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Archive for the ‘Dia D’ Category

Depois do Dia D

Os membros da 82ª Divisão Aerotransportada, 508º Regimento foram responsáveis por tomar determinadas áreas para proteção dos desembarques. Eles partiram no dia 05 de junho e sob fogo antiaéreo se lançaram na Normandia, apesar de dispersos conseguiram garantir seus objetivos.

Posto de Comando em Utah. A praia teve um desembarque razoavelmente tranquilo, apesar de ter sofrido baixas o Exército Americano conseguiu configurar uma cabeça-de-praia logo as primeiras horas da invasão.

Na foto, observem pilotos ingleses do lado esquerdo, enquanto soldados americanos ficaram no lado direito, a convivência nem sempre era pacífica entre os soldados dos dois países. Os americanos achavam os soldados britânicos relaxados e pouco combativos, exemplo disso quando os britânicos paravam uma perseguição porque era hora do chá. Enquanto os britânicos achavam que o GIs não eram soldados de verdade, apenas eram beneficiados por equipamento em excesso.

 

Os desasbarques foram realizados pela Marinha americana e britânica, que para o serviço de condução dos LCVP que desembarcavam as levas de soldados, recrutaram até da Guarda-Costeira para o serviço.

O marinheiro americano da foto teve sua cabeça atingida por de arma nazista .30, rasgando seu capacete com uma perfuração de 2 polegadas, teve sorte, embora muitos outros marinheiros que tiveram suas embarcações de transporte de pessoal e material não tiveram.

 

Marinheiro realiza a inspeção em uma peça de artilharia alemã que guardava a costa da Normadia. O assalto Aliado em alguns pontos foram tão rápido que os artilheiros foram encontrados mortos ao lado de suas armas.

 

Capitão do Exército Americano juntamente com tradutor realiza interrogatório nos oficiais capturados durante a incursão Aliada.

 

A perda de material e de pessoal foi impressionante em Omaha. Mais de 9 mil baixas nas primeiras horas de combate, além de tanques, veículos pesados e todo tipo de suprimento foi perdido pela resistência das defesas costeiras alemãs.

Na foto acima, um Jeep foi destruído ao passar por uma mina terrestre. Morte instantânea.

 

A Marinha americana teve baixas significativas de embarcações LCT, LST e LCVP.

Vários blindados foram carregados com excesso de suprimentos e armamentos, e acabaram afundando no Canal antes mesmo de alcançar as praias, e outros foram vedados para que a água não impossibilitasse o desembarque, mas muitos foram destruídos sem mesmo disparar um só tiro.

 

Mesmo depois de conquistar as praias foram necessárias várias patrulhas e para consolidar a posição, inclusive aconteceram batalhas violentas nos dias 10, 12 e 20 de junho de 1944. Outro elemento que causou um enorme número de baixa dos Aliados, foi a quantidade de minas explosivas de todos os tipo de tamanhos que foram devidamente enterrados por ordem do General Erwin Rommel.


Observem que o sargento mais a direita tem um T acima da divisa, isso indica que ele era do serviço de suprimento. Importante para a recuperação das tropas utilizadas no Dia D.


Detectores de Minas. Rommel sabia que poderia dificultar, debilitar e derrubar o moral das tropas usando esse recurso. Despejou em todo o litoral francês milhares de minas, mandou inundar os campos dificultando o transporte, colocou mais meio milhão de obstáculos terrestres nas praias.

 

Explosão controlada em área minada. Ressaltando os especialistas em minas terrestres.

A praia sendo transformada pelo Batalhão de Engenharia para suporta a chagada dos reforços

Pelas praias, o transito de toda a sorte de material seria enorme

Durante a invasão, vários soldados morreram afogados pelo excesso de equipamento que carregava, outros sobreviveram e eram trazidos para a linha de frente, já que não era possível recuar.

 

Era necessário criar um posto de comunicação.

Os engenheiros tiveram muito trabalho, neste caso, as pedras retiradas desse local foram utilizadas para a construção de estradas no avanço Aliado.

O entulho observado em primeiro plano se refere a armas alemãs retiradas durante o avanço Aliado

 

Prisioneiros aguardando transporte para Inglaterra e de lá para os diversos campos de concentração criados em território americano.

Navio do Tipo LCT afundado por artilharia alemã


Barracas para acomodar as tropas de apoio, tendo em vista que a infantaria avançava terreno a dentro

 

Hora do rancho

Comunicação para os avanços

Uma idéia da resistência na hora dos desembarques, várias embarcações destruídas

Foto famosa do Pont Du Hoc – As Unidade Rangens tiveram que escalar sob fogo cerrado vindo do topo, o número de baixa chegou a 90% nas primeiras levas de assalto a esta fortificação natural

Visão Geral de Pont Du Hoc

Prisioneiros de Guerra do Dia D!

Não foram poucos os Prisioneiros de Guerra do Dia D, tanto do lado dos Aliados quanto do lado da Alemanha.

 

Fortificações Destruídas no Dia D

O Exército Alemão em 1944 estava muito longe de ser a temida wehrmacht que assustou o mundo com a blitzkrieg de 1939. Tinha por objetivo, naquele período da guerra, evitar um desembarque Aliado em toda a costa francesa, para tanto incrementou as fortificações costeiras para deter a invasão, e o próprio Hitler ordenou a construção da chamada “Muralha do Atlântico”, que na verdade serviu mais como objeto de propaganda nazista do que algo instransponível. Contudo, no início de 1944 quando o Marechal de Campo Rommel assumiu o comando das defesas francesas aumentou ferozmente as defesas fixas, tudo isso, ele tinha a certeza de que o avanço Aliado só poderia ser detido ainda durante os desembarques na praia, e chamou o dia da invasão “O mais longo dos dias”. Enfim, segue abaixo alguns exemplos das fortificações que foram destruídas durante a invasão da Normandia.

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Erros do Dia D?

Uma impressionante marca foi alcançada durante a Operação Overlord: com o bombardeamento das cidades costeiras na Normandia 92% delas foram destruídas total ou parcialmente.

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06 Junho de 1944 – Imagens Raras – I

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Categories: Dia D, Guerras, História

Fotos & Versões do Dia D

 

A operação Overlord foi a maior operação anfíbia de assalto da história, o dia da invasão, conhecido como o Dia D, confrontou em uma nova frente de batalha ao Aliados contra fortificações fixas alemãs na região da Normandia. Essas fortificações foram construidas para repelir qualquer ataque em todo o litoral da França e dos Países Baixos. O embate mudaria o curso da guerra definitivamente. No entanto os custos da operação foram elevados, só na praia chamada Omaha mais de 9 mil homens morreram imediatamente após o desembarque, e outros 20 mil morreriam nos combates posteriores, segue abaixo raras cenas desse dia:

Praia de Utah

Praia de Utah

As praias da Normandia foram divididas em Omaha, Utah, Sword, Juno e Gold, sendo que as duas primeiras seriam tomadas pelo 12º Grupo de Exército dos EUA, comandados pelo General Omar Bradley, e as demais pelo 8º Exército Britânico e as forças conjuntas que envolviam unidades do Exército Livre da França, Canadá e outros país ocupados pelos nazistas.

Desembarque na Normadia - Praia de Omaha

Desembarque na Normadia - Praia de Omaha

 

Descrição do desembarque em Omaha:

“Para os homens das companhias F e G, o percurso de pouco mais de 200 metros dos barcos Hinggins aos seixos era a mais longa arriscada viagem que jamais havia feito, ou fariam. O tenente que comandava a equipe de assalto no barco do sargento Harry Bare foi morto quando a rampa desceu. “Na condição de sargento mais antigo”, relata Bare, “tentei tirar meus homens do barco e agir de algum modo para chegar ao pé da muralha marítima. Patinhamos para a areia, nos lançamos no chão e os homens gelados, sem forças para se mover. Meu radiotelegrafista tivera a cabeça estourada e 3 metros de mim. A praia estava coberta de corpos – homens sem perna, sem braços – Deus aqui fio horrível.” – O Dia D, Stethen E. Ambrose.

Soldados alemão morto em combate

Soldados alemão morto em combate

No total a Operação Overlord (nome escolhido por Wiston Chuchill), mobilizou no Dia D  160 mil homens para o desembarque, nas primeiras levas que aconteceria no Dia D (6 junho 1944,) e hora H (06:30 horas). A Marinha iria realizar bombardeios na hora H -1. O efetivo da Marinha na operação era de 195.700 e mais de 500 embarcações.

Na praia Sword, a área de desembarque atribuída ao 2º Exército Britânico, sob ordens do general Miles Dempsey, foi dividida em quatro setores: de oeste para leste, Oboe, Peter, Queen, e Roger. A primeira vaga chegou ás 07:25 horas do Dia D, composta pela 3ª divisão Britânica, com os comandos Franceses e Britânicos unidos. Os elementos do regimento South Lancashire assaltaram o sector de Peter à direita; o regimento de Suffolk assaltou ao centro no sector de Queen; e o regimento East Yorkshire assaltou o sector de Roger à esquerda. O objectivo da 3ª divisão era progredir através da praia de Sword, passar próximo de Ouistreham ir direito a Caen e ocupar o aeródromo de Carpiquet. Os comandos tinham conseguido seu objectivo mais importante: tinham se ligado às tropas aero-transportadas nas pontes sobre os canais de Orne. No flanco direito os Ingleses tinham sido incapazes de ligar às forças Canadenses na praia de Juno. Às 16:00 horas a 21ª divisão de Panzer lançou o único contra-ataque Alemão sério no Dia D: o 192º regimento de Panzer Grenadier alcançou a praia às 20:00 horas, mas seus 98 tanques foram detidos por armas anti-tanque e o contra-ataque foi anulado.

No fim do Dia os Ingleses tinham desembarcado 29.000 homens e tinham tido cerca de 630 baixas. Já as baixas Alemãs eram muito mais elevadas, além dos que foram feitos prisioneiros.


Mulberry - Porto Artificial que durou 10 dias!

O Mulberry foi um porto artificial pré-fabricado pelos ingleses e americanos para ser utilizado como uma linha de abastecimento segura para a frente de combate que estaria sendo aberta. O porto artificial ficou pronto no dia 17 de junho, mas uma tempestade no dia 19 de junho arrasou com o porto ficando inutilizado.

 


As tropas Paraquedistas foram enviados na noite do dia 05 para o dia 6 de junho

Em Ste.-Mère-Église, o fogo estava se alastrando sem controle. Os homens do 506º que tinham pousado na cidade e perto dela, tinham-se espalhado. À 1:54, o segundo pelotão da Companhia F, do 505º, tivera a má sorte de saltar bem no coração da cidade, onde a guarnição alemã mantinha alerta total.

Ken Russel estava naquele grupo. “Ao descer”, lembrou ele, “olhei para a direita e vi aquele cara, e instantaneamente ele sumiu. Havia apenas um pára-quedas descendo vazio. Evidentemente, haviam atingido suas granadas Gammon”.

Os alemães enchiam os céus com traçantes. Russel estava tentando “se esconder atrás do meu pára-quedas de reserva porque éramos alvos fáceis”. Ele foi atingido na mão. Viu o tenente Harold Cadish e os praças H. T. Bryant e Ladislaw Tlapa pousarem em postes telefônicos em torno da praça da igreja. Os alemães atiraram neles antes que pudessem se desembaraçar. “Era como se tivessem sido sacrificados”.

Centenas de Paraquedistas foram atingidos antes mesmo de chegarem ao solo

Centenas de Paraquedistas foram atingidos antes mesmo de chegarem ao solo

M. André Mace, um habitante de Ste.-Mère-Église, escreveu aquela noite em seu diário: “Alerta! Um grande número de aviões sobrevoa a cidade em baixa altitude – passando rente ao cimo dos telhados; é como o barulho de trovoada; subitamente o alarme é dad, há incêndios na cidade. Nesse meio-tempo, os alemães atiraram com tudo que podem contra os aviões. Corremos para nos esconder, o que é que está acontecendo? Milhares (sic)de pára-quedistas estão saltando em todo parte, em meio ao fogo de artilharia. “Estamos amontoados na garagem de M. Besselievre com nossos amigos. Nossos libertadores estão aqui! ” (Original do Museu do Pára-Quedista, Ste.-Mère-Église).

Hitler declarava que a Muralha do Atlântico era intransponível

Hitler declarava que a Muralha do Atlântico era intransponível

 

A Propaganda Nazista dentro da Alemanha vendia para a população a invencibilidade das fortificações fixas, mas na verdade pouco se fez para torná-la pelo menos próximo daquilo que ela se propunha: deter o avanço aliado. Quando General Erwin Rommel assumiu a missão de impedir o desembarque anglo-americano, ele elaborou um relatório que declarava, ao próprio Hitler, que a Muralha do Atlântico era uma farsa e que servia apenas como propaganda. Após isso, Rommel melhorou consideravelmente a muralha, despejando milhões de concreto e vários tipos de minas pessoais e anti-carro, seu trabalho, tornou a missão mais custosa em termos de homens e material

O desembarque foi realizado sob fogo em Omaha
O desembarque foi realizado sob fogo em Omaha
Rendição, para alguns a única alternativa

Rendição, para alguns a única alternativa

A maioria das cidades da Normadia foi bombardeada sistematicamente. Erro?
Categories: Dia D, Guerras, História