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7ª Companhia de Comunicações – Unidade Tradicional do Exército Brasileiro
Com a chegada em definitivo da guerra para o Atlântico Sul, em especial no momento em que o Brasil corta as relações diplomáticas com a Alemanha, e o consequente afundamento de navios mercantes brasileiros que passam a ser alvo de submarinos do Eixo. O então Comandante da 7ª Região Militar, o General de Divisão Mascarenhas de Morais inicia uma série de mudanças nas tropas do Nordeste brasileiro, tais como patrulhamento do litoral e transferências de Unidades Militares para a região com o objetivo de melhorar as defesas do litoral.
Por isso Pernambuco possui algumas Unidades Militares que foram criadas ou transferidas nesse período. Uma dessas Unidades Militares é a atual 7ª Companhia de Comunicações que é comandada pelo Major Marcelo Santos Gonçalves.
A Unidade comemorou no dia de hoje 71 anos de existência; mais de sete décadas de história e envolvimento com os principais acontecimentos do Estado de Pernambuco desde o final da primeira metade do século passado. A 7ª CiaCom participou dos grandes eventos, tais como o envio de efetivos para a Segunda Guerra Mundial, participação nos eventos de 31 de março de 1964, calamidades públicas, como as grandes enchentes da década de 70 e participou das Missões de Paz UNAVEM III (Angola) e MINUSTAH (Haiti).
Por toda essa força operacional e peso histórico a 7ª Companhia de Comunicações possui uma intima ligação com a História recente do Pernambuco. E isso é o mais importante elemento que hoje figura na briosa companhia, o orgulho e zelo pela preservação dessa história. Não por acaso, observa-se entre os integrantes da Unidade, e no próprio aquartelamento, o cuidado na preservação de sua história.
Orgulha-nos como cidadão brasileiro e como historiador observar em outros brasileiros o apego com o passado de seu povo, representado aqui por uma Unidade Militar participativa da História do Brasil.

Major Marcelo entrega Diploma de Amigo para o Vice-Presidente da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileiro – Regional Pernambuco Sr. Rigoberto Souza Júnior
- Pátio de Formatura
- Apresentação da Tropa
- Solenidade contou com a presença do General Lima Neto comandante da 10ª Brigada de Infantaria Motorizada e integrantes da ANVFEB-PE
- Major Marcelo entrega Diploma de Amigo para o Vice-Presidente da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileiro – Regional Pernambuco Sr. Rigoberto Souza Júnior
- Desfile de antigos integrantes da 7ªCiaCom
- Sala com fotos histórica, em especial quadro com os integrantes da Companhia que lutaram no Teatro de Operações da Itália entre os anos de 1944 e 1945
Indicação de um bom BLOG!
Caros amigos!
Já que nosso espaço é muito frequentado e com um público eclético. Estamos indicando o excelente BLOG do Professor Armindo Ferreira. Um pianista muito talentoso de Pernambuco que expõe seu trabalho agora na Grande Rede. Professor Armindo além de sua formação musical também é Professor de Letras, portanto quem acompanhar terá um espaço cultural de excelente qualidade.
Ao Professor Armindo nossas boas vindas ao mundo dos BLOGs e todo sucesso!
Divulguem o espaço!
http://armindomusica.wordpress.com/
A Alemanha e a Campanha na Itália.
Em 1943 a Alemanha tinha perdido parte do seu poder combativo com todos os Fronts abertos. Eles lutavam concomitantemente na Itália e União Soviética, além de possuírem tropas de ocupação na França, Países Baixos e em várias outras repúblicas da Europa, em muitos casos lutando violentamente contra os movimentos de Resistências desses países. Hitler que criticara em seu livro os dois fronts abertos pelo Kaiser, agora lutava em muitos mais.
Um dos inúmeros questionamentos que se faz sobre as atitudes de Hitler era a insistência e esforço do Fürher em manter o Dulce do poder na Itália. Seria muito mais viável para a Alemanha abrir mão de parte dos territórios italianos e a manutenção de uma linha de defesa que protegesse a fronteira alemã. Mas o Líder nazista preferiu dedicar esforços para manter todo o território da Itália, mesmo quando Mussoline não tinha qualquer condição de liderar o seu país.
A Itália nunca valera o esforço de mantê-la. Não justificava o desperdício de material e vidas humanas que lutaram valentemente desde a queda de Messina até o avanço sobre o Vale do Pó. Essas e outras atitudes de Hitler são questionáveis e fazem parte da mística sobre as suas ações durante a Segunda Guerra Mundial.






















































