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Archive for junho, 2011

O Dia D no LEGO – Muito Legal!

Faz parte da natureza humana tentar reproduzir de algum forma grandes acontecimentos, na tentativa de concretizar o cenário imaginário que pouco presenciaram. Contudo algumas formas são inusitadas, como o LEGO. Tirem suas próprias conclusões:

 

 

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Omaha – Dia D – General Cota – O Comandante no Setor DOG WHITE

Lembram-se da cena de abertura de “O Resgate do Soldado Ryan”, onde o Capitão Miller assume a fuga da praia?

Isso realmente aconteceu…só que o Comandante em questão era o General de Brigada Norm Cota.

 

Na Segunda Guerra Mundial, o então coronel Cota esteve envolvido na invasão bem-sucedida do Norte Africano, a Operação Tocha. Em seguida, ele foi fundamental para o planejamento para a Operação Husky, a invasão aliada da Sicília. Promovido a General de Brigada, serviu como conselheiro dos Estados Unidos para as operações combinadas no Reino Unido observando e supervisionando os preparativos para a invasão à França, a Operação Overlord.

 Durante a fase de planejamento, Cota era inflexivelmente contra desembarques à luz do dia, acreditando que os desembarques noturnos teriam uma chance maior de sucesso. Assumindo sub-comando da 29ª Divisão de Infantaria, programado para desembarcar em Omaha Beach, Cota defendeu um ataque noturno, mas não convenceu. Apesar de seus protestos, e com o passar do tempo, o alto comando Aliado tinha pouca escolha.

 A maioria dos comandantes do Dia D assegurava aos seus homens que os alemães seriam aniquilados pelo bombardeamento dos Aliados no pré- ataque, e que os defensores estavam em desvantagem numérica, inexperientes e desmoralizados. Todas essas avaliações foram revoltantes e imprecisas. Na tarde de 05 de junho Cota deu uma das poucas estimativas precisas para os soldados da 29ª Divisão de Infantaria:

“… As poucas discrepâncias que a gente tentou corrigir (em treino anfíbio) vão ser ampliadas e vão dar lugar a incidentes que vocês podem, à primeira vista verem como caótica. Os bombardeios aéreos, navais e com o apoio de artilharia são tranquilizadores . Mas vocês estão indo encontrar a confusão e o caos. Os desembarques não estão acontecendo na programação esperada e os homens estão desembarcado no lugar errado. O inimigo de alguma forma tentará impedir a nossa conquista. Mas temos que  improvisar, sigam em frente, não podemos perder nossas cabeças. “

 Apesar de sua previsão original, até Cota subestimou a carnificina total que aguardava o V Corpo  (Divisões de Infantaria 29 e 1) na praia de Omaha na manhã de 6 de junho de 1944.

Sangue em Omaha

 Cota desembarcou com parte do Regimento de Infantaria 116 ª da 29ª Divisão, na segunda onda, aproximadamente uma hora após a hora-H, no setor conhecido como Omaha DOG- WHITE. Seu barco se aproximou sob fogo pesado de metralhadoras e morteiros, quando a rampa desceu três soldados foram mortos imediatamente.

 Cota foi um dos mais altos oficiais na praia naquele dia. Ele é famoso por comandar pessoalmente o ataque, motivando os soldados em estado de choque e sobreviventes para fixarem na ação, e abrir uma das saídas para os primeiros veículos saírem da praia. Duas citações famosas são atribuídas a ele:

O encontro com Max Schneider, comandante do 5º Batalhão Ranger, Cota perguntou: “Que roupa é essa?” Alguém gritou “5º Rangers!” Cota respondeu: “Bem, diabos, então, Rangers, liderem o caminho!”.

– Cota morreu em 1971 e está enterrado no Cemitério em West Point.

ESPECIAL – MUITOS POSTS

HOJE TEREMOS VÁRIAS PUBLICAÇÕES DE POSTS DURANTE TODO O DIA…FIQUEM LIGADOS  E DIVULGUEM!!

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Um Livro para se Ler e Refletir – Da Glória ao Esquecimento…

Um dos pontos negativos do nosso país, infelizmente, é o desleixo com o seu passado. Isso fica evidente quando se realiza uma breve pesquisa histórica e percebemos que os regimes políticos brasileiros do passado, de alguma forma, influenciaram diretamente no ensino da História no nosso país, e esse ensino, não necessariamente correspondia a um fato histórico real. Por exemplo, o quadro “O Grito do Ipiranga”, de Pedro Américo, pitando em 1888, foi uma representação não-histórica da Independência do Brasil, mas foi adotado como uma visão heróica e histórica da nossa separação com a nação lusa. Essa caricatura não aconteceu como retratada pelo pintor, muito embora muitos brasileiros até hoje acreditem exatamente naquela imagem.

 Seguindo essa linha, a Força Expedicionária Brasileira foi alvo de um ataque velado para o esquecimento, inicialmente pelo próprio Getúlio Vargas, que se esforçou para que o retorno dos soldados brasileiros não tivesse qualquer impacto político, por isso, deveria a FEB ser desarticulada e as atividades políticas e sociais de seus membros serem controlados pelo Estado. Um exemplo é o comandante da FEB, Marechal Mascarenhas de Morais que foi escolhido por Vargas, principalmente por não ter aspirações políticas, e após seu retorno, praticamente caiu no esquecimento. Os governos seguintes deram pouca ou quase nenhum importância para os homens que lutaram nos Teatro de Operações na Itália, e as associações de ex-combatentes nasceu com o objetivo simples: lutar pelo reconhecimento histórico, e, além disso, lutar para que as próximas gerações possam saber que seus antepassados participaram de uma guerra pela liberdade do mundo, sendo que muitos não retornaram, esse é um direito que nós, nossos filhos e neto temos!

 Os americanos sempre dizem que “Heróis são os soldados que não retornaram”, aqui no nosso país, há muito mais heróis, além dos que morreram em combate: heróis que retornaram e lutaram pelo seu reconhecimento histórico; gerações posteriores que também lutam para manter vivo na memória do nosso povo o sangue brasileiro derramado em solo estrangeiro.

 O autor do livro “Da Glória ao Esquecimento: os socorrenses na Segunda Guerra Mundial – resgatando a memória da cidade”, o historiador Derek Destito Vertino é uma dessas pessoas que luta hoje para que as próximas gerações possam conhecer o sacrifício de jovens brasileiros que lutaram ferozmente pela liberdade italiana.

 E o livro é a materialização desse grito de justiça histórica, e trás à luz uma reflexão não apenas do desleixo dos governantes para com seus bravos soldados, mas principalmente a falta de reconhecimento de todo o passado brasileiro.

 Congratulo o jovem historiador pela iniciativa e percebemos que há esperança quando vemos obras de exímia qualidade como “Da Glória ao Esquecimento: os socorrenses na Segunda Guerra Mundial – resgatando a memória da cidade”.

 A todos que acompanham o BLOG CHICO MIRANDA segue a recomendação para uma excelente leitura:

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Festa no lançamento e noite de autógrafos do livro de Derek

         O Palácio das Águias esteve em festa, na noite de sexta-feira, 15 de Abril, com o lançamento do livro “Da Glória ao Esquecimento: os socorrenses na Segunda Guerra Mundial – resgatando a memória da cidade”, escrito pelo historiador Derek Destito Vertino.

            Com a presença de dezenas de amigos, dos pais Clara e Cido, e parentes dos pracinhas socorrenses, a noite de autógrafos teve início com as palavras do autor, que fez uma rápida explicação dos motivos que o levaram a escrever o livro.

            O primeiro objetivo de sua pesquisa histórica, foi o de levantar um monumento aos heróis socorrenses, a exemplo do que existe em outras cidades da região. Esbarrou com uma série de dificuldades, entre elas a falta de dados, fotos e documentos da época, as quais perderam-se com a grande enchente de 1970. Da memória dos pracinhas, seus descendentes também não tinham muito a contar. Os jornais locais devem ter falado dessa epopéia dos socorrenses, também rodaram com as águas da enchente.

            “Como o monumento era uma incerteza, a curto prazo, há dois anos comecei a pesquisa sobre a participação do Brasil na II Guerra Mundial e, em especial, da participação dos socorrenses, para escrever o livro que resgata um pouquinho da História”, disse Derek que, agora, aguarda o cumprimento do compromisso da prefeita Marisa, em levantar o Monumento aos Pracinhas, conforme o acordo feito com ele e descendentes dos soldados.

            No vídeo que passou, em seguida, feito por alunos da Universidade Anhembi Morumbi, com depoimento de expedicionários que participaram a guerra, ficou bem clara a vontade da ditadura Vargas em colocar esse episódio no esquecimento. Depois da tomada de pontos estratégicos na Itália, com a rendição de soldados inimigos, a FEB – Força Expedicionária Brasileira, foi destituída e seus soldados dispensados, antes mesmo de voltarem ao Brasil.

            E mesmo recebidos com festas, em seus municípios, não receberam nenhuma ajuda governamental durante anos. Nossos pracinhas foram esquecidos, pois a ditadura de Getúlio Vargas, não interessava ressaltar feitos heróicos realizados em nome da democracia.

            Após a apresentação do vídeo, as viúvas dos veteranos receberam botões de rosas. A filha de Thomas Marcelino Borim, Neusenice, ficou muito emocionada ao agradecer, em nome dos demais parentes, pelo trabalho desenvolvido por Derek, em seu livro:

“Meu pai sempre dizia não entender o porquê desse esquecimento por parte das autoridades, de um feito tão importante de nossa História. Ele sempre participava de eventos em outras cidades, feitos em homenagens aos pracinhas. Para nós, esse é um momento muito importante e tenho certeza que meu pai está feliz, com esse resgate da história. Muito Obrigada!”, disse ela.

Em seguida foi servido um coquetel aos convidados, enquanto Derek autografava os livros, para os amigos que formaram uma longa fila para adquirir um exemplar. O autor agradece a fotos os que compareceram ao evento e aos patrocinadores do livro.

E com a internet, o livro chegou aos Estados do Paraná, Rio de Janeiro, interior de São Paulo, Brasília, Rio Grande do Norte, Alagoas, Belém do Pará e em outros países, também na comunidade brasileira em Angola e Alemanha.

Quem não compareceu e quer conhecer um pouco dessa parte da II Guerra Mundial, da participação da FEB e dos pracinhas socorrenses, o livro está sendo vendido por R$17 no Mercado Livre: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-179747016-da-gloria-ao-esquecimento-os-socorrenses-na-segunda-guerra-_JM ou por outros contatos: derekdvertino@gmail.com / derekdvertino@hotmail.com / (19) 8126 9182 e (19) 8170 9858.

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O Nazismo e Seus Estrangeiros

 No início de suas conquistas militares o regime nazista se tornou uma febre em várias nações e, por algum tempo, atraiu para suas fileiras diversas raças e povos, isso mesmo, vários homens, de várias nações lutaram sob à bandeira da suástica. Segue abaixo alguns exemplos:

Hitler manteve boas relações com o mundo árabe

Hitler manteve boas relações com o mundo árabe

Acreditem Ele era Nazista!

Acreditem Ele era Nazista!

 

Bósnios

Bósnios

 

 

Chechênios

Chechênios

 

Georgia

Georgia

 

Indianos

Indianos

 

Raridade!! Um Oficial japonês Nazista!!

Raridade!! Um Oficial japonês Nazista!!

 

Japoneses? Isso mesmo não temos certeza!

Japoneses? Isso mesmo não temos certeza!

 

Sim, Judeus Nazistas!! Eles existiram!

Sim, Judeus Nazistas!! Eles existiram!

 

Chineses? Parece!

Chineses? Parece!

 

Os Turcos!

Os Turcos!

E o Brasil, Como Viu o Dia D?

 No Brasil, não houve grande propaganda das operações que estavam sendo realizadas na Normandia, o que se publicou no Brasil foram as notícias vindas das agências internacionais que declaravam que a Invasão à Europa teria começado, contudo a ênfase maior era a libertação de Roma. No dia 07 de Junho as agências de notícias internacionais começam a repassar a dimensão da invasão e com determinar que a nova frente aberta seria o fim do jugo nazista na Europa. Segue abaixo uma série de recortagem do Jornais do Brasil que circularam nos dias 06 e 07 de Junho de 1944. Recomendamos seguir a ordem de cada imagem para o entendimento dos artigos:

06 de Junho de 1944 – 67 Anos do Dia D

 Nesse momento nas Praias da Normadia acontecia uma das batalhas mais importantes da Segunda Grande Guerra, A Invasão da Europa iniciava com o desembarque em massa de milhares de soldados em praias determinadas como Juno, Sword, Gold, Omaha e Utah, sendo os dois últimos setores sendo exclusivamente áreas de invasão do Primeiro Exército dos EUA comandos pelo General Omar Bradley e os demais configuravam o Segundo Exército Bratânico sob o comando do General Dempsey, esses dois exército eram apenas uma parte integrante de uma operação militar que envolveu dezenas de nações e milhões de homens e recursos militares nunca vistos antes ou depois na história militar da humanidade. Todos eles sob um mesmo comando, um general que recebeu o título de Supremo-Comandante da Força Expedicionária Aliada. O Dia D acorreu com um atraso de 24 horas, devido as condições climáticas, e a Hora H, iniciou exatamente às 06h00m, com os desembarques sendo precedidos por intensos bombardeios navais e aéreos, e que infelizmente para as praia de codinome Omaha não tiveram o efeito desejado, e tornou a operação particularmente custosa nesse setor, onde mais de 7 mil homens morreram antes de mesmo de disparar o primeiro tiro.

“Nossa expectativa de vida era zero”, declarou o praça John MacPhee. “Nós estávamos sobrecarregados com excesso de peso. Não passávamos de mulas de carga. Eu era muito jovem, em excelente forma. Podia caminhar durante horas, suportar um bocado de contratempos, mas estava tão enjoado que pensava que iria morrer. De fato, que me dera tê-lo feito. Eu estava totalmente exausto.”

 Saltanto da rampa para a água à altura do peito, MacPhee mal pôde chegar à praia. “Eu caí, e para o que parecia ser uma eternidade ali fiquei.” Ele foi atingido três vezes, uma vez na parte inferior das costas, duas vezes na perna esquerda. Seu braço estava paralizado. “Isso foi a conta. Perdi todo meu medo e sabia que ia morrer. Fiz as pazes com o meu Criador e fiquei esperando”.

 MacPhee teve sorte. Dois de seus companheiros o arrastaram para um abrigo na Muralha do Atlântic; por fim ele foi evacuado e disseram-lhe que tinha um ferimento de um milhão de doláres. Para ele a guerra estava acabada.

 Do Lado Alemão:

  As experiência do praça Franz Gockel da 352ª forneceram algumas vívidas imagens do que pareceu o Dia D para os soldados de infantaria alemã. às 08h30m ele havia pensando que a batalha estava ganha, mas os americanos continuavam a desembarcar. À sua esquerda e à sua direita, grupo de combate e pelotões americanos haviam contornado o WN 62 (Ninho de Resistência), e em seguida atacado da retaguarda, “tornado necessário que nos defendêssemos do ataque por trás”. Ao meio-dia, ele tinha meia ração de pão e uma lata de leite, mas não vieram reforços  ou suprimentos. Um mensageiro enviado para buscar ajudar nunca mais foi visto. Os americanos pressionavam e “nossa resistência se tornava mais fraca”.

 Franz teve a mão esquerda perfurada por uma bala. O médico que envolveu em ataduras sorriu e disse que parecia um bom Heimatscuss (ferimento de um milhão de doláres). As tropas americanas penetraram na rede de trincheiras e de repente estavam a apenas vinte metros de distância.

 Franz agarrou o fuzil e correu na direção de Colleville. Nas proximidades ele se juntou ao comandante de sua companhia e aos pouco sobreviventes do NR 62. Os americanos já estavam na aldeia.

 Dos vinte homens do NR 62, apenas três escaparam ilesos, e foram feito prisioneiros. Gockel concluiu: “Nenhum de meus camaradas, que conseguiram sobreviver à invasão continuou a acreditar na vitória.”

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…Mais Em Brave.

Muito bem. Vamos! – A Ordem do Dia D – Especial – Parte II

Eisenhower acordou às três e meia, em 05 de junho. O vento estava sacudindo o seu trailer. A chuva parecia estar caindo em faixas horizontais. De acordo com Stangg (oficial de Meteorologia), a chuva teria diminuído. Ele se vestiu e se dirigiu sombriamente através de uma milha de lama a Southwick House para a última reunião sobre a meteorologia. Ainda não era tarde demais para adiar a operação, fazer a frota voltar a um porto seguro e tentar de novo dia 19 junho – e se a tempestade continuasse, era o que teria de ser feito.

No refeitório, o café fumegante ajudou a sacudir o humor sombrio e o sentimento de insegurança, mas como relembrou Eisenhower: “O tempo era terrível. Southwick House sofria tremores. Oh, estava realmente desabando uma tempestade”.

Stagg entrou e, para deleite de Eisenhower, “trazia um ar risonho no rosto.  Ele não era de rir muito, mas certamente um bom homem ”.  E disse: “Bem, vou lhes dar uma boa notícia”.

Estava agora mais certo do que estivera cinco horas antes, de que a tempestade abrandaria antes do alvorecer. Mas também havia a má notícia: só existia a probabilidade de tempo bom na terça-feira;  a quarta-feira poderia ser chuvosa novamente. Isso suscitava o perigo de que as primeiras levas desembarcariam mas não as unidades de acompanhamento.

Eisenhower pediu opiniões, voltando a perambular, projetando o queixo, como era seu hábito. Montgomery ainda queria arriscar, como também Smith. Ramsey estava preocupado com a pontaria apropriada para o fogo de artilharia naval, achava que o risco valia a pena. Tedder relutava. Leigh-Marllory ainda achava que as condições atmosféricas estavam abaixo do mínimo aceitável.

Os navios estavam avançando no Canal. Se tivessem que chamados de volta, a decisão tinha de ser tomada naquele momento. O comandante-supremo era o único homem que podia fazê-lo.

Ele voltou a vaguear pelo recinto. Alguns dos que ali estavam acharam que ele ficou andando por uns cinco minutos. Eisenhower achava que foram apenas quarenta e cinco segundos: “tenho certeza que não foram cinco minutos”, disse ele posteriormente. “Cinco minutos, em tais condições, pareciam um ano”. Ele reconsiderou na sua mente as alternativas. Se Stagg estivesse errado, na melhor das hipóteses a AEF estaria desembarcando homens enjoados sem cobertura aérea ou um bombardeio naval eficaz. Mas adiar de novo seria torturante e perigoso. Os homens haviam sido instruídos, não podiam ser mantidos em seus navios-transporte ou embarcações de desembarque por duas semanas; o risco de que os alemães penetrassem o segredo da Overlord era muito alto.

Caracteristicamente, a preocupação de Eisenhower era com os homens. “Não esqueça”, disse ele em uma entrevista vinte anos depois, “umas centenas de milhares de homens estavam aqui em torno de Portsmouth e muitos deles já tinham sido embarcados já há algum tempo, particularmente aqueles que iam realizar o assalto inicial. Aquelas pessoas preparadas para lutar estavam engaiolados, eia a verdade. Você não poderia dizer outra coisa. Estavam confinados, amontoados, e todo mundo se sentia infeliz.”

Eisenhower continuou: “Deus sabe, aqueles homens significavam um boca para mim. Mas estava são as decisões invitáveis quando se está numa guerra. Você diz para si mesmo: vou fazer alguma coisa para benefício do meu país pelo mínimo custo. Você não pode dizer sem qualquer custo. Você sabe que vai perder alguns dos homens, e é muito, muito difícil.”

Ele parou de andar, encarou seus subordinados, e então disse tranquila, mas claramente: “Muito bem. Vamos!

E novamente soaram vivas em Southwick House. Então os comandantes se precipitaram de suas cadeiras e correram para os seus postos de comando. Dentro de trinta segundos o refeitório estava vazio, a não ser pela presença de Eisenhower. Seu isolamento era simbólico, pois, tendo emitido a ordem, agora se achava impotente. Como ele mesmo declarou: “Essa é a hora mais terrível para um comandante. Ele fez tudo o que podia, planejou tudo, procurou prever o máximo. Não há mais nada que possa fazer.”

05 de Junho 1944 – DIA D 67 Anos – Especial – Parte I

 A Ordem para o Dia D foi dada pelo General Eisenhower no dia 05 de junho de 1944. Após ter adiado em 24 horas a Invasão à Europa devido a problemas meteorológicos, o Comandante Supremo dar às ordens para que a Operação Overlord inicie. E a primeira tropa a cruzar o Canal da Mancha em direção a Muralha do Atlântico foram as tropas pára-quedistas, dos quais destacamos abaixo a ação da 101ª Divisão Aerotransportada no decorrer do Dia D:

A 101ª Divisão Aerotransportada entrou em ação pela primeira vez na Segunda Guerra durante a invasão da Normandia – 6 de junho de 1944. A divisão, como fazia parte do VII Corpo de assalto, saltando na manhã escura do antes da H horas para tomar posições a oeste da praia chamada Utah. Dada a missão de estabelecer flancos sul do Corpo, a divisão também tinha que eliminar as defesas secundárias dos alemães na praia, permitindo que as forças marítimas da 4ª Divisão de Infantaria, uma vez em terra,  pudessem continuar a invasão. As águias foram capturar as pontes que corria atrás da praia, entre St. Martin-de-Varreville e Pouppeville. No setor sul da divisão, foi para aproveitar o bloqueio barquettela e destruir uma ponte da estrada a noroeste da cidade de Carentan, e uma ponte da ferrovia oeste. Ao mesmo tempo, elementos da divisão foram estabelecer duas pontes sobre o rio Douve em Le Port, a nordeste de Carentan.

Crônicas das Operação na Normandia

 Como a força de assalto se aproximando da costa francesa, encontramos pesadas nuvens e fogo antiaéreo, o que obrigou os aviões a quebrar a formação. Os pára-quedistas da 82ª e 101ª Divisões Airborne perderam suas zonas de pouso e foram dispersos sobre grandes áreas. A primeira luta de muitos combatentes foi para encontrar suas unidades; 1.500 soldados da divisão foram mortos ou capturados. Quando as unidades ou soldados finalmente se reuniram, eles tinham dificuldade em identificar suas localizações em relação aos seus objetivos. Os pára-quedistas da 101ª receberam reforços na madrugada, quando 51 de planadores da divisão foram se estabelecendo por terra. Os planadores, porém, tinha seus próprios problemas. Muitos dos planadores caíram, e vários soldados da divisão foram mortos, incluindo o general Don F. Pratt, o comandante auxiliar da divisão. Os pousos dos planadores, ao entardecer daquele dia, produziram ainda mais vítimas.

 Os homens da divisão, porém, perseveraram e continuaram com as suas missões atribuídas da melhor forma possível. Ao anoitecer, os soldados da 101ª tinham garantido as saídas de praia, na sua zona e contatou as forças de desembarque da 4 ª Divisão. As Águias também controlavam o bloqueio barquettela, mas não puderam assegurar travessias sobre o rio Douve. No dia seguinte, elementos da 101ª tentaram avançar no setor sul da divisão, mas fez pouco progresso contra a pesada resistência do inimigo perto da aldeia de St. Come-du-Mont. No mesmo dia, o general Eisenhower ordenou que os esforços americanos se concentrassem em fechar a lacuna entre o V e VII do Corpo. O VII Corpo recebeu ordens para capturar a cidade de Carentan, e a tarefa foi dada a 101ª, já fora da posição de São Côme-du-Mont a noroeste.

 Em 8 de junho elementos do 501 e 506 Infantaria Pára-quedista, juntamente com o 1 º Batalhão,  encontrou uma força alemã na cidade de St. Come-du-Mont. O 3º Batalhão, 501ª, tomaram posições ao sul da cidade, ao longo da rodovia para Carentan, onde encontrou o inimigo. O 1º Batalhão, foi chamado para auxiliar o 3º, mas o inimigo retirou-se antes que as tropas chegassem. Ambos os batalhões do 101ª perseguiram o inimigo em retirada, mas não houve mais contato. Os alemães haviam abandonado a cidade, e as águias mudaram-se para planejar o próximo passo na unidade em Carentan.

 O ataque em Carentan era para ser em duas vertentes. O braço direito da unidade iria cruzar o caminho a noroeste de Carentan, em volta da cidade, e continuar a sudoeste para ocupar Billonerie, que, pensava-se, cobrir as potenciais rotas de fuga disponível para os alemães. O braço esquerdo do ataque iria atravessar o rio Douve perto Brevands, enquanto uma parcela menor da força se deslocaria a leste do rio Vire para manter contato com o V Corpo.

O 3º Batalhão, do 502º, levou a unidade para a direita. O progresso, no entanto, foi extremamente lento. Os homens do 502 avançaram ao longo do caminho, sem cobertura, sob fogo constante à medida que avançam. O batalhão avançou até chegar a ponte sobre o rio Madeleine e correu para uma posição fortificada do inimigo, concentrada em uma velha casa de fazenda e nas sebes adjacentes. O tenente-coronel Robert G. Cole, o comandante do batalhão, solicitou fogo de artilharia sobre a posição, mas não adiantou. Fixado para baixo, ele ordenou que os homens calassem as baionetas para o combate. O coronel Cole saltou para conduzir a carga, mas nem todos os seus homens tinham começado a executa a ordem. O executivo incitou os homens, e Cole continuava com os soldados que haviam seguido. Os alemães se retiraram da fazenda. Cole foi condecorado com a Medalha de Honra por seus esforços nesse dia. Infelizmente, ele foi morto em uma operação de divisão mais tarde antes de receber sua medalha.

 Tendo sofrido pesadas baixas em sua caminhada ao longo do caminho, e estar em desarranjo após a carga de baionetas, o batalhão não poderia perseguir o inimigo em retirada. O 1º Batalhão, 502 PIR, surgiu através da linha a seguiu os alemães. O 1º Batalhão, no entanto, tinha avançado mesmo sob o fogo e o 3º Batalhão, também era incapaz de fazer o exercício. Os dois batalhões, em vez disso, tinham que defender a posição recentemente tomada. Suas defesas foram postas à prova na manhã seguinte, quando os alemães lançaram um contra-ataque forte. Durante todo o dia os batalhões realizaram a defesa do terreno até que foram finalmente aliviado pelo 2° Batalhão. Elementos do 506ª Infantaria Pára-quedista aliviou os batalhões sitiados do 502 em 12 de Junho. Naquela noite o 506 tinha reforçado a unidade em Carentan.

 Embora o 502º tenha lutado ao longo do caminho, a 327 Planadores de Infantaria, com o 401 batalhão, levou o ataque de esquerda. Em 10 de junho elementos da força atravessaram o rio Douve e ocuparam a cidade de Brevands. A batalha continuou em direção ao sudeste da cidade de Auville-sur-le-Vey para manter contato com o V Corpo. Encontrando resistência alemã dura fora da cidade, o combate rompeu a linha inimiga para fazer contato com elementos da 29ª Divisão de Infantaria, que faz parte do V Corpo. O 327, depois de cruzar a Douve, tinham ordens de apreender tanto a ponte da ferrovia e da ponte da estrada que cruzava o Canal Ville-Taute, bloqueando as vias de evacuação do leste de Carentan. O regimento conseguiram capturar e segurar a ponte da estrada, mas a ponte da ferrovia foi destruída na luta. Os homens do 327 atravessaram o canal e continuaram a sua luta em direção a Carentan até a resistência inimiga interrompendo seu progresso sobre uma meia milha da cidade.

 O general Anthony C. McAuliffe, comandante da artilharia de 101, coordenou a movimentação final de Carentan, que teve lugar em 12 de junho. Ao longo da noite do dia 11, a cidade foi colocada sob fogo pesado, mas, as forças americanas desconheciam que a principal tropa alemã se retirara sob o manto da escuridão. Na manhã seguinte, o 2° Batalhão, 506 PIR, entrou Carentan do sudoeste e conectado com o 1º Batalhão, que se aproximou do nordeste. Uma vez que os dois batalhões tinham se comunicado, eles começaram a limpar a cidade dos vagabundos inimigos restantes. Sob as ordens para a segurança dos acessos à cidade, a 501 e 506 mudou ao longo das estradas para o sudoeste, enquanto que o 327 avançavam para leste. Ambos os grupos, porém, encontram oposição do inimigo, e seu progresso foi limitado. Em 13 de junho os alemães lançaram um contra-ataque feroz na tentativa de retomar a cidade. O Primeiro Exército com elementos da 2ª Divisão Blindada apoiaram a 101 na defesa Carentan. Juntos, os americanos pararam as linhas inimigas e consolidaram a ocupação da cidade.

 Dois dias depois, o VIII Corpo tornou-se operacional, e a 101ª foi transferido para a nova sede. Com a missão de estabelecer posições defensivas em toda a península de Cotentin, o VIII Corpo deu a responsabilidade para as águias protegerem o flanco esquerdo do VIII Corpo. Em 27 de Junho, a Divisão de 83ª Infantaria chegou e aliviou a 101ª. Dois dias depois, o 101 foi deslocado do VIII Corpo e enviado para Cherbourg para apoiar a 4 ª Divisão de Infantaria. O 101ª ficou como reserva do Primeiro Exército até meados de julho, quando retornou à Inglaterra para descanso e treinamento.

A divisão sofreu pesadas baixas de pessoal e considerável e perdas de equipamentos durante as batalhas da Normandia. A 101ª passou o verão substituindo equipamento, treinando novos soldados, e espera pela sua próxima missão. Em agosto de 1944, Eisenhower estabelece o Primeiro Exército Aliado Aerotransportado, para controlar os elementos das Divisões americanas e britânicas (e polonês). O novo exército foi posto à prova em setembro de 1944 durante o assalto dos Aliados no norte da Europa: Operação Market-Garden.

Kamikazes – A História dos Ataques Suicidas

Em meados do século 13, as frotas da Mongólia partiram para atacar o Japão. Quando os invasores se aproximaram da costa japonesa, ventos terríveis frustraram o ataque. Este “Vento Divino” – o que os japoneses se referem como “kamikaze” – salvou o Japão.

 Setecentos anos mais tarde, com a máquina de guerra americana avançando lentamente, mas inexoravelmente, através do Pacífico para as ilhas próximas, o japonês clamou outra vez para o kamikaze pela salvação. Desta vez, o “O Vento Divino” tomou a forma de pilotos suicidas que sacrificaram as suas vidas a fim de assegurar que os seus aviões, carregados de explosivos, atingissem os seus objetivos. Tornou-se a arma japonesa que a Marinha americana mais temia.

Os Kamikazes fizeram sua primeira aparição durante a Batalha do Golfo de Leyte em outubro de 1944. Em 1945, eles eram uma ameaça assustadora, “a única arma que eu temia na guerra”, declarou o almirante Halsey. Seus ataques mais devastadores ocorreram durante a batalha de Okinawa, onde os pilotos suicidas infligiram as maiores perdas que a Marinha dos EUA já sofreram em uma única batalha.

O ataque suicida ocorreu pela última vez após a rendição japonesa, quando o comandante das forças kamikaze levou um vôo de onze aviões a um ataque contra navios dos EUA em Okinawa.

Experimentando o Kamikaze: “aviões japoneses estavam próximos a nós em todas as direções.”

 

James J. Fahey ingressou na Marinha em outubro de 1942. Ele se tornou um marinheiro de primeira classe a bordo do cruzador USS Montpelier e viu a ação das Ilhas Salomão até o final da guerra. Em 27 de novembro de 1944, o Montpelier estava no Golfo de Leyte em apoio à invasão americana que acabaria por libertar as Filipinas. A força-tarefa que o Montpelier fazia parte era composta por 18 navios, e nesta manhã estavam reabastecimento – o momento mais vulnerável a um ataque inimigo.

Para se protegerem, os navios formavam um círculo defensivo em torno do navio-tanque cheio de combustível, enquanto cada um tomou seu turno, em locais de abastecimento. Se o inimigo se aproximasse, marinheiros armados com machados, a bordo do navio de reabastecimento deveriam cortar as linhas de combustível para permitir que o navio pudesse entrar em posição de batalha e tão longe do petroleiro possível.

James Fahey manteve um diário de suas experiências. Juntamo-nos a sua história como alarmes de Montpelier que anunciavam o ataque japonês:

“Às 10:50 desta manhã soou o alarme, todos foram para a suas estações de batalha. Ao mesmo tempo, um encouraçado e um destróier estavam ao lado do tanque de combustível. Fora das nuvens eu vi um bombardeiro japa grande caindo na água. Não vi fumaça e me pareceu em bom estado. Parecia que iria atingir a água não muito longe do tanque, e mais próximos ainda dos dois navios que estavam reabastecimento. Um dos nossos P-38 parecia tê-lo atingido. No começo eu pensei que era um dos nossos bombardeiros, que estava com problemas de motor.

Não muito tempo depois, uma força de cerca de 30 aviões japoneses atacou. Bombardeiros de mergulho e aviões com torpedos. Nossos dois navios estavam ocupados tentando fugir, pois um torpedo estava próximo de atingir tanque e seria o fim para os 03 navios.

Os dois navios, finalmente conseguiram ficar longe do navio tanque e se juntaram a formação. Eu acho que os destroyers ficaram do lado de fora do círculo. Parecia até engraçado ver o navio por si mesmo no centro dos outros navios que circulavam, com nossas armas em chamas e de longe aviões tentando romper. Foi uma grande visão, melhor do que os filmes. Eu nunca vi isso antes. Deve ser a primeira vez na história da guerra.

Aviões japoneses estavam vindo para nós de todas as direções. Antes do ataque começar, não sabíamos que eles eram aviões kamikazes, sem intenção de retornar à sua base. Eles tinham uma coisa em mente, que era bater em nossos navios com bombas e tudo mais. Você tem que explodi-los, danificá-los não significa muito.

Do Lado direito do bastão, um avião japonês fez um mergulho suicida no cruzador S. Louis houve uma grande explosão e as chamas foram vistas longe. Outro tentou fazer a mesma coisa, mas ele foi derrubado. Um avião japonês entrou em uma batalha com armas em punho a pouca distância. Outros aviões japaa entraram metralhando um navio, que lançam suas bombas e bateram em outro navio. Os aviões japoneses estavam caindo ao nosso redor, o ar estava cheio de balas. Os aviões dos japas e as bombas estavam por toda a nossa volta. Alguns de nossos navios estavam sendo atingidos por aviões suicidas, bombas e metralhadoras. Foi uma luta até o fim.

Enquanto tudo isso acontecia o nosso navio foi atingido por três aviões suicidas, mas felizmente para nós eles largaram as suas bombas antes de colidir contra nós. Entretanto explodir aviões voando é tomar banho com as suas peças. Parecia que estava chovendo peças de avião. Eles estavam caindo em todo o navio. Alguns dos homens foram atingidos por pedaços grandes de aviões japoneses.

Nós deveríamos ter cobertura aérea, mas tudo o que tínhamos era 04 caças P-38, e quando abrimos fogo, os aviões japoneses saíram do alcance das nossas armas. Eles devem ter tido um assento ao lado do ringue do show. Os homens da minha montagem também foram regados com peças de aviões japoneses. Um bombardeiro de mergulho suicida se dirigia para nós enquanto nós estávamos em outros aviões de ataque e se a 40 mm. montagem atrás de nós no lado da porta não soprar o avião japa teria matado todos nós. Quando a asa dele foi arrancada, o avião girou e pulou para dentro da água e as bombas explodiram parte do plano para o nosso navio.

… Um bombardeiro de mergulho japa colidiu com um dos nossos 40 mm., mas para sorte deles, suas bombas caíram em outro navio antes da colisão. As peças do avião voaram em todos os lugares, quando colidiu com a peça de artilharia. Parte do motor bateu em Tomlinson, tinha pedaços de tudo sobre ele, sua barriga, costas, pernas, etc.O resto da tripulação ficou ferido, a maioria deles foi borrifado com gasolina do avião. Tomlinson foi lançada uma grande distância e, a princípio eles pensaram que tinha derrubado para fora do navio. Finalmente encontraram-no em um canto.

… Os aviões estavam caindo ao nosso redor, as bombas estavam chegando perto demais. Os aviões japoneses estavam cortando a água com fogo de metralhadora. Todas as armas para os navios estavam praticamente fora do alcance, falar sobre a ação, nunca é um momento maçante. Os companheiros estavam passando munições como um relâmpago, as armas estavam girando em todas as direções cuspir fora o aço quente … O deck perto da minha artilharia estava coberto de sangue, tripas, cérebros, línguas, couro, coração, etc, os braços de pilotos japas. Os corpos soprado em todos os tipos de partes. Eu não posso pensar em tudo o que aconteceu, porque muitas coisas estavam acontecendo ao mesmo tempo. “

James conta Fahey aparece em: Fahey, James Guerra do Pacífico Diário 1942-1945 (1963); Inoguichi, R, T. Nakajma e Pineau, R. O Vento Divino: Kamikaze Japão Force in World War II (1959).

 

Após A Libertação – A Vingança

 Depois que os nazistas foram expulsos de países como França, Bélgica e Holanda, houve uma verdadeira caça as bruxas. Todos os colaboradores do nazismo foram perseguidos, os homens foram fuzilados ou enforcados,  as mulheres foram humilhadas, castigadas e sofreram todo o tipo de discriminação possível, aquelas que possuiam filhos bastardos foram renagadas e muitos morreram de fome, perambulando pelo país sem encontrar ajuda. As fotos a seguir mostram um pouco dessas histórias de vingança.

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