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Panzerabwehr – Arma Anti-Tanque, Simples e Eficiente.

Com o avanço dos Vermelhos sobre as tropas alemães e Wermarcht passou a adotar uma eficiente arma contra os terríveis blindados dos soviéticos. O Panzerabwehr, um tipo de bazuca alemã, passou a ser armamento obrigatório para sua infantaria e permaneceu assim até a queda final de Berlim em maio de 1945. Seu funcionamento ridiculamente simples permitia a utilização de qualquer um, inclusive sendo utilizado por crianças durante a Batalha pela capital alemã.

Tanques: A Ponta de Lança da Alemanha na Segunda Guerra

Durante a Grande Guerra os Tanques de Guerra eram grotescos e bizarros, com pouca mobilidade e nada confiável. Mas durante o período entre guerras, com avanço da tecnologia bélica, os tanques de combates passam a ser a ponta de lança de uma nova doutrina de guerra que tomava forma. Nenhum Exército poderia ignorar isso, pelo menos não deveria.

Através de alemães como Von Seeckt e Guderian que iniciaram a introdução e a doutrina de utilização de Tanques em conjunto com a infantaria, a Alemanha assombrou os especialistas militares à época. Enquanto a França importava cavalos e se vangloriava de ter os melhores “Pombos-Correios” da Europa, a Cavalaria Mecanizada tomava forma e se estabelecia como principal arma bélica das conquistas da Alemanha no início da Segunda Guerra Mundial.

 Segue a galeria de Tanques que lutaram nos diversos Fronts da Segunda Guerra Mundial, dos mais conhecidos aos mais estranhos.

Cão Pastor Alemão: O Mais Empregado da Segunda Guerra

Propagandeados como mensageiros, batedores e carregadores, serviram ao exército alemão na Primeira Guerra Mundial, chamando a atenção dos exércitos inimigos, que levaram alguns exemplares consigo ao fim da guerra.

Apesar do nome esse valente cão atuou em todos os exércitos da Segunda Guerra Mundial e em diversas missões, desde arma antitanque até soldado da Polícia do Exército. Essa raça proveniente do noroeste da Alemanha é também conhecida como lobo-da-alsácia.

Fontes:

pt.wikipedia.org/wiki/Pastor-alem%C3%A3o

http://www.dogtimes.com.br

10º Esquadrão de Cavalaria Mecanizada – O Esquadrão Forte das Cinco Pontas

Estamos a partir dessa data, realizando publicações especiais sobre as Unidades Militares do Exército Brasileiro e suas designações históricas, nosso objetivo é exaltar e divulgar uma prática bem comum do nosso Exército e que não é do conhecimento público, que é a designação histórica das Unidades Militares. Assim fornecer subsídios para que as pessoas possam conhecer um pouco mais de sua própria história; a história de seu país.

Iniciamos nossa homenagem ao 10º Esquadrão de Cavalaria Motorizada, comandado pelo Major André Augusto de Menezes, um oficial zeloso pela História do Brasil, inclusive com proposta para realizar um Monumento em Homenagem a Força Expedicionária Brasileira. Também não poderia deixar de citar o Capitão Landgraf que está realizando uma pesquisa sobre a atuação do 1º Esquadrão de Reconhecimento da FEB, comandado pelo então Capitão Plínio Pitaluga.

Uma Unidade que carrega o peso histórico “Fonte das Cinco Pontas” não poderia está melhor servida.

HISTÓRICO DO 10º ESQUADRÃO DE CAVALARIA MECANIZADA 

O ESQUADRÃO FORTE DAS CINCO PONTAS

Foi criado em 24 de Dezembro de 1947, por Portaria do Exmo Sr. Ministro da Guerra sob a denominação de 7º Esquadrão de Reconhecimento Mecanizado, nasceu a unidade pioneira da ARMA DE CAVALARIA do Norte e Nordeste da Brasil.

 A 10 de março de 1948 passou a ter autonomia administrativa e a 1º de Abril de 1948 começaram os trabalhos de mudança para o tradicional FORTE DAS CINCO PONTAS no Bairro São José na nossa cidade.

Em 21 de Novembro de 1973, denomina-se 7º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado e a 7 de julho de 1976 foi mais uma vez transferido , desta feita, para a nova sede localizada na BR-232, Km 10, Bairro do Curado, Recife-PE. A 1º de Janeiro de 1979, de acordo com a Portaria Ministerial nº 37 Reservada, de 28 de julho de 1978, passou a denominar-se 10º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado.

Em reconhecimento ao suor e sangue derramados por nossos patrícios no limiar da nossa nacionalidade e a ligação entre esta Organização Militar e local desse evento, o 10º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado recebeu a denominação de ESQUADRÃO FORTE DAS CINCO PONTAS , de acordo com a Port Min nº 686, de 14 de dezembro de 1994.

HISTÓRIA DO FORTE DAS CINCO PONTAS

O Forte de São Tiago das Cinco Pontas situa-se no atual bairro de São José, próximo à antiga Estação Rodoviária de Santa Rita. É a última construção holandesa no Recife e um dos monumentos mais representativos da arquitetura colonial. Foi edificado pelos flamengos, no ano de 1630, por determinação do Príncipe de Orange – Frederik Hedrik -, tendo como seu idealizador o comandante Teodoro Weerdemburgh. Chamou-se, primeiramente, de Forte Frederico Henrique.

Construída em taipa sobre um solo alto, e dominando, por completo, o porto do Recife, a fortaleza possuía como padroeira Nossa Senhora da Assunção. Ficava em uma área próxima às cacimbas de água potável de Ambrósio Machado, um abastado senhor de engenho na ilha de Antônio Vaz. Em decorrência de sua proximidade com tais cacimbas, também foi denominada de Forte das Cacimbas de Ambrósio Machado e de Forte das Cacimbas das Cinco Pontas.

Os objetivos mais relevantes daquela fortaleza eram os de garantir à população o suprimento de água potável, mediante a proteção das cacimbas (ponto vital para o abastecimento d’água do Recife), e impedir que os navios inimigos circulassem pelas águas do rio Capibaribe, e chegassem até a Barreta dos Afogados (através de uma passagem existente nos arrecifes), podendo se evadir, a partir daí, com os barcos carregados de açucar.

Com a vinda do Conde João Maurício de Nassau-Siegen para o Recife, os holandeses iniciaram a construção de um canal de trinta metros de largura, partindo do Forte Frederico Henrique e se estendendo até o local onde se encontra, hoje, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Em 1637, por sua vez, as muralhas e a profundidade do fosso da fortaleza foram reformados.

No século XVII, ela é destruída por João Fernandes Vieira e ocupada por tropas luso-brasileiras, sob o comando de André Vidal de Negreiros e do general Francisco Barreto de Menezes. A capitulação dos holandeses ocorre na campina do Taborda, perto do atual Cabanga Iate Clube. Quando o Forte foi rendido, em 1654, havia os seguintes elementos em seu inventário oficial: 17 canhões de calibre 2 a 24, dois alfanges de cortar cabeça e vários outros apetrechos bélicos.

A esse respeito, existe hoje, na entrada do Forte, uma placa que registra a rendição holandesa:

Próximo a este forte das Cinco Pontas, um dos últimos baluartes flamengos, na chamada campina do Taborda, existiu a porta sul de Mauricéia, onde o mestre de campo general Francisco Barreto, chefe militar da campanha de libertação e restauração de Pernambuco, recebeu a 28.1.1654, na qualidade de vencedor, as chaves da cidade, que lhe foram entregues pelo general Segismundo von Schkoppe, comandante das forças holandesas que, na ante-véspera se haviam rendido. Esta memória foi mandada colocar pelo Exército, no ensejo das comemorações do tricentenário da Restauração. 1654 – 1954.

Compreendendo a importância da fortaleza para a segurança e o controle da cidade, do ponto de vista estratégico, Fernandes Vieira ordena que a construção comece a ser restaurada em 1677. Dessa vez, os portugueses empregam um material mais resistente do que a taipa (que os flamengos utilizaram na construção primitiva), e as obras são concluídas em 1684.

Durante essa restauração, porém, um dos baluartes (ou pontas) do forte é suspenso, e o local fica reduzido a quatro pontas apenas (adquire a forma quadrangular), ao invés da pentagonal do início. De 1746, encontra-se preservada a seguinte descrição do Forte das Cinco Pontas: “um quadrado com quatro baluartes, com fossos e estrada coberta, e montava 8 peças de bronze de calibre 6 a 14, 8 de ferro de calibre 6 a 30, e 6 pedreiras de bronze de calibre 1 e 2; era comandado por um Capitão que recebia 16$000 de soldo por mês e mais 3 quartas de farinha, tinha um destacamento de fuzileiros e artilheiros, com um sargento e um condestável.”

Mas, continua a ser chamado, por todos, de Forte das Cinco Pontas (ouVijfhoek, em holandês), por ter a forma de uma estrela. A despeito da perda de um baluarte, o local termina ficando, mediante a nova configuração, com uma área total bem maior que a anterior. Cabe dizer ainda que, durante muitos anos, a fortaleza funcionou como uma prisão.

O último nome adquirido pelo forte, finalmente, é o de São Tiago das Cinco Pontas, pelo fato de haver, em seu interior, uma pequena capela dedicada a São Tiago Maior, um dos seus santos padroeiros.

Por volta do ano 1817, o local abriga, também, a sede do Quartel General Militar. Antigamente, o forte possuía uns subterrâneos que serviam de prisão, mas eles foram demolidos no ano de 1822, por ordem de Gervásio Pires Ferreira, que dirigia a Junta do Governo Provisório de Pernambuco. Tais subterrâneos, vale salientar, eram verdadeiros túmulos dos vivos. Um dos presos mais ilustres, em 1935, tratou-se do romancista Graciliano Ramos. Em Memórias do cárcere, seu famoso livro, Graciliano se refere à Estação de Cinco Pontas como sendo um quartel.

O Forte de São Tiago das Cinco Pontas possui um pátio interno, várias celas com grades pesadas, feitas em ferro, e um túnel oculto, planejado para os holandeses fugirem, caso sofressem uma invasão. As muralhas da construção, por outro lado, se apresentam recortadas nos pontos em que aparecem os antigos canhões de bronze. Pode-se apreciar um belo portão na entrada da fortaleza, todo feito em madeira de lei. As demais portas e janelas do forte foram confeccionadas com material idêntico.

Ao lado da fortaleza há um histórico paredão onde, no dia 13 de janeiro de 1825, foi morto o frade carmelita Joaquim do Amor Divino Caneca – o conhecido Frei Caneca. Tal paredão ficava junto à forca, onde deveria morrer o célebre mártir pernambucano.

No início do século XX, o Instituto Arqueológico e Geográfico de Pernambuco mandou colocar uma lápide em mármore, na parede onde Frei Caneca foi morto, contendo os seguintes dizeres:

ESTE LARGO FOI ESPINGARDEADO

JUNTO À FORCA, A 13 DE JANEIRO DE 1825

POR NÃO HAVER RÉO QUE SE PRESTASSE

A GARROTEÁ-LO O PATRIOTA

Homenagem do Instituto

Archeologico e Geogrraphico

2-7-1917 Pernambuco

FONTE: FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO

O Forte das Cinco Pontas atual

 

10º ESQUADRÃO DE CAVALARIA MECANIZADA

Major André Augusto com representantes da ANVFEB-PE

 

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Charges e Cartoons Políticos da Segunda Guerra – Parte 01

Vamos iniciar hoje uma nova série que considero uma das melhores já publicadas sobre o tema. A primeira é sobre os Cartuns e Charges Políticos da Segunda Guerra, essa arma de propaganda foi utilizada até o limite nos países envolvidos, desde a depreciação do inimigo até a venda de título de guerra. A segunda série é sobre os Quadrinhos de Heróis que surgiram durante o conflito e se perpetuou depois da guerra como agente de propaganda, principalmente americana.