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Guerra Civil Americana: Cruel e Importante
Quando se deseja realizar uma análise histórica de um determinado período, não se pode, pelo menos no contexto histórico, se limitar apenas aos fatos do período, é imperativo entender o período anterior, em uma verdadeira construção para culminar nos eventos que se deseja analisar. Por exemplo, não é possível entender a Segunda Guerra Mundial, a posição de Hitler em relação à doutrina ariana, se não se conhece os pensadores e o consenso geral dos países europeus do século XIX.
O entendimento em relação ao mundo e a importância dos Estados Unidos no século XX, só são possíveis, se pensarmos e entendermos o conflito que moldou a sociedade americana do século XIX, a Guerra Civil Americana ou Guerra da Secessão.
Um país dividido em dois blocos, um agrário e escravocrata no sul e outro industrializado e antiescravista do norte, um conflito sem precedentes na história americana, que deixou nada menos do que 970 mil mortos entre 1861 a 1865.
O resultado final desse embate moldou o perfil dos Estados Unidos para as décadas seguintes. Se pensarmos que os Estados Confederados saíssem vencedores, com certeza haveria outro Estados Unidos.
O terrível conflito foi particularmente cruel, principalmente pelo potencial bélico empregado e os meios sanitários e médicos precários ainda na época. Não raras vezes amputações, doenças e podridão acompanhavam os soldados de ambos os lados.
Hoje podemos ignorar ou até odiar a ideologia americana, mas fatos históricos não podem ser negados, o povo americano foi forjado na guerra.
- Campo de Batalha
- Execução em Washington
- Linha depois de uma Batalha
Soldados do Reich – A Arte.
A fotografia já estava presente desde o século XIX, mas durante a Segunda Guerra ainda era bastante popular entre as tropas o desenho artístico e a pintura de quadros, não obstante os principais líderes pousavam horas para que profissionais retratassem a galhardia de seus uniformes e o esplendor de seu poder.
- Capitão Zierach das tropas de assalto
- Sargento Mueller
- Tenente Comandante Erdmenger, líder do campo de concentração William Heidcamp
- Tenente Schacht, chefe da patrulha
- coronel-general Dietl
- Walther, comandante de um batalhão de pára-quedistas
- Um marinheiro do cruzador pesado “Blucher”
- Transportadora Eichenlaub Sargento Schlee
- Tenente Endrass, Prien
- Chefe de máquinas de um submarino
- Dr. Stabsartz Hunter
- Soldado de Primeira Classe Brinkforth, a Cruz de Cavaleiro
- Major Wid
- Kradschuze
- Stukastaffelführer Capitão Hozzel
- Helmut Arpke
- Hubert Brinkforth
- Bruno Bräuer
- Egon Delica
- Fritz Frauenheim
Cortesy: KS


















































