Archive

Posts Tagged ‘recife antigo’

Recife de Antigamento no Facebook

Caros amigos,

 A partir de agora estaremos juntos com a Página do Facebook Recife de Antigamente.  Se trata de uma das melhores páginas sobre a História do Recife que temos o orgulho de acompanhar. Todos os tópicos relacionados com a História do Recife estarão presentes tanto no Facebook, quanto no BLOG. A parceria também divulgará eventos e palestras relacionadas a História do Recife. Nosso objetivo é manter viva a cultura histórica e seus valores de nossa amada Recife, lutando contra a estigma de um país sem memória.

 Curta a PÁGINA NO FACEBOOK: CURTA RECIFE DE ANTIGAMENTE

recife_antigamente

 

Recife e Seus Estrangeiros na Segunda Guerra Mundial

 Enquanto Natal recebia um contingente considerável de americanos, por ser uma impontante via aérea para os Aliados, Recife serviu de Base para 4ª Frota Naval, responsável pelas Operações Marítimas de defesa e escolta de comboios no Teatro de Operações do Atlântico Sul durante todo o decurso da guerra. O Governo de Agamenon Magalhães cedeu um edifício comercial, recém construído, para acomodar todo o QG da 4ª Frota Naval.

 Os pernambucanos viram chegar a sua, ainda provinciana capital, centenas de estrangeiros que estavam em trânsito ou estacionados em Recife. Eles participavam da vida social e eram incetivados a desfrutarem da hospitalidade pernambucana. Restaurantes importantes a época, como o Restaurante Leite, recebia marinheiros prontos a se alegrarem e a gasteram seus doláres na companhia das pernambucanas. Essa quantidade de dinheiro estrangeiro circulando, causou um inflacionamento de vários produtos e serviços, como por exemplo, os preços dos aluguéis aumentaram consideravelmente, principalmente em pensões próximos ao Porto do Recife. Outra curiosidade é que os bares e prostíbulos locais, tinham dois cardápios, um em inglês e outro em português, alguns mais refinados e exigentes não mais aceitavam “locais” como clientes, atendiam apenas a estrangeiros e só recebiam em moedas estrangeiras.

 A 4ª Frota permaneceu em atividade até 1946, quando foi desativada, e com isso, o comércio nos arredores do Porto do Recife entrou em declínio e por muitas décadas foi conhecido por ser o maior centro de prostituição do Estado, com alto índice de criminalidade. Na década de 90 foi reestruturada e recebeu incentivos para se transformar em um Polo de Tecnologia do país e receber várias empresas de tecnologia, formando o Porto Digital.

 Os impactos sociais e econômicos da presença dos estrageiros ainda deve ser objeto de estudo, pois Recife deixou de ter a influência francesa, para ser uma cidade que respirava a cultura americana, passando a se despedir com um BYE!

Recife Precisa de Respeito!

Sou recifense. Cresci e testemunhei as mudanças de minha cidade. Presenciei o quanto ela teima, quase que naturalmente, a se manter bela, mesmo com a insistência de alguns governantes em “modernizá-la”, ignorando seus contornos acolhedores. Recife é muito maior que as expressões culturais, ricas expressões, diga-se de passagem. Ela brilha não apenas no Carnaval. Ela brilha o ano inteiro. Cidade que tem em sua história a pluralidade de nomes, de Maurícia; dos mascates; dos arrecifes, são as provais irrefutáveis das transformações de nossa cidade. Apesar do tempo, nunca deixou de lado seu belo jeito de cidade elegante e acolhedora.

De certo, muitos irão pensar e refletir sobre seus problemas; de certo que eles existem. Mas qual o grande centro que não os tem?  O verdadeiro filho dessa Terra enxerga a cidade como se olhasse para a mulher amada, pois pensa que suas qualidades são o suficiente para fazê-lo esquecer de qualquer defeito. O coração sempre bate mais forte quando estamos olhando para ela.

Portanto, políticos e homens públicos, respeitem esta cidade!

Recife e a Segunda Guerra Mundial

Em 1939 Recife sediava o III Congresso Eucarístico Nacional, que seria inaugurado no local o Parque 13 de maio. Neste local foram levantadas apressadamente arquibancadas e todo local foi preparado para o evento. Peregrinos de todo o país e do mundo chegavam para um dos maiores eventos religiosos da Igreja Católica do mundo.

Os rumores de guerra já batiam às portas da cidade e isso ficou mais evidente quando a embarcação britânica Amanzora, que trouxe à cidade os participantes do congresso, foi chamada as pressas para retornar à Inglaterra. E de fato, durante a própria abertura do congresso os alto-falantes comunicavam aos pernambucanos e a todos os peregrinos, a invasão da Polônia pela Alemanha.  Recife ainda não sabia, mas ela seria uma das cidades mais impactadas com o alvorecer dessa nova ordem mundial.

Ainda em 1941, os EUA iniciou a política de envio de observadores navais para vários portos brasileiros. O primeiro a chegar foi o capitão aposentado da USNavy WA Hodgman. Ele chegou ao Recife em 26 de fevereiro, sob as ordens do Escritório de Inteligência Naval. O observador foi instalado inicialmente em um escritório no consulado americano e posteriormente no terceiro andar do prédio do Banco de Londres, na Rua do Bom Jesus, próximo ao Porto do Recife, com isso ele poderia acompanhar as atividades portuárias.

Recife era a terceira cidade do Brasil, com uma população estimada à época de 400 mil pessoas.  O porto, apesar do quebra-mar, era pequeno e estreito e necessitava de atracadores e rebocadores para atracar e desatracar. Armazéns estavam disponíveis com todo o tipo de loja. Instalações de abastecimento eram excelentes.

Com a declaração de guerra contra as potências do Eixo, e a cessão de bases no litoral brasileiro combinada com as operações de defesa do atlântico sul, Recife passa a ser uma cidade estratégica para as pretensões americanas, e com o apoio do então interventor do Estado Agamenon Magalhães, Recife terá a Sede da Quarta Frota Naval e será a base das operações marítimas com raio de atuação do Canal do Panamá até o extremo sul das Américas, além de um campo de pouso construído pelos americanos e chamado de Ibura Field, que atualmente é o Aeroporto Internacional dos Guararapes. O governo do Estado fez enormes esforços para disponibilizar toda a infraestrutura para a acomodação da Quarta Frota. Foi disponibilizado um prédio inteiro para o Quartel-General além de outros prédios auxiliares no centro do Recife e alguns quilômetros de distância do Porto. Além disso, em conjunto com os Estado Unidos, foram construídos Hospitais de Campanha para serem utilizados como apoio de feridos no front africano, centros de treinamento de tropas, estruturação de defesas antiaéreas em toda a costa, alocação de unidades militares para atender a possível defesa em caso de invasão, também foi criado um centro de comunicação Aliada que tinha como principal objetivo estabelecer uma comunicação direta com a África, chamada Rádio Pina, que foi mantida em atividade pela Marinha Brasileira até 1992.

Contudo as mudanças não foram meramente militares, houve um impacto profundo na sociedade pernambucana e, em especial em Recife. Primeiramente o impacto foi econômico, já que no auge de suas atividades a Quarta Frota mantinha cerca de 4000 homens no Estado, todos recebendo integralmente seus soldos e gastando, principalmente com os atrativos da vida nos trópicos. Passou a circular no mercado local dólares americanos, e isso impulsionou consideravelmente a comércio local e as atividades de apoio.

Outros aspectos interferiram na vida do recifense, que teve que passar por um racionamento de combustível e apresentou inflação de bens e serviços locais.

Segue abaixo alguns exemplos:

  • Atualmente o edifício que serviu de base para a Quarta Frota ainda está em funcionamento e é utilizado por alguns órgãos do governo do Estado, mas observa-se até os dias de hoje um grupo organizado de engraxates nas calçadas da av. Guararapes, e a origem do ofício nesse local remota na implantação do Quartel General da Quarta Frota, já que havia uma concentração de militares transitando nessa região com seus sapatos e coturnos, ou seja, uma demanda em potencial. Vários engraxates tinham ali sua fonte de renda. Passados décadas o local ainda é o melhor lugar da cidade para se lustrar os sapatos.
  • O Restaurante Leite é considerado o mais antigo do Recife e um dos mais requintados também. Já na década de 40 recebeu vários marinheiros e militares que, com seu soldo faziam a alegria dos garçons, já que as gorjetas eram em dólares.
  • O governo de Agamenon Magalhães cedeu outro edifício para a implantação do Grêmio Recreativo, onde aconteciam bailes dançantes, contudo esses bailes eram privados para os americanos e mulheres pernambucanas tinha acesso livre. Como não poderia, isso causava revolta entre os homens pernambucanos. Não foram os poucos os casos de brigas entre militares e os naturais da cidade.
  • Durante a guerra, o Porto do Recife foi um dos mais movimentados do país, e não por acaso, o bairro do Recife (uma ilha portuária),  tinha uma vida noturna agitada, oferecendo aos marinheiros todos os atrativos festivos das mulheres da noite. Com o fim da guerra a região entrou em declínio e passou por um período de abandono, sendo considerado por muitas décadas o baixo meretrício, o local era evitado pela maioria das pessoas. Há alguns anos, houve um esforço para recuperação do bairro do Recife e, atualmente, o bairro abriga um polo tecnológico e é uma das principais atrações turísticas do Estado.
  • Com o receio de bombardeios a cidade, foi instituída pelo governo um apagão em toda a região metropolitana do Recife; viaturas do exército realizavam rondas noturnas pela cidade para identificar moradores que desrespeitavam o apagão. Várias baterias antiaéreas foram estrategicamente posicionadas por toda a cidade na eminência de um ataque aéreo.
  • Helena Roosevelt, no período em que o presidente americano visitou Natal, participou em Recife da inauguração do Cassino Americano que permaneceu em funcionamento até a década de 90 do século passado.
  • O Encouraçado São Paulo ficou permanentemente estacionado no litoral pernambucano a fim de realizar a proteção marítima do Estado.
  • O 200º Hospital Estação foi construído e depois transformado no Hospital da Aeronáutica
  • O Ibura Field recebeu vários bombardeios B-52, B-29 e outras aeronaves de passagem para a Europa e a Itália, suas pistas ocupavam uma área maior do que atualmente ocupa o Aeroporto Internacional dos Guararapes, uma dessas pistas é atualmente a Rua Barão de Souza Leão, uma das principais vias de acesso entre Boa Viagem e o atual aeroporto.

O estilo de vida americano foi se enraizando na vida do povo do Recife, que passou a adotar o “OK” e a usar camisetas de manga curta no lugar dos ternos que eram tão tradicionais até os anos 30.

Observando tudo isso, o que mais impressiona é que apesar das evidências o povo de Pernambuco sabe muito pouco sobre esse choque de cultura causado por uma guerra que, aparentemente, parecia tão distante, e que proporcionou um intercâmbio que deixou marcas visíveis até hoje.

Algumas informações retiradas do Site: http://sixtant.net

Recife – Um Olhar Provinciano do Século XIX

 Recife sempre foi uma cidade que se destacou no cenário brasileiro,  seja pela sua cultura, seja pela sua economia. Por diversas épocas sempre estivemos na vanguarda das revoluções, das agitações políticas, dos avanços e também dos atrasos do nosso país. E apesar das intepéries da história, sempre tivemos um ar de cidade provinciana que mantivemos até o século passado, e que, infelizmente, os nossos governantes lutaram para caracterizar a cidade com o manto utópico da modernidade, e hoje, só podemos contemplar a vida das gerações passadas. Então, com esse objetivo, vamos mostrar abaixo fotos da cidade do Recife na segunda metade do século XIX, e refletirmos sobre as transformações de nossas cidades, já que Recife é apenas um exemplo, entre outras cidades brasileiras, da corrida por uma modernidade travestida de miséria e de desorganização social.

 Antigo Farol do Recife

Antigo Farol do Recife

 Farol da Barra do Recife, inaugurado a primeiro de fevereiro de 1822, demolido com as obras de prolongamento do porto.

A Mais Antiga Foto do Recife

A Mais Antiga Foto do Recife

A mais antiga foto conhecida do Recife.Tirada do alto do farol, vemos em primeiro plano parte do forte do Picão, à esquerda os veleiros fundeados e, à direita, a cidade.
 
Augusto Stahl c.1858

Augusto Stahl c.1858

 
Os arrecifes formam uma proteção natural ao porto da cidade do Recife.Na foto, tirada do alto do forte do Picão, vê-se navios fundeados no estuário,o cais da Lingueta, o prédio da Associação Comercial e, mais à direita, o arsenal da Marinha e a torre Malakoff.
Marc Ferrez 1875
Marc Ferrez 1875

Vista dos arrecifes e porto do Recife tirada do alto do farol da Barra. Em primeiro plano o forte do Picão, construído em 1614, chamado pelos holandeses de Castelo do Mar.Também denominado Farol da Lage e forte de S. Francisco da Barra. Demolido em 1910. Ao fundo veleiros fundeados no Mosqueiro, a torre de Malakoff, no arsenal da Marinha e a Lingueta.

Vista de uma parte da cidade do Pernambuco tirada do Recife.O cais do Trapiche,
a Lingueta e o prédio da Associação Comercial.

 Magnífica vista do casario do bairro do Recife. Vê-se o Hotel d’Europe, e o Grande Hotel de l’Univers, no cais do arsenal da Marinha.
 

Destaque para o estaleiro onde há um navio em construção e, ao fundo, a torre de Malakoff que servia de observatório e que é o único remanescente, hoje, do antigo arsenal.

Casario do bairro do Recife visto da torre Malakoff. Vemos as ruas da Guia e do Observatório, que desemboca no cais do Apolo. Em primeiro plano o largo dos Voluntários da Pátria, atual praça Artur Oscar. Ao longe a ponte Provisória onde hoje está a ponte Buarque de Macedo que leva  ao campo das Princesas, atual praça da República, e mais além, o cais da rua da Aurora e a Assembléia.

Antiga Ponte Sete de Setembro, atual Maurício de Nassau, o arco da Conceição, a Alfândega e a Igreja da Madre de Deus.

A rua da Cruz, uma das mais típicas do velho Recife, em 1870, rebatizada para rua do Bom Jesus. Ao fundo o chafariz da ‘Água da Encanação’, solenemente inaugurado em 1846.

Cais do Ramos ou do Colégio então rebatizado cais 22 de Novembro, vendo-se à esquerda o prédio e torre da igreja do Espírito Santo. Próximo a Ponte Velha do Recife.

GILBERTO FERREZ, foi viabilizada através da lei n° 7505, com
A edição, VELHAS FOTOGRAFIAS PERNAMBUCANAS, de

Recife – Sua História Contada em Fotos

Arco da Conceição

Arco da Conceição

 No local onde o Recife nasceu, justamente na cabeceira da Ponte construída pelo conde flamengo, e que recebera seu nome, Ponte Maurício de Nassau, existia o Arco da Conceição que era o Portão de Entrada da cidade, foi demolida 1913, por exigências do trânsito

Arco da Conceição

 O Arco da Conceição foi considerada por muitos anos o Portão de Entrada da cidade, já que ficava na Ilha do Recife e o acesso ao continente se daria pela Ponte Maurício de Nassau, uma outra alternativa até o final do século XIX de chegar, por exemplo, a Olinda era pegar um pequeno barco que transportava as pessoas da pequena faixa de terra que ligava a praia próxima ao Forte Brum com a vilarejo chamado de Santo Amaro das Salinas, atualmente essa região está os depósitos do Porto do Recife.

Arco da Conceição

Arco da Conceição

 Na cabeceira da ponte encontramos o seguinte texto: Na entrada desta ponte, a primeira feita no Brasil e levantada neste local por Maurício de Nassau, o fundador da cidade, existiu o arco da Conceição, com uma das portas que se fechava, edificada em 1645 e demolida em 1913, por exigência do trânsito.

 Leia novamente: “Exigência do Trânsito em 1913“, que coisa…

Arco de Santo Antônio

Arco de Santo Antônio

 Arco de Santo Antônio ficava na cabeceira oposta da Ponte Maurício de Nassau, ou seja, o viajante que chegasse ao Porto do Recife, passava primeiramente pelo Arco da Conceição e, do outro lado, pelo Arco de Santo Antônio, que diga-se de passagem, deu nome ao bairro de Santo Antônio, que também é uma ilha.

Porto do Recife

Porto do Recife

  A foto data de 1875 e é uma das primeiras fotografias do Recife. O porto do recife era onde a saúde econômica da província se sustentava, e muitas das revoltas e guerras iniciaram e terminaram aqui. Contudo onde a localização do porto como é conhecida hoje não é total, o porto se estendia até a margem oposta do Capibaribe, onde foi edificada no início do século XX uma ponte giratória, e os navios veleiros e embarcações à vela entravam até a embocadura do Rio Capibaribe, até e lá desembarcavam passageiros e cargas, onde hoje é as proximidades do Grande Hotel, atual Fórum Judiciário.

Extenção do Porto do Recife no Rio Capibaribe

Extenção do Porto do Recife no Rio Capibaribe

 Nessa foto é possível ver ao fundo o Grande Hotel, foi considerado no início do século o mais luxuoso hotel da cidade, o mesmo dispunha de cassinos e jogatinas, e era frenquentado pela Elite pernambucana. Entre as personalidades se hospedou está o então presidente francês Charlles De Gaulle, o presidente americano Eisenhower.

Capibaribe

Capibaribe

Vista do Porto no Rio Capibaribe

Torre Malakoff

Torre Malakoff

 A Torre de Malakoff foi batizada com o nome de uma das torres da fortaleza de Sebastopol, durante a guerra da Criméia (1853-1855), a torre construída pela província de Pernambuco para ser observatório astronômico, e assim foi inaugurado o primeiro da América latina. Observa-se nesse foto ao fundo os Arcos da Ponte Maurício de Nassau (Conceição e Santo Antônio).

Vista Aérea

Vista Aérea

 Vista Aérea da Ilha do Recife (Recife Antigo), e ao lado a Ilha de Santo Antônio.

Ponte Giratória

Ponte Giratória

 A ponte Giratória foi construída como parte de um plano de modernização da Ilha do Recife para se transformar em um polo de desenvolvimento regional. O projeto iniciou em 1918, e chegou a demolir 65% das construções do bairro  sob o governo de Dantas Barreto. A ponte foi inaugurada em 1922 e atualmente só há os pilares originais e serve de sustentação para a atual passagem.

Paço da Alfandêga

O Shopping Paço da Alfândega não era um shopping nem mesmo uma alfandêga quando foi construído, ele foi inaugurado em 1732 como um Convento Camerlita e no século XIX passou a ser alfândega.

Ponte Maxambomba

Ponte Maxambomba

 A ponte Maxambomba era uma ponte ferroviária que era usado por três de transporte de passageiros, esses passageiros pegavam o trem (chamada de Maxambomba), na rua do Sol, em frente ao atual prédio do MPPE com destino para a várzea. A ponte deu lugar a Ponte Duarte Coelho, do lado esquerdo da foto observa-se a igrejinha dos ingleses, onde atualmente encontra-se o cinema São Luiz, nessa época (início do século XX), ainda não existia a Av. Conde da Boa Vista, que era apenas a rua Conde da Boa Vista e sua extensão só chegava até onde atualmente é a faculdade Fafire.

Vamos postar outras história…