Archive
71 ANOS DA MAIOR OPERAÇÃO ANFÍBIA DO SÉCULO 20 – O Dia D!
Mais um data para que possamos lembrar. A Operação Overlord teve início no distante 06 de junho de 1944.
Separamos alguns dos principais artigos que o BLOG já publicou sobre a Dia D, em um vasto acervo de fotografias e análise da operação.
A operação, perdoe-nos os adeptos da República Soviética, é a que mais aguça o interesse de alguns aficionados pela Segunda Guerra Mundial. Deixando de lado a ideologia, escrevemos tanto sobre esse tema, mas mesmo assim parece que o tema não se esgota. Disponibilizamos alguns links de todos os artigos sobre o Dia D, e não são poucos! São 47 Artigos tratando diretamente os eventos do dia 05 e 06 de junho de 1944, data que marca o início das operações aerotransportadas e, posteriormente, os desembarques nas praias normandas. Acompanhada com os artigos, estão disponíveis algumas centenas de fotografias que, diga-se de passagem, estão entre as preferidas. As fotografias que consideramos imperdíveis para quem gosta da operação.
Rommel e o Dia D – Preparação
Os Loucos Condenados do Dia D
Os Feridos e Mortos em Omaha – Dia D
Bombardeios Imprecisos, prenúncio do massacre – Omaha/Dia D
Dia D – A Operação que Mais Consumiu Recursos Materias e Humanos!
Dia D e a Normandia: O Preço Pela Liberdade!
O Dia D – IN LOCO
A Hora H do Dia D – Parte II
Os Alemães e o Dia D.
Os Melhores Registros Fotográficos do Dia D – Homenagem a Robert Capa
Dia D – Especial 69 Anos – Destruição e Morte Vinda dos Céus
Eis O Dia D, Ainda Chama Atenção
O GOOGLE MAPS do Dia D!!
Bunker – As Fortificações do Dia D e Outras
O Dia D – Defensores e Atacantes
Dia D – Análise, Fatos e Fotos
E o Brasil, Como Viu o Dia D?
Omaha – Dia D – General Cota – O Comandante no Setor DOG WHITE
O Dia D no LEGO – Muito Legal!
O Fracasso da Defesa no Dia D
Dossiê – A Morte do General Pratt no Dia D – Parte I
O Dia D – Visto por um ângulo Diferente
Dia D – Visto por Outro Ângulo
DIA D – Mais Um Ângulo Diferente, a do Soldado – A Mais Difícil – Parte I
DIA D – Mais Um Ângulo Diferente, a do Soldado – A Mais Difícil – Parte II
DIA D – Mais Um Ângulo Diferente, a dos Alemães – Parte Final
O Dia D, depois do Dia D!
Os Civis No Dia D e depois do Dia D!
O Que Sobrou do Dia D? Cidades Destruídas
A Marinha de Guerra dos Aliados no Dia D.
As Consequências do Dia D para a População da Normandia
06 de Junho de 1944 – 67 Anos do Dia D
Muito bem. Vamos! – A Ordem do Dia D – Especial – Parte II
05 de Junho 1944 – DIA D 67 Anos – Especial – Parte I
Os Páraquedistas no Dia D – Parte I
Dia D – Relatos de Omaha – Parte III – Os Erros em Omaha
No Dia D – Hitler Dorme do Ponto
Dia D – Relatos de Omaha – Parte III – Quem fez a diferença
Dia D – Relatos de Omaha – Parte II
Dia D – Relatos de Omaha – Parte I
Depois do Dia D
Prisioneiros de Guerra do Dia D!
Fortificações Destruídas no Dia D
Erros do Dia D?
Desastre em DIEPPE – O Dia D que fracassou!
Fotos & Versões do Dia D
Operações Militares na Normandia!
Antes e Depois – Especial Normandia
Treinando para o Dia D – Fotos Coloridas.
A máxima da infantaria sempre será: “Treinamento difícil, combate fácil”. Para realizar uma operação nunca antes imaginada, esse jargão fora o principal motivador para o início da Operação Overlord, mas conhecida como o Dia D. Desde o final de 1943 milhões de soldados, aviados e marinheiros treinaram a exaustão aquela que seria a maior operação anfíbia da guerra até aquele momento. Os Aliados queriam desembarcar na Europa ocupada nas primeiras horas da invasão 200 mil homens e uma quantidade de equipamento descomunal. Para tanto, seria necessário empreender na doutrina e na disciplina da tropa para que todos os níveis de comando pudessem entender e executar todas as missões previstas para alcançar os objetivos. Não havia margem para erros, pois as falhas iriam ser cobradas com vidas. Por isso, meses após meses, todos os militares envolvidos treinavam a exaustão suas missões. De operações de desembarque a escaladas em montanhas, como foi o caso da Ranges na Pointe du Hoc. Além dos treinamentos das divisões aerotransportadas e de ataques de pequenas unidades de infantaria, missões específicas dos paraquedistas britânicos e americanos.
Evidentemente que nenhum treinamento se compararia ao cenário de horror que esses jovens seriam submetidos, como foi o caso em Omaha Beach, pois, como diria o próprio comandante Supremo da Força Expedicionária Aliada, General Eisenhower : “Todos os Planos de Guerra se encerram quando a Batalha começa[…]”
Segue uma excelente galaria desses treinamento de todas as Forças envolvidas no Dia D com fotografias coloridas:
MAIOR Acervo do Dia D na Internet?
Chegando o aniversário número 70 da Operação Overlord. Evidentemente pensei em escrever um artigo sobre o tema, claro. Essa operação, me perdoe os adeptos da República Soviética, é a que mais aguça o interesse de alguns aficionados pela Segunda Guerra Mundial, graças a propaganda americana. Deixando de lado a ideologia, percebi que já escrevi tanto sobre esse tema, que talvez o que iria escrever soasse repetitivo. Então não vou escrever. Irei disponibilizar os links de todos os artigos que já escrevi sobre o Dia D, nem eu mesmo lembrava que foram tantos! São 47 Artigos tratando diretamente os eventos do dia 05 e 06 de junho de 1944, data de marca o início das operações aerotransportadas e, posteriormente, o desembarques nas praias normandas. Acompanhada com os artigos, estão disponíveis uma centena de fotografias que, diga-se de passagem, estão entre as minhas preferidas. Por sinal, estou indicando uma galeria com as fotografias que considero imperdíveis para quem gosta da operação.
Com relação ao “MAIOR Acervo”, pode ser que tenha outros, claro! Mas é só para chamar a atenção.
ESPERO QUE GOSTEM!
Rommel e o Dia D – Preparação
Os Loucos Condenados do Dia D
Os Feridos e Mortos em Omaha – Dia D
Bombardeios Imprecisos, prenúncio do massacre – Omaha/Dia D
Dia D – A Operação que Mais Consumiu Recursos Materias e Humanos!
Dia D e a Normandia: O Preço Pela Liberdade!
O Dia D – IN LOCO
A Hora H do Dia D – Parte II
Os Alemães e o Dia D.
Os Melhores Registros Fotográficos do Dia D – Homenagem a Robert Capa
Dia D – Especial 69 Anos – Destruição e Morte Vinda dos Céus
Eis O Dia D, Ainda Chama Atenção
O GOOGLE MAPS do Dia D!!
Bunker – As Fortificações do Dia D e Outras
O Dia D – Defensores e Atacantes
Dia D – Análise, Fatos e Fotos
E o Brasil, Como Viu o Dia D?
Omaha – Dia D – General Cota – O Comandante no Setor DOG WHITE
O Dia D no LEGO – Muito Legal!
O Fracasso da Defesa no Dia D
Dossiê – A Morte do General Pratt no Dia D – Parte I
O Dia D – Visto por um ângulo Diferente
Dia D – Visto por Outro Ângulo
DIA D – Mais Um Ângulo Diferente, a do Soldado – A Mais Difícil – Parte I
DIA D – Mais Um Ângulo Diferente, a do Soldado – A Mais Difícil – Parte II
DIA D – Mais Um Ângulo Diferente, a dos Alemães – Parte Final
O Dia D, depois do Dia D!
Os Civis No Dia D e depois do Dia D!
O Que Sobrou do Dia D? Cidades Destruídas
A Marinha de Guerra dos Aliados no Dia D.
As Consequências do Dia D para a População da Normandia
06 de Junho de 1944 – 67 Anos do Dia D
Muito bem. Vamos! – A Ordem do Dia D – Especial – Parte II
05 de Junho 1944 – DIA D 67 Anos – Especial – Parte I
Os Páraquedistas no Dia D – Parte I
Dia D – Relatos de Omaha – Parte III – Os Erros em Omaha
No Dia D – Hitler Dorme do Ponto
Dia D – Relatos de Omaha – Parte III – Quem fez a diferença
Dia D – Relatos de Omaha – Parte II
Dia D – Relatos de Omaha – Parte I
Depois do Dia D
Prisioneiros de Guerra do Dia D!
Fortificações Destruídas no Dia D
Erros do Dia D?
Desastre em DIEPPE – O Dia D que fracassou!
Fotos & Versões do Dia D
Operações Militares na Normandia!
Antes e Depois – Especial Normandia
Baterias de Costa e a Guerra Estática da Alemanha
Quando a França caiu em 23 de junho de 1940, a Alemanha subjugava grande parte da Europa Continental. Os domínios do Reich chegavam ao auge e um Exército de ocupação seria crucial para a manutenção do domínio alemão. Esse Exército, deveria, além de manter o controle interno dos inimigos do Reich, também deveria estar preparados para um possível ataque das nações inimigas. Quando a frente oriental foi aberta e uma nova fase da guerra se voltava para uma possível invasão da França, ergueu-se a mais conhecida fortificação estática da Segunda Guerra Mundial, a Muralha do Atlântico. Um conjunto de fortificações que se estendiam dos Países Baixos até as costas normandas. A propaganda de Goebbels classificava a Muralha com instransponível e inexorável. Mas não resistiu a primeira inspeção de Rommel. Que a chamou de enganação, e só servia de propaganda.
A Wehrmacht, no final de 1943, estava agora atrás da Muralha fazendo uma guerra estática, parecido com as trincheiras da Grande Guerra, aguardando um movimento do inimigo. Ou melhor, o próprio sistema de defesa estático da Alemanha era tão complicado quanto a diversidade de unidades militares estacionadas pela França. As Baterias Costeiras estavam subordinadas a Kriegsmarine , mas até iniciar os desembarques de tropas inimigas, a partir deste momento, a subordinação passaria a Wehrmacht, que deveria impedir exatamente a consolidação de pressionar o inimigo de volta para o mar.
Essa complicação de subordinação também se dava para as unidades Panzers que só podiam ser acionadas por ordem direta de Hitler, ou seja, Rommel deveria contra-atacar, mas sem contar com as Unidades de Blindados, exceto se solicitasse em tempo para que eles fossem deslocados.
Um dos grandes fatores de preocupação para Rundstedt e Rommel era o poderio naval dos aliados, por isso as fortificações costeiras foram construídas com uma proteção de concreto reforçado e dispostos de tal forma que resistissem a projéteis diretamente. Essas Baterias de Costas estavam prontas para atacar embarcações e tropas que chegasse às praias por elas protegidas. A proteção funcionou no Dia D. A maioria dos que lutaram nos Bunkers e Fortificações nas praias que desembarcaram inimigos, estavam vivos depois dos bombardeios navais e aéreos. Estavam surdos, mas vivos!
Vamos verificar como estas baterias funcionavam e o que restou delas no Dia D.
Eis O Dia D, Ainda Chama Atenção
O Dia D ou, no contexto militar, Operação Overlord, sempre esteve na mística das grandes batalhas da Segunda Guerra Mundial. Sempre habitou a mente daqueles que pesquisaram o assunto e sempre foi objeto de estudo de operações anfíbias nos centros de estudos militares do mundo. Os atacantes, representados pelo Supremo Comando Aliado, tinha à frente ninguém menos do que General Dwight David Eisenhower , veterano da Grande Guerra, foi escolhido por conseguir conciliar e transitar entre as arestas da alta cúpula militar americana e inglesa. Ele planejou, supriu e tentou executar da melhor forma possível a invasão à Muralha Europa, empregando todos os meios tecnológicos e humanos disponíveis do ocidente.
Do outro lado, estava dois experiente Marechais, o primeiro Gerd von Rundstedt, Comandante em Chefe da Frente Ocidental, estava cansado na idade e mais ainda daquela guerra, mas era um soldado profissional, comandando meio milhão de homens atrás da Muralha que a propaganda do Dr. Goebbels insistia em adjetivá-la de “intransponível”. Mas coube ao Marechal-de-Campo Erwin Rommel, nomeado Comandante do Grupo de Exército B, as defesas costeiras do Passo do Calais até o extremo sul da França. “A Raposa do Deserto” era respeitado pelos inimigos e graças a sua intervenção o Dia D, principalmente em alguns aspectos, o Dia D se tornou muito mais duro do que se podia imaginar.
Em abril de 1944, Rommel inicia uma série de melhorias nas defesas, que visavam aumentar as chances de fracasso de uma investida direta dos aliados. Isso incluía aumento do número de fortificações, expansão de áreas alagadas contra um desembarque aeroterrestre e criação de novas áreas de obstáculos marítimos em várias áreas que poderiam ser utilizadas como locais de desembarque. Segundo a doutrina empregada por Rommel, os Aliados deveriam ser repelidos sem que conquistassem um Cabeça-de-Praia, isso quer dizer que as defesas deveriam evitar a chegada e a fixação de tropas inimigas nas praias. Os blindados deveriam ser acionados assim que os desembarques iniciassem, acabando com qualquer chance de reforços através do Canal.
Mas os blindados não poderiam ser acionados sem uma ordem direta do próprio Hitler. Quando a ordem chegou, o Dia 06 de junho de 1944, já estava se encerrando e as tropas Aliadas, mesmo sofrendo terríveis baixas, já se posicionavam em direção ao interior; em direção a Caen, maior objetivo após os desembarques.
O Dia D, apesar de estudado e comentado a exaustão, ainda é motivo de reflexão, pois todos aqueles recursos de homens e material empregados em um espaço geográfico limitado e em um curto período não mais deva se repetir, já que a grandiosidade se reflete, infelizmente, na quantidade de civis e militares que perderam suas vidas nessa operação.
O GOOGLE MAPS do Dia D!!
Dentro daquela máximo “UMA IMAGEM VALE MAIS DO QUE MIL PALAVRAS”. Vamos publicar uma galeria que nos oferece a oportunidade de ver o momento dos desembarques, os corpos pelas praias e as embarcações destruídas na arrebentação do mar. Depois, em terra, podemos observar a destruição que a invasão proporcionou, inclusive com o sofrimento dos civis, atingidos diretamente pela guerra, os aviões dos paraquedistas em chamas desde a madrugada e a agonia das praias com os feridos. O que a ferramenta do GOOGLE MAPS procura fazer, uma visão aérea e a possibilidade de caminhar pelos locais escolhidos, tentamos reproduzi-lo. Aprecie!
Dia D – Especial 69 Anos – Destruição e Morte Vinda dos Céus
Há 69 anos a região da Normandia estava sendo palco do maior desembarque anfíbio da história militar. A Operação Overlord iniciara com a primeira leva desembarcando as 06:30 pontualmente em cinco praias francesas de codinome Ohama, Utah, Gold, Juno e Sword. Essa operação, mundialmente conhecida como O DIA D, ficou no imaginário daqueles que estudam ou são entusiastas da Segunda Guerra Mundial.
Hoje o BLOG terá um dia inteiro com publicações sobre o Dia D e seus desdobramentos.
Iniciamos agora não no Dia D, mas em uma visão diferente para uma análise individual. Os sistemáticos bombardeios as cidades francesas. Quase todas as cidades que estiveram no caminho das tropas aliadas foram bombardeadas, enquanto todas os centros populacionais costeiros foram total ou parcialmente destruídas.
A galeria abaixo mostra 80 fotografias, sendo que as 40 primeiras mostram o momento de um bombardeio ou o momento logo após. A segunda parte da galeria exibe a destruição em solo depois dos bombardeios. Cada foto é uma consequência de uma da galeria anterior, portanto é de imagina a agonia da população civil das cidades como Saint-Lo e Caen. Uma reflexão.
Aguardem que mais publicações que hoje o dia é do Dia D.
DESTRUIÇÃO EM TERRA
Operações Militares na Normandia!
Quando se fala em operações militares no Normandia pensa-se logo no Dia D. É certo que depois do Dia D, outros duros combates ainda estavam por vir. O dia 12 de junho e a partir do dia 20 com violentos combates que aconteceram para consolidar posições, principalmente em Caretan, Caen e as regiões circunvizinhas, formada por planícies com boa vegetação e bastantes obstáculos colocados ainda na preparação das defesas.
Muitos que tiveram a sorte de sobreviver a difícil tomada de Omaha encontraram a morte nas operações subsequentes. Enquanto as unidades paraquedistas americanas e inglesas ficaram largadas por dias em pequenas unidades de combate espalhadas por toda a Normandia.
Do lado alemão os reforços não chegaram antes do dia 12 de junho, quase uma semana depois do Dia D. Se concentraram em uma determinada região evitando o avanço aliado por algumas semanas.
A Hora H do Dia D – Parte II
Confesso que o conjunto de fotos que iremos publicar me empolgou, não apenas pela qualidade, mas principalmente pela quantidade dos registros. A convicção que as forças aliadas tinham de registrar do desembarque ao avanço das tropas. Fotografias até certo ponto difíceis de ver, principalmente os que registram corpos dos soldados mortos ou feridos gravemente. O interessante é que as fotografias não foram publicadas durante o conflito e permaneceu assim por décadas até ser liberado, no final das contas transformou-se em uma trabalho para posterioridade. Determinadas fotografias publicadas na imprensa nesse período iria ter um impacto semelhante, creio eu, a propaganda da guerra do Vietnã.
Então vamos a elas:
A Hora H do Dia D!
O Dia D ficou consagrado como o dia da decisão, termo militar que foi utilizado como codinome para a Operação Overlord e que acabou sendo sinônimo para um dia importante. Mas dentro do Dia D, o mais longo dos dias, segundo o próprio Rommel, houve para cada soldado participante do conflito a sua própria Hora H. Aquela que determinou a vida ou morte; aquele momento de decisão ou de angustia, de alegria ou de tristeza, um momento importante para qualquer soldado, seja ele americano, inglês ou alemão. A Hora H pode ser um momento de tranquilidade e de paz depois de um inferno.
Como temos nossa série a Hora H aqui no BLOG, resolvemos buscar no acervo fotografias da Hora H do Dia D, que não necessariamente foi no Dia D, mas inclui operações posteriores a Dia D. Resgatamos fotografias da U.S Corps com a qualidade impressionante, que nos orgulhou colocar a disposição de vocês.
Nas próximas remessas vamos abordar o próprio Dia D e a impressão do soldado ao se aproximar a sua Hora H.
Dia D – A Operação que Mais Consumiu Recursos Materias e Humanos!
Sem menosprezar, claro, qualquer outra Operação durante a Segunda Guerra Mundial, obviamente nossa análise para o Dia D não se resume apenas ao evento em si, mas as consequências posteriores dessa operação no contexto não só militar, mas logístico. Não há precedentes no fluxo de material que essa operação forneceu para os avanço Aliados sobre a Europa. Portanto segue uma explicação textual de Stephen E. Ambrose em seu clássico – O Dia D, com uma coleção de imagens que retrata essa logística do Dia D.
[…]
Ao todo havia 2.727 navios, variando de belonaves e navios-transporte e embarcações de desembarque que fariam o cruzamento por si mesmos. Eram oriundos de doze nações – Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, França, Bélgica, Noruega, Polônia, Grécia e Holanda. Dividiam-se na Força-Tarefa Naval do Ocidente(931 navios, com destino a Omaha e Utah) e a Força Tarefa Naval do Oriente (1796 navios, com destino a Gold, Juno e Sword). Nos conveses dos LST estavam os barcos Higgins e outras embarcações de todos os tipos, mas naves – como salientou o almirante Morrison – “do que havia em todo o mundo quando Elizabeth I era Rainha da Inglaterra” .
Nos dias 03 de junho, os navios de apoio de artilharia e de bombardeio da Força-Tarefa naval do Ocidente zarparam de Belfast com destino ao sul através do mar da Irlanda. Entre eles achavam-se os encouraçados Nevada, veterano de Pearl Harbor, Texas, o mais velho da frota americana, e o Arkansas, juntamente com sete cruzadores e vinte e uma destroieres. Eles seguiram na frente. Depois circundado Lands End e passado pela ilha de Wight, seguiram os LST, os LCT, os LCM e os navios-transporte, os quais deveriam iniciar a jornada horas antes do amanhecer do dia 04, reunindo-se e alinhando-se em comboios.
Bombardeios Imprecisos, prenúncio do massacre – Omaha/Dia D
Nas últimas palavras antes do início da Operação Overlord os comandantes de pelotão falavam abertamente para os soldados não se preocuparem, pois os bombardeios previstos para as praias desencadeados pela Marinha e Força Aérea aliada iria destruir qualquer coisa que se movesse no litoral onde aconteceriam os desembarques. Observem as torres das igrejas, não restará uma só em pé – diziam os oficiais. Também não deveriam se preocupar com os abrigos e fortificações nas praias, isso seria um monte de escombros assim que o primeiro soldado colocasse o pé na praia.
É certo que o bombardeio foi poderoso, contudo impreciso! Principalmente onde os americanos mais precisavam, no funil chamado Vierville Sur Mer, a praia de codinome Omaha. Mesmo com todo o impacto naval e aéreo as fortificações estavam lá, firmes e fortes, com canhões 88 e ninhos de metralhadoras apontadas destruidoramente para as embarcações da primeira leva. Era o início de um massacre.
O Dia D – Defensores e Atacantes
Em 1943 a única certeza que o Alto Comando Alemão tinha era que a invasão a Europa era iminente. Portanto era imperativa a manutenção das conquistas alemãs fossem defendidas a todo custo, principalmente a região norueguesa de Narvik, grande centro de produção de minério de ferro e a própria França e Bélgica principais entradas para a conquista da Alemanha.
No segundo semestre de 1944 iniciou-se a construção do que a propaganda alemã vendeu como sendo a Fortaleza Europa, um conjunto de fortificações que tinham como objetivo expurgar qualquer tentativa de invasão oriunda do mar, revivendo assim a malfadada tentativa em DIEPPE que frustrou um desembarque em 19 de agosto de 1942 e tornou-se célebre na Segunda Guerra.
Contudo o Fortaleza Europa era extensa e o desconhecimento completo do local dos desembarques forçava o amplo e custoso aparato de fortificações. Os locais mais prováveis foram os prioritariamente defendidos, sendo o mais importante o Passo do Calais, trecho mais estreito do Canal e a região da base de lançamento dos mísseis V1 e V2.
Para a região da Normandia, o General Erwin Rommel organizou assumiu parte da defesa e organizou uma considerável melhoria nas defesas, aumentando a quantidade de minas terrestres, obstáculos e inundando regiões. Mas a cadeia de comando da Wermartch em 1944 não ajudava a Raposa do Deserto. Ele não tinha o comando das Divisões Panzers da Região, inclusive a 21ª Divisão Panzer, que seria utilizada na região da Normandia para repelir um ataque em alta escala.
O General Gerd von Rundstedt, o mais velho dos generais no Teatro de Operações, mas também o mais respeitado, divergia de Rommel sobre as táticas da doutrina defensiva que deveria ser emprega. Rundstedt achava que o emprego dos blindados deveria ser realizado a partir do interior, longe do fogo da artilharia naval, de forma que um contra-ataque em grande escala tomaria as cabeças-de-praia dos aliados antes do avanço sobre o interior. Rommel acredita que os Aliados deveriam ser expulsos no desembarque, sem conquistarem qualquer avanço no terreno. No final das contas o que prevaleceu foi o fracasso de ambos. As defesas costeiras não foram suficientemente capazes de repelir o desembarque, exceto em Omaha, onde a imposição durou todo o Dia D. E o contra-ataque esperado pelos americanos não teve o ímpeto desejado pelo velho general.
Análise Histórica e Fotográfica da Segunda Guerra – Parte VII
A superioridade aérea é algo completamente necessário para uma ofensiva em larga dimensão. Não por acaso, Hitler só tentaria uma invasão a Inglaterra quando a superioridade aérea fosse da Luftwaffe, o que jamais se concretizou. Depois de perder o poderio sobre os céus da Inglaterra e, posteriormente perder presença nos céus da França, a Luftwaffe estava longe de ser a mesma que participou ativamente da Blitzkrieg nas primeiras fases da Segunda Guerra. Em 1944 e 1945 se resumiu a defesa de seu próprio país. Seus bombardeiros e caças não mais eram temidos e jaziam abatidos nos rincões dos chãos dos países outrora conquistados.
Muito se fala nos paraquedistas americanos da 89ª e 101ª Divisão Aerotransportadas, mas a Divisão mais castigada na tomada da Europa foi sem dúvida a 1ª Divisão Britânica Aerotransportada. Essa Divisão de Elite foi praticamente massacrada durante a execução da Operação Market Garden, perdendo 7500 paraquedistas.
Os Red Devils tiveram pouca sorte desde o princípio da operação, pois a região de Arnhem era defendida ferozmente por baterias antiaéreas alemães, fazendo com que as tropas saltassem muito longe de seus objetivos. A Divisão foi quase totalmente massacrada durante a contraofensiva para defender a Ponte do Rio Reno.
A utilização de planadores entrou para a História das Guerras no Dia D, já que fora usado largamente para o desembarque das tropas aerotransportadas. Esse tipo de transporte, extremamente silencioso, mas mortal quando pousava em terreno acidentado ou em árvores de grande parte, causou enormes baixas. Inclusive o General Pratt, único oficial General que morreu durante a Operação Overlord, por está “protegida” demais, ou seja, chapas de aço colocados abaixo do seu jeep impediram que o Planador da classe CG-4A , caiu violentamente contra o solo, mesmo com todos os esforços do seu piloto, o Tenente-Coronel C. Michael “Mike” Murphy que não pôde evitar que o General Pratt quebrasse o pescoço na descida.
Na há registros da noite do dia 05 de junho de 1944, quando iniciou o plano de invasão da Europa com as chega nos céus da Normandia das Divisões Aerotransportadas. Uma coisa é certa, todas as lembranças que são registradas falam sobre a grande quantidade de fogo antiaéreo que foi despejado contras os C-47 com as tropas paraquedistas, não por acaso, muitas semanas depois do Dia D eram possível ainda ver as chamas dos aviões que foram abatidos no inferno da noite do dia 05.
Uma informação importante para qualquer pessoa que estuda a Operação Overlord é saber o que pensavam os defensores sobre como e onde seria a inevitável Invasão da Europa. Rundstedt e Rommel eram os chefes diretos encarregados da Defesa, mas mesmo eles não concordavam como proceder no caso da invasão. Rommel acreditava piamente que os ataques deveriam ser repelidos ainda nos primeiras horas da invasão, evitando que qualquer cabeço-de-praia fosse estabelecida de forma definitiva, para tanto era necessário trazer as Divisões Panzers disponíveis para mais próximo do litoral. Rundstedt, por sua vez, achava que o ataque deveria ser repelido a partir de um forte contra-ataque vindo do interior, para tanto os carros de combate estariam pronto para o emprego, mas bem mais afastados no interior, longe dos bombardeios da Marinha Aliada. No final das contas nenhum das opções foram efetivamente executadas.
- O Planador
Dia D – É HOJE! 06 de Junho 1944 – O início do Fim da Guerra na Europa
Há 68 anos o mundo prendia a respiração. A maior ofensiva de desembarque da Segunda Guerra estava iniciando. Nas primeiras horas do dia 06 de junho de 1944 centenas de embarcações chegavam a costa da Normandia para abrir novamente a frente ocidental, era o começo do fim. Vamos realizar hoje uma série de publicações sobre o Dia D e novamente republicar as fotos e os posts que já passaram pelo blog. Acompanhem!
DIA D – Mais Um Ângulo Diferente, a dos Alemães – Parte Final
O comandante da 352ª, general Klaiss, fez uma interpretação completamente errada das intenções dos aliados. Às 2 horas, quando ele recebeu relatórios sobre o lançamento de pára-quedistas no seu flanco esquerdo entre Isigny e Caretan, pensou que os americanos estavam tentando separar a 352ª da 709ª. Às 03:10 ele ordenou que sua divisão de reserva, chamada de Kampfgrupe Meyer, nome do comandante da 905º Regimento, se deslocasse de suas posições ao sul de Bayerux até o estuário do Vire. Mas essa foi uma tentativa absurda; os pára-quedistas eram uns poucos homens da 101º que haviam saltado erradamente.
Às 5:50 Kraiss compreendeu o seu erro. Ele disse a Meyer que detivesse a Kampfgrupe e esperasse ordens posteriores. Dentro de meia hora os americanos começaram a desembarcar em Omaha, mas só às 07:35 Kraiss enviou reservas para área, e em seguida apenas um batalhão da Kampfgrupe. Às 8:35, ele enviou os outros dois batalhões contra a 50ª Divisão Britânica na praia de Gold. Fracionar a 915ª desta maneira significava que em parte alguma havia condições de desencadear um ataque vigoroso. Os batalhões estavam também várias horas atrasadas ao chegar aos locais de combate, porque quando se deslocavam eram alvejados por caças e bombardeios aliados.
05 de Junho 1944 – DIA D 67 Anos – Especial – Parte I
A Ordem para o Dia D foi dada pelo General Eisenhower no dia 05 de junho de 1944. Após ter adiado em 24 horas a Invasão à Europa devido a problemas meteorológicos, o Comandante Supremo dar às ordens para que a Operação Overlord inicie. E a primeira tropa a cruzar o Canal da Mancha em direção a Muralha do Atlântico foram as tropas pára-quedistas, dos quais destacamos abaixo a ação da 101ª Divisão Aerotransportada no decorrer do Dia D:
A 101ª Divisão Aerotransportada entrou em ação pela primeira vez na Segunda Guerra durante a invasão da Normandia – 6 de junho de 1944. A divisão, como fazia parte do VII Corpo de assalto, saltando na manhã escura do antes da H horas para tomar posições a oeste da praia chamada Utah. Dada a missão de estabelecer flancos sul do Corpo, a divisão também tinha que eliminar as defesas secundárias dos alemães na praia, permitindo que as forças marítimas da 4ª Divisão de Infantaria, uma vez em terra, pudessem continuar a invasão. As águias foram capturar as pontes que corria atrás da praia, entre St. Martin-de-Varreville e Pouppeville. No setor sul da divisão, foi para aproveitar o bloqueio barquettela e destruir uma ponte da estrada a noroeste da cidade de Carentan, e uma ponte da ferrovia oeste. Ao mesmo tempo, elementos da divisão foram estabelecer duas pontes sobre o rio Douve em Le Port, a nordeste de Carentan.
Crônicas das Operação na Normandia
Como a força de assalto se aproximando da costa francesa, encontramos pesadas nuvens e fogo antiaéreo, o que obrigou os aviões a quebrar a formação. Os pára-quedistas da 82ª e 101ª Divisões Airborne perderam suas zonas de pouso e foram dispersos sobre grandes áreas. A primeira luta de muitos combatentes foi para encontrar suas unidades; 1.500 soldados da divisão foram mortos ou capturados. Quando as unidades ou soldados finalmente se reuniram, eles tinham dificuldade em identificar suas localizações em relação aos seus objetivos. Os pára-quedistas da 101ª receberam reforços na madrugada, quando 51 de planadores da divisão foram se estabelecendo por terra. Os planadores, porém, tinha seus próprios problemas. Muitos dos planadores caíram, e vários soldados da divisão foram mortos, incluindo o general Don F. Pratt, o comandante auxiliar da divisão. Os pousos dos planadores, ao entardecer daquele dia, produziram ainda mais vítimas.
Os homens da divisão, porém, perseveraram e continuaram com as suas missões atribuídas da melhor forma possível. Ao anoitecer, os soldados da 101ª tinham garantido as saídas de praia, na sua zona e contatou as forças de desembarque da 4 ª Divisão. As Águias também controlavam o bloqueio barquettela, mas não puderam assegurar travessias sobre o rio Douve. No dia seguinte, elementos da 101ª tentaram avançar no setor sul da divisão, mas fez pouco progresso contra a pesada resistência do inimigo perto da aldeia de St. Come-du-Mont. No mesmo dia, o general Eisenhower ordenou que os esforços americanos se concentrassem em fechar a lacuna entre o V e VII do Corpo. O VII Corpo recebeu ordens para capturar a cidade de Carentan, e a tarefa foi dada a 101ª, já fora da posição de São Côme-du-Mont a noroeste.
Em 8 de junho elementos do 501 e 506 Infantaria Pára-quedista, juntamente com o 1 º Batalhão, encontrou uma força alemã na cidade de St. Come-du-Mont. O 3º Batalhão, 501ª, tomaram posições ao sul da cidade, ao longo da rodovia para Carentan, onde encontrou o inimigo. O 1º Batalhão, foi chamado para auxiliar o 3º, mas o inimigo retirou-se antes que as tropas chegassem. Ambos os batalhões do 101ª perseguiram o inimigo em retirada, mas não houve mais contato. Os alemães haviam abandonado a cidade, e as águias mudaram-se para planejar o próximo passo na unidade em Carentan.
O ataque em Carentan era para ser em duas vertentes. O braço direito da unidade iria cruzar o caminho a noroeste de Carentan, em volta da cidade, e continuar a sudoeste para ocupar Billonerie, que, pensava-se, cobrir as potenciais rotas de fuga disponível para os alemães. O braço esquerdo do ataque iria atravessar o rio Douve perto Brevands, enquanto uma parcela menor da força se deslocaria a leste do rio Vire para manter contato com o V Corpo.
O 3º Batalhão, do 502º, levou a unidade para a direita. O progresso, no entanto, foi extremamente lento. Os homens do 502 avançaram ao longo do caminho, sem cobertura, sob fogo constante à medida que avançam. O batalhão avançou até chegar a ponte sobre o rio Madeleine e correu para uma posição fortificada do inimigo, concentrada em uma velha casa de fazenda e nas sebes adjacentes. O tenente-coronel Robert G. Cole, o comandante do batalhão, solicitou fogo de artilharia sobre a posição, mas não adiantou. Fixado para baixo, ele ordenou que os homens calassem as baionetas para o combate. O coronel Cole saltou para conduzir a carga, mas nem todos os seus homens tinham começado a executa a ordem. O executivo incitou os homens, e Cole continuava com os soldados que haviam seguido. Os alemães se retiraram da fazenda. Cole foi condecorado com a Medalha de Honra por seus esforços nesse dia. Infelizmente, ele foi morto em uma operação de divisão mais tarde antes de receber sua medalha.
Tendo sofrido pesadas baixas em sua caminhada ao longo do caminho, e estar em desarranjo após a carga de baionetas, o batalhão não poderia perseguir o inimigo em retirada. O 1º Batalhão, 502 PIR, surgiu através da linha a seguiu os alemães. O 1º Batalhão, no entanto, tinha avançado mesmo sob o fogo e o 3º Batalhão, também era incapaz de fazer o exercício. Os dois batalhões, em vez disso, tinham que defender a posição recentemente tomada. Suas defesas foram postas à prova na manhã seguinte, quando os alemães lançaram um contra-ataque forte. Durante todo o dia os batalhões realizaram a defesa do terreno até que foram finalmente aliviado pelo 2° Batalhão. Elementos do 506ª Infantaria Pára-quedista aliviou os batalhões sitiados do 502 em 12 de Junho. Naquela noite o 506 tinha reforçado a unidade em Carentan.
Embora o 502º tenha lutado ao longo do caminho, a 327 Planadores de Infantaria, com o 401 batalhão, levou o ataque de esquerda. Em 10 de junho elementos da força atravessaram o rio Douve e ocuparam a cidade de Brevands. A batalha continuou em direção ao sudeste da cidade de Auville-sur-le-Vey para manter contato com o V Corpo. Encontrando resistência alemã dura fora da cidade, o combate rompeu a linha inimiga para fazer contato com elementos da 29ª Divisão de Infantaria, que faz parte do V Corpo. O 327, depois de cruzar a Douve, tinham ordens de apreender tanto a ponte da ferrovia e da ponte da estrada que cruzava o Canal Ville-Taute, bloqueando as vias de evacuação do leste de Carentan. O regimento conseguiram capturar e segurar a ponte da estrada, mas a ponte da ferrovia foi destruída na luta. Os homens do 327 atravessaram o canal e continuaram a sua luta em direção a Carentan até a resistência inimiga interrompendo seu progresso sobre uma meia milha da cidade.
O general Anthony C. McAuliffe, comandante da artilharia de 101, coordenou a movimentação final de Carentan, que teve lugar em 12 de junho. Ao longo da noite do dia 11, a cidade foi colocada sob fogo pesado, mas, as forças americanas desconheciam que a principal tropa alemã se retirara sob o manto da escuridão. Na manhã seguinte, o 2° Batalhão, 506 PIR, entrou Carentan do sudoeste e conectado com o 1º Batalhão, que se aproximou do nordeste. Uma vez que os dois batalhões tinham se comunicado, eles começaram a limpar a cidade dos vagabundos inimigos restantes. Sob as ordens para a segurança dos acessos à cidade, a 501 e 506 mudou ao longo das estradas para o sudoeste, enquanto que o 327 avançavam para leste. Ambos os grupos, porém, encontram oposição do inimigo, e seu progresso foi limitado. Em 13 de junho os alemães lançaram um contra-ataque feroz na tentativa de retomar a cidade. O Primeiro Exército com elementos da 2ª Divisão Blindada apoiaram a 101 na defesa Carentan. Juntos, os americanos pararam as linhas inimigas e consolidaram a ocupação da cidade.
Dois dias depois, o VIII Corpo tornou-se operacional, e a 101ª foi transferido para a nova sede. Com a missão de estabelecer posições defensivas em toda a península de Cotentin, o VIII Corpo deu a responsabilidade para as águias protegerem o flanco esquerdo do VIII Corpo. Em 27 de Junho, a Divisão de 83ª Infantaria chegou e aliviou a 101ª. Dois dias depois, o 101 foi deslocado do VIII Corpo e enviado para Cherbourg para apoiar a 4 ª Divisão de Infantaria. O 101ª ficou como reserva do Primeiro Exército até meados de julho, quando retornou à Inglaterra para descanso e treinamento.
A divisão sofreu pesadas baixas de pessoal e considerável e perdas de equipamentos durante as batalhas da Normandia. A 101ª passou o verão substituindo equipamento, treinando novos soldados, e espera pela sua próxima missão. Em agosto de 1944, Eisenhower estabelece o Primeiro Exército Aliado Aerotransportado, para controlar os elementos das Divisões americanas e britânicas (e polonês). O novo exército foi posto à prova em setembro de 1944 durante o assalto dos Aliados no norte da Europa: Operação Market-Garden.
- C-47
- Carta do Supremo Comandante aos Combatentes do Dia D




































































































































































































































































































































































































