Archive
Hitler – 1939: 50 anos o Auge de Sua Vida
Em 20 de abril de 1939, Adolf Hitler comemorou 50 anos, ou melhor, a Alemanha comemorou os 50 anos de seu Fürher. E tinha o que comemorar. Observando do ponto de vista do passado recente, exatamente as décadas de 20 e 30, o povo alemão recuperou toda a autoestima destruída desde o fim da Grande Guerra e a assinatura do Tratado que humilhou a Alemanha.
Mesmo não ganhando nenhuma eleição e assumindo a Chancelaria do Reich através de acordo políticos, tornou-se o líder que unificou os ideais de recuperação nacional depois da morte do Presidente Hindenburg. Desde então, Hitler abandonou qualquer tipo de política de aproximação com as nações ocidentais, implementando, mesmo que de forma velada, uma economia de guerra. A Alemanha estava ressurgindo como potência econômica e militar.
Em 1939 o mundo já se preparava para o pior. O ensaio da Guerra Civil Espanhola tinha contado com o apoio de tropas e da Força Aérea germânica; as Conferências de Paz não mais estavam dando resultado, Neville Chamberlain e outros líderes mundiais, não nutriam mais esperanças nas promessas vazias de Hitler, contudo não realizam qualquer ação concreta quanto às pretensões territoriais de anexação das nações vizinhas pelo governo nazista e sua política expansionista, o chamado “espaço vital”. O Mundo caminhava a passos largos para uma inconsequente, duradoura e custosa guerra. A máxima usada pela impressa ocidental quando no término da Primeira Guerra, parecia soar como uma Utopia desvairada: “Uma Guerra para acabar com todas as Guerras”, isso nunca se tornou realidade, nem mesmo depois da Segunda Guerra.
O Sangue do Verão de 1941
A União Soviética não espera ser invadida pela Alemanha de Hitler, ou melhor, Stálin não esperava ser golpeado pelas costas depois de assinado um pacto de não-agressão, e de ter firmando acordos comerciais, sem falar a infame divisão polonesa. Era algo impraticável para o georgiano bigodudo, após tantas discussões e acordos, que a Velha Raposa Nazista colocasse em prática todo o ódio ao bolchevismo tão bem expresso em sua obra literária.
Mas no final quem pagou pelo preço inicial e final, exatamente nessa ordem, foram os povos soviético e alemão. O primeiro viu seus filhos morrendo sem qualquer resistência eficaz de um Exército Vermelho destituído de qualquer poder combativo até 1942; o segundo lutou bravamente enquanto teve apoio logístico e não ficou a mercê dos delírios estratégicos do senhor Adolf, e se sustentou até ser engolido pela dimensão do território soviético. Resultado? Milhões e Milhões de mortos, sangue derramado! Sangue de bravos povos!















































































