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Prisioneiros de Guerra do Dia D!
Não foram poucos os Prisioneiros de Guerra do Dia D, tanto do lado dos Aliados quanto do lado da Alemanha.
- Soldados rumando para Inglaterra. Espantados com o desembarque avassalador dos Aliados
- Informações dos Aliados já revelavam a idade avançada dos soldados que lutavam na França
- Por recomendações médicas os PGs estão vestidos desta forma. Aguardam transporte para Inglaterra e de lá EUA
- Marinheiro americano ensina nó a PG alemão
- Alimentação reforçada
- Prisioneiros em forma
- Diversão a bordo
- Revista do Comandante da Embarcação em Oficiais alemãos
- Oficiais nazistas capturados
- Soldados nazista Móngois – Os estrageiros do Reich
- Em forma para o embarque
- Prisioneiros ainda nas praias
- Rendição nas Praias
- Em marcha para o embarque
- Rendidos
- A caminho para as embarcações
Fortificações Destruídas no Dia D
O Exército Alemão em 1944 estava muito longe de ser a temida wehrmacht que assustou o mundo com a blitzkrieg de 1939. Tinha por objetivo, naquele período da guerra, evitar um desembarque Aliado em toda a costa francesa, para tanto incrementou as fortificações costeiras para deter a invasão, e o próprio Hitler ordenou a construção da chamada “Muralha do Atlântico”, que na verdade serviu mais como objeto de propaganda nazista do que algo instransponível. Contudo, no início de 1944 quando o Marechal de Campo Rommel assumiu o comando das defesas francesas aumentou ferozmente as defesas fixas, tudo isso, ele tinha a certeza de que o avanço Aliado só poderia ser detido ainda durante os desembarques na praia, e chamou o dia da invasão “O mais longo dos dias”. Enfim, segue abaixo alguns exemplos das fortificações que foram destruídas durante a invasão da Normandia.
Fotos & Versões do Dia D
A operação Overlord foi a maior operação anfíbia de assalto da história, o dia da invasão, conhecido como o Dia D, confrontou em uma nova frente de batalha ao Aliados contra fortificações fixas alemãs na região da Normandia. Essas fortificações foram construidas para repelir qualquer ataque em todo o litoral da França e dos Países Baixos. O embate mudaria o curso da guerra definitivamente. No entanto os custos da operação foram elevados, só na praia chamada Omaha mais de 9 mil homens morreram imediatamente após o desembarque, e outros 20 mil morreriam nos combates posteriores, segue abaixo raras cenas desse dia:
As praias da Normandia foram divididas em Omaha, Utah, Sword, Juno e Gold, sendo que as duas primeiras seriam tomadas pelo 12º Grupo de Exército dos EUA, comandados pelo General Omar Bradley, e as demais pelo 8º Exército Britânico e as forças conjuntas que envolviam unidades do Exército Livre da França, Canadá e outros país ocupados pelos nazistas.
Descrição do desembarque em Omaha:
“Para os homens das companhias F e G, o percurso de pouco mais de 200 metros dos barcos Hinggins aos seixos era a mais longa arriscada viagem que jamais havia feito, ou fariam. O tenente que comandava a equipe de assalto no barco do sargento Harry Bare foi morto quando a rampa desceu. “Na condição de sargento mais antigo”, relata Bare, “tentei tirar meus homens do barco e agir de algum modo para chegar ao pé da muralha marítima. Patinhamos para a areia, nos lançamos no chão e os homens gelados, sem forças para se mover. Meu radiotelegrafista tivera a cabeça estourada e 3 metros de mim. A praia estava coberta de corpos – homens sem perna, sem braços – Deus aqui fio horrível.” – O Dia D, Stethen E. Ambrose.
No total a Operação Overlord (nome escolhido por Wiston Chuchill), mobilizou no Dia D 160 mil homens para o desembarque, nas primeiras levas que aconteceria no Dia D (6 junho 1944,) e hora H (06:30 horas). A Marinha iria realizar bombardeios na hora H -1. O efetivo da Marinha na operação era de 195.700 e mais de 500 embarcações.
Na praia Sword, a área de desembarque atribuída ao 2º Exército Britânico, sob ordens do general Miles Dempsey, foi dividida em quatro setores: de oeste para leste, Oboe, Peter, Queen, e Roger. A primeira vaga chegou ás 07:25 horas do Dia D, composta pela 3ª divisão Britânica, com os comandos Franceses e Britânicos unidos. Os elementos do regimento South Lancashire assaltaram o sector de Peter à direita; o regimento de Suffolk assaltou ao centro no sector de Queen; e o regimento East Yorkshire assaltou o sector de Roger à esquerda. O objectivo da 3ª divisão era progredir através da praia de Sword, passar próximo de Ouistreham ir direito a Caen e ocupar o aeródromo de Carpiquet. Os comandos tinham conseguido seu objectivo mais importante: tinham se ligado às tropas aero-transportadas nas pontes sobre os canais de Orne. No flanco direito os Ingleses tinham sido incapazes de ligar às forças Canadenses na praia de Juno. Às 16:00 horas a 21ª divisão de Panzer lançou o único contra-ataque Alemão sério no Dia D: o 192º regimento de Panzer Grenadier alcançou a praia às 20:00 horas, mas seus 98 tanques foram detidos por armas anti-tanque e o contra-ataque foi anulado.
No fim do Dia os Ingleses tinham desembarcado 29.000 homens e tinham tido cerca de 630 baixas. Já as baixas Alemãs eram muito mais elevadas, além dos que foram feitos prisioneiros.
O Mulberry foi um porto artificial pré-fabricado pelos ingleses e americanos para ser utilizado como uma linha de abastecimento segura para a frente de combate que estaria sendo aberta. O porto artificial ficou pronto no dia 17 de junho, mas uma tempestade no dia 19 de junho arrasou com o porto ficando inutilizado.
Em Ste.-Mère-Église, o fogo estava se alastrando sem controle. Os homens do 506º que tinham pousado na cidade e perto dela, tinham-se espalhado. À 1:54, o segundo pelotão da Companhia F, do 505º, tivera a má sorte de saltar bem no coração da cidade, onde a guarnição alemã mantinha alerta total.
Ken Russel estava naquele grupo. “Ao descer”, lembrou ele, “olhei para a direita e vi aquele cara, e instantaneamente ele sumiu. Havia apenas um pára-quedas descendo vazio. Evidentemente, haviam atingido suas granadas Gammon”.
Os alemães enchiam os céus com traçantes. Russel estava tentando “se esconder atrás do meu pára-quedas de reserva porque éramos alvos fáceis”. Ele foi atingido na mão. Viu o tenente Harold Cadish e os praças H. T. Bryant e Ladislaw Tlapa pousarem em postes telefônicos em torno da praça da igreja. Os alemães atiraram neles antes que pudessem se desembaraçar. “Era como se tivessem sido sacrificados”.
M. André Mace, um habitante de Ste.-Mère-Église, escreveu aquela noite em seu diário: “Alerta! Um grande número de aviões sobrevoa a cidade em baixa altitude – passando rente ao cimo dos telhados; é como o barulho de trovoada; subitamente o alarme é dad, há incêndios na cidade. Nesse meio-tempo, os alemães atiraram com tudo que podem contra os aviões. Corremos para nos esconder, o que é que está acontecendo? Milhares (sic)de pára-quedistas estão saltando em todo parte, em meio ao fogo de artilharia. “Estamos amontoados na garagem de M. Besselievre com nossos amigos. Nossos libertadores estão aqui! ” (Original do Museu do Pára-Quedista, Ste.-Mère-Église).
A Propaganda Nazista dentro da Alemanha vendia para a população a invencibilidade das fortificações fixas, mas na verdade pouco se fez para torná-la pelo menos próximo daquilo que ela se propunha: deter o avanço aliado. Quando General Erwin Rommel assumiu a missão de impedir o desembarque anglo-americano, ele elaborou um relatório que declarava, ao próprio Hitler, que a Muralha do Atlântico era uma farsa e que servia apenas como propaganda. Após isso, Rommel melhorou consideravelmente a muralha, despejando milhões de concreto e vários tipos de minas pessoais e anti-carro, seu trabalho, tornou a missão mais custosa em termos de homens e material




















































