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Simplesmente UBoot!
Quando a Segunda Guerra Mundial iniciou, em setembro de 1939, já era notório a potência do submarino como arma imprescindível para a batalha nos mares. Muito embora a referência de domínio marítimo repousava sobre a quantidade de Porta-Aviões de uma nação. A Alemanha implementou o maior projeto de construção de submarinos da história militar. Construiu embarcações melhores e com maiores autonomias e arquitetou um plano de isolamento da Inglaterra pelo estrangulamento econômico.
Um outro diferencial da Kriskmarine era a formação profissional dos integrantes dos submarinos. Cada vez mais especializados, eram formados com a ideia de serem os melhores em suas funções, verdadeiros experts para uma guerra diferente das anteriores, um guerra onde a tecnologia estaria em primeiro plano.
O custo foi alto. Ao final da guerra, 90% dos integrantes dos submarinos alemães estavam mortos, um dos maiores índices entre os envolvidos na guerra. Contudo a quantidade de destruição deixando por essa máquinas de guerra nos mares também faziam jus a temor que levavam aos marinheiros aliados. Um único submarino infiltrado em comboio poderia causar centenas de morte em um só golpe.
Segue a galeria dos submarinos:
A Hora H do Dia D – Parte II
Confesso que o conjunto de fotos que iremos publicar me empolgou, não apenas pela qualidade, mas principalmente pela quantidade dos registros. A convicção que as forças aliadas tinham de registrar do desembarque ao avanço das tropas. Fotografias até certo ponto difíceis de ver, principalmente os que registram corpos dos soldados mortos ou feridos gravemente. O interessante é que as fotografias não foram publicadas durante o conflito e permaneceu assim por décadas até ser liberado, no final das contas transformou-se em uma trabalho para posterioridade. Determinadas fotografias publicadas na imprensa nesse período iria ter um impacto semelhante, creio eu, a propaganda da guerra do Vietnã.
Então vamos a elas:
O BLOG retorna!
Depois de um breve período de férias, estamos de volta! Para nossos amigos que acompanham o blog, observaram que não publicamos nada essa semana inteira, pois o Chico Miranda resolveu pedir lincença do cargo de blogueiro e partir com a família para a Cidade Maravilhosa e desfrutar das belezas naturais da cidade Patrimônio da Humanidade. Aproveitamos para rever amigos novos sem, claro deixar de passar nos principais pontos turísticos históricos do Rio, tais como o Palácio da Catete e Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, entre outros.
Mas a vida mole acabou…Retornaremos para cumprir nossas obrigações com a História!
O Cemitério Militar Brasileiro
Os brasileiros mortos na Campanha da Itália, até Dezembro de 1944 eram sepultados nos Cemitérios de Tarquínia, Felônica e Vada. A partir de Janeiro de 1945, foram todos reunidos no Cemitério Militar Brasileiro numa área adquirida pelo nosso governo, na localidade de Pistóia.
Juntamente com os valorosos expedicionários do Brasil, jaziam até alguns anos atrás os despojos de 40 militares alemães, recolhidos na zona de combate pelo Pelotão de Sepultamento da FEB.
Os números dos brasileiros vitimados na Campanha da Itália são os seguintes:
Feridos em ação……………………………………………………………………………. 1.577
Mortos em ação, incluindo os desaparecidos……………………………………. 401
Mortos em acidentes diversos(veículos,minas,arma de fogo, afogamento) 60
Mortos por doença………………………………………………………………………… 4
Morto por assassinato……………………………………………………………………. 1
Morto por suicídio………………………………………………………………………… 1
Observação: dos 467 mortos, 13 eram Oficiais do Exército, 8 oficiais da FAB e 442 Sargentos e Soldados do Exército.
Posteriormente, os restos mortais foram trasladados para o Brasil e estão no Monumento aos Mortos da 2ª Guerra Mundial, que foi erguido na cidade do Rio de Janeiro e inaugurado em 24 de Janeiro de 1960, que foi idealizado pelo Gen Mascarenhas de Morais, e fica localizado no Aterro do Flamengo.
Houve um único caso de deserção, o soldado B.L., que não mais foi incluído na FEB por ter cometido suicídio no acampamento de Lucky Strike, em Saint Valery – França onde foi sepultado.
No local foi construído o Monumento Votivo Brasileiro, mantido até hoje sob os cuidados de Mário Pereira, filho do Veterano Miguel Pereira ex-combatente da FEB, que após a guerra permaneceu em solo italiano, para cuidar daquele pedaço de terra brasileira, cravada na Região da Toscana.
- Soldado não identificado




































