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06 de Junho de 1944 – 67 Anos do Dia D
Nesse momento nas Praias da Normadia acontecia uma das batalhas mais importantes da Segunda Grande Guerra, A Invasão da Europa iniciava com o desembarque em massa de milhares de soldados em praias determinadas como Juno, Sword, Gold, Omaha e Utah, sendo os dois últimos setores sendo exclusivamente áreas de invasão do Primeiro Exército dos EUA comandos pelo General Omar Bradley e os demais configuravam o Segundo Exército Bratânico sob o comando do General Dempsey, esses dois exército eram apenas uma parte integrante de uma operação militar que envolveu dezenas de nações e milhões de homens e recursos militares nunca vistos antes ou depois na história militar da humanidade. Todos eles sob um mesmo comando, um general que recebeu o título de Supremo-Comandante da Força Expedicionária Aliada. O Dia D acorreu com um atraso de 24 horas, devido as condições climáticas, e a Hora H, iniciou exatamente às 06h00m, com os desembarques sendo precedidos por intensos bombardeios navais e aéreos, e que infelizmente para as praia de codinome Omaha não tiveram o efeito desejado, e tornou a operação particularmente custosa nesse setor, onde mais de 7 mil homens morreram antes de mesmo de disparar o primeiro tiro.
“Nossa expectativa de vida era zero”, declarou o praça John MacPhee. “Nós estávamos sobrecarregados com excesso de peso. Não passávamos de mulas de carga. Eu era muito jovem, em excelente forma. Podia caminhar durante horas, suportar um bocado de contratempos, mas estava tão enjoado que pensava que iria morrer. De fato, que me dera tê-lo feito. Eu estava totalmente exausto.”
Saltanto da rampa para a água à altura do peito, MacPhee mal pôde chegar à praia. “Eu caí, e para o que parecia ser uma eternidade ali fiquei.” Ele foi atingido três vezes, uma vez na parte inferior das costas, duas vezes na perna esquerda. Seu braço estava paralizado. “Isso foi a conta. Perdi todo meu medo e sabia que ia morrer. Fiz as pazes com o meu Criador e fiquei esperando”.
MacPhee teve sorte. Dois de seus companheiros o arrastaram para um abrigo na Muralha do Atlântic; por fim ele foi evacuado e disseram-lhe que tinha um ferimento de um milhão de doláres. Para ele a guerra estava acabada.
Do Lado Alemão:
As experiência do praça Franz Gockel da 352ª forneceram algumas vívidas imagens do que pareceu o Dia D para os soldados de infantaria alemã. às 08h30m ele havia pensando que a batalha estava ganha, mas os americanos continuavam a desembarcar. À sua esquerda e à sua direita, grupo de combate e pelotões americanos haviam contornado o WN 62 (Ninho de Resistência), e em seguida atacado da retaguarda, “tornado necessário que nos defendêssemos do ataque por trás”. Ao meio-dia, ele tinha meia ração de pão e uma lata de leite, mas não vieram reforços ou suprimentos. Um mensageiro enviado para buscar ajudar nunca mais foi visto. Os americanos pressionavam e “nossa resistência se tornava mais fraca”.
Franz teve a mão esquerda perfurada por uma bala. O médico que envolveu em ataduras sorriu e disse que parecia um bom Heimatscuss (ferimento de um milhão de doláres). As tropas americanas penetraram na rede de trincheiras e de repente estavam a apenas vinte metros de distância.
Franz agarrou o fuzil e correu na direção de Colleville. Nas proximidades ele se juntou ao comandante de sua companhia e aos pouco sobreviventes do NR 62. Os americanos já estavam na aldeia.
Dos vinte homens do NR 62, apenas três escaparam ilesos, e foram feito prisioneiros. Gockel concluiu: “Nenhum de meus camaradas, que conseguiram sobreviver à invasão continuou a acreditar na vitória.”
…Mais Em Brave.
Muito bem. Vamos! – A Ordem do Dia D – Especial – Parte II
Eisenhower acordou às três e meia, em 05 de junho. O vento estava sacudindo o seu trailer. A chuva parecia estar caindo em faixas horizontais. De acordo com Stangg (oficial de Meteorologia), a chuva teria diminuído. Ele se vestiu e se dirigiu sombriamente através de uma milha de lama a Southwick House para a última reunião sobre a meteorologia. Ainda não era tarde demais para adiar a operação, fazer a frota voltar a um porto seguro e tentar de novo dia 19 junho – e se a tempestade continuasse, era o que teria de ser feito.
No refeitório, o café fumegante ajudou a sacudir o humor sombrio e o sentimento de insegurança, mas como relembrou Eisenhower: “O tempo era terrível. Southwick House sofria tremores. Oh, estava realmente desabando uma tempestade”.
Stagg entrou e, para deleite de Eisenhower, “trazia um ar risonho no rosto. Ele não era de rir muito, mas certamente um bom homem ”. E disse: “Bem, vou lhes dar uma boa notícia”.
Estava agora mais certo do que estivera cinco horas antes, de que a tempestade abrandaria antes do alvorecer. Mas também havia a má notícia: só existia a probabilidade de tempo bom na terça-feira; a quarta-feira poderia ser chuvosa novamente. Isso suscitava o perigo de que as primeiras levas desembarcariam mas não as unidades de acompanhamento.
Eisenhower pediu opiniões, voltando a perambular, projetando o queixo, como era seu hábito. Montgomery ainda queria arriscar, como também Smith. Ramsey estava preocupado com a pontaria apropriada para o fogo de artilharia naval, achava que o risco valia a pena. Tedder relutava. Leigh-Marllory ainda achava que as condições atmosféricas estavam abaixo do mínimo aceitável.
Os navios estavam avançando no Canal. Se tivessem que chamados de volta, a decisão tinha de ser tomada naquele momento. O comandante-supremo era o único homem que podia fazê-lo.
Ele voltou a vaguear pelo recinto. Alguns dos que ali estavam acharam que ele ficou andando por uns cinco minutos. Eisenhower achava que foram apenas quarenta e cinco segundos: “tenho certeza que não foram cinco minutos”, disse ele posteriormente. “Cinco minutos, em tais condições, pareciam um ano”. Ele reconsiderou na sua mente as alternativas. Se Stagg estivesse errado, na melhor das hipóteses a AEF estaria desembarcando homens enjoados sem cobertura aérea ou um bombardeio naval eficaz. Mas adiar de novo seria torturante e perigoso. Os homens haviam sido instruídos, não podiam ser mantidos em seus navios-transporte ou embarcações de desembarque por duas semanas; o risco de que os alemães penetrassem o segredo da Overlord era muito alto.
Caracteristicamente, a preocupação de Eisenhower era com os homens. “Não esqueça”, disse ele em uma entrevista vinte anos depois, “umas centenas de milhares de homens estavam aqui em torno de Portsmouth e muitos deles já tinham sido embarcados já há algum tempo, particularmente aqueles que iam realizar o assalto inicial. Aquelas pessoas preparadas para lutar estavam engaiolados, eia a verdade. Você não poderia dizer outra coisa. Estavam confinados, amontoados, e todo mundo se sentia infeliz.”
Eisenhower continuou: “Deus sabe, aqueles homens significavam um boca para mim. Mas estava são as decisões invitáveis quando se está numa guerra. Você diz para si mesmo: vou fazer alguma coisa para benefício do meu país pelo mínimo custo. Você não pode dizer sem qualquer custo. Você sabe que vai perder alguns dos homens, e é muito, muito difícil.”
Ele parou de andar, encarou seus subordinados, e então disse tranquila, mas claramente: “Muito bem. Vamos!”
E novamente soaram vivas em Southwick House. Então os comandantes se precipitaram de suas cadeiras e correram para os seus postos de comando. Dentro de trinta segundos o refeitório estava vazio, a não ser pela presença de Eisenhower. Seu isolamento era simbólico, pois, tendo emitido a ordem, agora se achava impotente. Como ele mesmo declarou: “Essa é a hora mais terrível para um comandante. Ele fez tudo o que podia, planejou tudo, procurou prever o máximo. Não há mais nada que possa fazer.”
- Observem o Fuzil M1 com a proteção de uma plástico
Propaganda Nazista na França e Bélgica
Dois dias após da entrada das tropas Alemã em Paris a infantaria do Exército da Alemanha realiza o Desfile da Vitória saudada pelo General Kurt Von Briesen comandante do 30ª Divisão de Infantaria
– Kurt Von Briesen foi morto as 12h30m do dia 20 novembro de 1941 à oeste da cidade Kharkov, em uma ataque aéreo soviético. Foto de Desfile de Autor Desconhecido – junho 1940.
A Campanha do Oeste, 10 de maio – 20 junho, 1940 – O esforço das agências de propaganda Alemã – Na área de Dinant (Bélgica), os repórteres da 4ª Companhia de Propaganda da Força Aérea Alemã
A recepção em Luxemburgo e a aproximação com o povo
Elementos da 4ª Divisão Panzer na Batalha de Gembloux (entre Namur e Bruxelas)
Comandante de Tanque da 4ª Divisão Panzer em Gembloux
Veículo de propaganda da 4ª Companhia da Luftwaffe
Um breve descanso nas patrulhas que foram seguidas a invasão francesa, soldados da propaganda alemã
O Capitão Hans Von Pebal abordo de uma avião Hs-126
Repórter da Companhia de Propaganda Alemã escreve reportagem em frente a edifício nas proximidades de Paris.
Durante a Campanha da França, as atividades do 76º Esquadrão de Bombardeios da Luftwaffe, um repórter com rádio instalando um gravador com fita que lhe permitira salvar a missão de bombardeio.
Em terra a equipe de apoio ouve a transmissão de rádio
Em Bruxelas, um caminhão de transmissões de propaganda alemã anuncia a rendição das forças belgas
Caminhão de transmissão anuncia o discurso do Marechal Petain anunciando o armistício e a declaração de guerra contra os Aliados
idem da anterior
O anúncio em Bruxelas também foi propagando também nos jornais
Em frente ao diário local “Nação Belga” jornalistas alemães e a população de Bruxelas lêem a Rendição das Forças Alemãs Belgas.
Prisão francesa onde existiam áreas reservadas as povos das colônias
Presos e feridos na Campanha Belga
Tropas de Ciclistas da Alemanha
Soldado alemão morto em combate
Soldado Frances se recupera em Hospital de Campanha Alemão
Pilotos franceses em entrevista para repórteres alemãos
Escritórios foram requisitados pela Alemanha para criação de escritórios específicos para a propagada Nazista.
22 de junho 1940 assinatura do armistício em Rethondes, participaram do encontro do lado Frances os Generais Charles Huntziger, Jean Bergeret e o embaixador de assuntos estrangeiros Leon Noel.
O Carro foi enviado para Berlim, onde a propaganda nazista realizou um desfile e depois, por ordem do próprio Hitler foi destruído.





































































