoiam a tomada do poder pelas Forças Armadas.
Logicamente que por se tratar de uma nação ainda prematura, pela falta de experiências políticas, pelos interesses contraditórios da esquerda, haveria embates. Para se organizar e trazer a estabilidade social, deveriam ser desarticulados grupos contrários, caso isso não ocorresse, ficava impossibilitado atingir tal objetivo.
Alguns excessos com certeza acabaram ocorrendo, pois o momento exigia o trato com energia, com rispidez, o que acabou canalizando para alguns erros. Porem, se realizarmos analises entre erros e acertos, os pontos positivos são muito maiores, basta realizar entrevistas com a sociedade que viveu esses momentos da nossa história. Reitero aqui minha nulidade de opinião, mas a própria sociedade tem uma visão muito positiva, pois é a grande massa social que sente as mudanças ocorridas dentro de um Estado.
Porem, nos textos que recebi em sua grande maioria, foi de provocação, de repudio, aos acontecimentos de 31 de marco de 1964, acusando os militares de torturadores, agredindo pessoas idosas que tanto contribuíram pela estabilização e progresso do país. Como já citei acima, excessos ocorreram, por parte das Forças Armadas, fato esse admitido por militares que vivenciaram aqueles momentos.
Mas cabe aqui uma profunda reflexão, se os regimes como comunismo fossem tão vantajosos, não teriam eles resistido?, Regimes como Nazismo, Fascismo e tantos outros “ismos” se fossem articulados pensando no bem social, não estariam eles regendo as sociedades pelo mundo todo na atualidade?. O movimento comunista que estava sendo articulado aqui no país, agiu de forma tão transparente que invadiam quartéis, matavam pessoas inocentes, provocavam atos de vandalismo e tantos outros aspectos que poderiam ser citados.
O que preocupa não são as manifestações, mas sim que as faz e como são feitas. Pois as criticas foram somente canalizadas como se os erros fossem cometidos apenas de um lado da história. Existe uma comissão, chamada comissão da verdade, onde esta sendo reivindicada a abertura documental desse período, no que se refere aos militares, o que seria muito interessante. Porém seria mais interessante ainda uma abertura documental e simpósios sobre as formas de atuação da esquerda comunista daquele momento.
Ou seja, uma revisão historiográfica, onde fossem debatidas as atuações de ambos os lados. Somente dessa forma teríamos protestos fundamentados, não como foram vistos em data recente, onde jovens sem conhecimento de causa, facilmente manipulados, pobres ignorantes, mentes canalizadas e dominadas, domesticados para praticar atos vergonhosos como aqueles presenciados no dia 29 de março na Cinelândia na cidade do Rio de Janeiro.
Incrivelmente lamentável é ver uma camada da nossa juventude que insulta verdadeiros heróis que foram os militares participantes da Segunda Guerra Mundial, outros que lutaram e deram suas vidas para reestabelecer e manter a ordem social e ordenar um desenvolvimento econômico nacional. Esses mesmos, donos dessas atitudes, são aqueles que juntamente com Pedro Bial denominam e intitulam os participantes de um programa de tão baixo padrão, como o Big Brother, de “heróis”.
Não quero me colocar como conservador, de direita ou esquerda, mas com esse tipo de inversão de valores fica claramente evidenciada uma involução, onde compromete-se toda uma sociedade. Pois em pouco tempo, são esses que estarão em salas de aula, conduzindo ensinamentos errôneos, descomprometidos, estarão representando a sociedade em funções políticas, na área jurídica, enfim, estarão infestando a sociedade com suas manifestações infundadas, sem mesmo saber o porque do suas reivindicações.
“Uma nação sem cultura se torna escrava da sua própria ignorância”.
- Polícia do Exército em 1964
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