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A Guerra do Açúcar – As Invasões Holandesas no Brasil
Leitura sempre foi algo muito atraente pra mim. Ler faz toda a diferença. Mas não adianta ler o que nada acrescenta. Leia aquilo que transborda de conhecimento. Com a tecnologia ao alcance de um teclado, ficou mais fácil ler, mas a leitura é feito comida, que pode ser nutritiva e fazer bem ao corpo ou pode servir apenas para engordar.
Sou da velha guarda! Gosto do livro físico! Não me mande um PDF, me mande um bom livro. Tenho orgulho da minha biblioteca! Leve-me as roupas do corpo, mas deixe meus livros em paz!
Por isso considero a indicação de um bom livro algo muito valioso. Sabe aquela informação privilegiada que pode enriquecer ou empobrecer um indivíduo? É mais ou menos isso quando se indica uma obra de qualidade.
Hoje é seu dia de SORTE! Irei passar a tal informação privilegiada!
Uma postagem sobre uma obra riquíssima, em termos históricos e literários. A Guerra do Açúcar – As Invasões Holandesas no Brasil, do Professor Carlos Daroz , um especialista em História Militar e um dos mais importantes pesquisadores do período holandês no Brasil. Trata-se de uma daquelas obras que é obrigatória a leitura para entendimento da formação do nosso País. Por isso, a indicação do livro é tão precisa. A guerra do Açúcar é muito mais do que uma narrativa de batalhas, trata-se de uma reflexão sobre um período histórico.
Saiba usar com sabedoria a dica! Se conselho fosse bom não se dava! Mas…
SINOPSE
Durante trinta anos, no curso do século XVII, uma grande parte do Nordeste brasileiro era holandês. Em busca de um produto extremamente valioso na Europa – o açúcar – a Companhia das Índias Ocidentais holandesa realizou duas tentativas de instalar uma colônia no Brasil, dando origem a um intenso e custoso conflito.
A partir de fontes historiográficas brasileiras e europeias, A Guerra do Açúcar conta a história desse conflito que colocou a Companhia das Índias Ocidentais contra Portugal, Espanha e nativos do Brasil.
Uma história de homens rudes, soldados e insurretos, mercenários e piratas, índios e negros; de um povo que se recusou a ser dominado por uma cultura estranha e hostil. Uma história de lutas e sacrifícios, mas, sobretudo, de esperança em um destino mais promissor.
ESTRUTURA DO LIVRO
Prefácio – General Aureliano Pinto de Moura, presidente do IGHMB
Apresentação
Capítulo 1 – Um projeto ousado
Capítulo 2 – A fala de Deus – A arte da guerra no século XVII
Capítulo 3 – As forças coloniais portuguesas no Brasil
Capítulo 4 – As forças da Companhia das Índias Ocidentais
Capítulo 5 – Os holandeses invadem a Bahia
Capítulo 6 – O “terror dos mares” – Período entre as invasões
Capítulo 7 – Os holandeses conquistam o Nordeste
Capítulo 8 – O Conde expande a conquista
Capítulo 9 – A Guerra da Liberdade Divina
Capítulo 10 – Negociando o Brasil
Capítulo 11 – O Legado
Bibliografia
Notas
SOBRE O AUTOR
Carlos Roberto Carvalho Daróz é oficial de Artilharia do Exército Brasileiro, historiador militar, professor e pesquisador. Nascido no Rio de Janeiro, obteve seu bacharelado em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras e diplomou-se Mestre em Operações Militares na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais. Paralelamente a vida militar, desenvolveu sua carreira acadêmica. Com licenciatura em História pela Universidade Salgado de Oliveira, especializou-se em História Militar pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e pelo Instituto de Geografia e História Militar do Brasil. Atua como professor do Colégio Militar do Recife e do curso de pós-graduação em História Militar, da Universidade do Sul de Santa Catarina. É membro do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil e pesquisador-associado do Centro de Estudos e Pesquisa em História Militar, da Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército Brasileiro.
Historiador militar da nova geração, possui dezenas de artigos e trabalhos de História Militar, publicados na Revista do Exército Brasileiro, A Defesa Nacional, Revista da Universidade da Força Aérea, Revista Militar (Portugal) e outros periódicos especializados. É palestrante frequente de temas relacionados à História Militar, tanto no meio militar, quanto na academia.
E autor do livro Um céu cinzento: a história da aviação na Revolução de 1932, eu conta a história do emprego do Poder Aéreo na Revolução Constitucionalista.
A Guerra do Açúcar:
As invasões holandesas no Brasil
Autor: Carlos Roberto Carvalho Daróz
Editora: Editora Universitária da UFPE
ISBN: 978-85-415-0518-5
Gênero: História Militar
Prefácio do General Aureliano Pinto de Moura, presidente do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil
445 páginas
65 imagens
5 tabelas
Preço: R$ 50,00 (mais frete de R$ 8,00)
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Solicite seu livro pelo e-mail aguerradoacucar@yahoo.com.br
A Alemanha e a Invasão da União Soviética – Entendimento
O processo de invasão da União Soviética estava na mente de Hitler desde a sua formação ideológica total. Era um projeto de poder. E todos sabiam do antagonismo dos regimes alemães e soviéticos. Por isso o pacto de não agressão Molotov-Ribbentrop, assinado à surdina de 23 de agosto de 1939, causou tanta estranheza as nações ocidentais. Todos foram pegos de surpresa com a declaração da assinatura do pacto. O resultado imediato permitiu uma invasão à Polônia coordenada com as forças soviéticas, ao ponto de terem estabelecidos todas as áreas de influências antes mesmo que qualquer tiro fosse disparado. Até hoje os defensores do regime comunista não acreditam que a figura de Stálin se alinhou com Hitler e caminharam juntos com os mesmos objetivos de 1939 a 1949. Argumentam que é uma mentira reconhecida dos capitalistas para denigrir a imagem de Joseph Stálin ou uma maravilhosa estratégia do líder soviético para ganhar tempo e se preparar para uma guerra inevitável. Duas argumentações, diga-se de passagem, falhas e sem cabimento. Primeiro é necessário entender que não há qualquer dúvida que o Pacto delimitava as condições de avanço alemão e previa as condições depois da capitulação polaca. Não há qualquer argumentação histórica séria que vá de encontro às condições a este cenário. Com relação à visão de que Stálin se preparava para uma guerra com a Alemanha, isso é uma argumentação extremamente difícil de ser defendida. A invasão da União Soviética ocorreu com um avanço territorial significativo durante as primeiras semanas de campanha, com pouca ou nenhuma resistência. O próprio Stálin já esperava uma invasão a Rússia, inclusive com um plano de abandonar a capital russa e realizar a transferência das fábricas bélicas para os Montes Urais. Hitler opta por avançar em direção ao Cáucaso, a revelia do pensamento de militares expoentes como Guderian e von Rundstedt que acreditavam na conquista da capital. No sentido geral, não argumentosque possam embasar que se tratava de uma estratégica stalinista, estava mais para uma guerra desesperada pela sobrevivência. E a guerra não foi ganha pelas estratégias russa, quando estavam defendendo seu território, mas pela tenacidade de seus jovens soldados.
Segue galeria da invasão alemã a território russo.
