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História Completa da Segunda Guerra – O aniquilamento do Exército polonês
O aniquilamento do Exército polonês
Na noite de 9 de setembro, o General Dab-Biernacki, chefe do Exército Prússia, chega a Brest-Litovsk. Sem demora, procura o Marechal Smigly-Rydz que dois antes, instalara ali o seu QG. Os dois chefes apertam-se as mãos e, durante alguns segundos, permanecem em silêncio. Finalmente, Dab-Biernack comunica ao seu superior a tremenda notícia: – Marechal. Está tudo perdido. Os alemães destruíram esta noite o meu exército, na margem direita do Vístula.
Smigly-Rydz, abatido, deixa-se cair em uma cadeira. O aniquilamento do Exército Prússia põe fim às últimas esperanças de constituir uma nova frente defensiva. Nada mais pode deter o avanço alemão para Varsóvia. Dois dias antes, o marechal dera a Dab-Biernacki a ordem de deslocar rapidamente as suas forças para leste do Vístula, mas, em um vertiginoso avanço, as divisões motorizadas de Rundstedt envolveram pelo norte e pelo sul as divisões polonesas e as cercaram. A 8 de setembro a batalha terminava. As últimas três divisões do Exército Prússia foram aniquiladas.
A Wehrmacht, dando estrito cumprimento ao seu plano de campanha, empreendeu em seguida a destruição dos exércitos dos generais Bortnowski e Kurtrzeba, cujas unidades, que tinham mais da metade dos efetivos totais do exército polonês, ficaram isolados a oeste do Vístula.
Na manhã de 10 de setembro, o general Kurtrzeba, inicia um violento ataque para o sul, para golpear o flanco esquerdo da gigantesca cunha lançada pelos alemães e conter o avanço dos blindados para Varsóvia.
A 12 de setembro, o general Kurtrzeba e o general Bortnowski realizam uma conferência às margens do Bzura. Ao sul deste rio, os seus soldados sustentam desesperados combates com as tropas de von Blaskowitz, sob o bombardeio incessante e demolidor da artilharia e dos Stukas. Em poucos minutos, os dois chefes tomam uma resolução extrema. Fracassou o ataque para o sul e, de todas as direções convergem forças alemães. Decidem sustar imediatamente a ofensiva e empreender no dia seguinte a retirada para Varsóvia. Entretanto, já é tarde.
O cerco estendido por von Rundstedt fecha-se inexoravelmente. As 1ª e 4ª DP que se encontravam frente à Varsóvia, dão meia volta e dirigem-se a toda velocidade para o Bzura, para cortar pelo leste, a retirada dos poloneses. Do norte, o 4° Exército de Von Kluge avança em marcha forçada e completa a barreira que, pelo oeste e sul, foi levantada pelo 8° Exército de Blaskowistz. Na manhã de 16 de setembro, os alemães iniciam o ataque. Os Panzers atravessam o Bzura e, aniquilando todas as forças que se colocam pelo caminho alcançam a localidade de à Kiernoczie, situada no centro da gigantesca bolsa. A sorte dos exércitos poloneses está selada. No outro dia, os alemães recrudescem a violência da ofensiva.
Cai a noite. Pelos caminhos que vão ao leste, marcham, e meio a um caos indescritível, milhares de soldados poloneses. Sobre as margens do Bzura, chocam-se com os alemães e se desenrola uma luta furiosa e sangrenta. Duas brigadas de cavalaria conseguem romper o cerco e evadir-se para Varsóvia, através de espessos bosques. O General Kurtrzeba, acompanhado por um grupo de oficiais, consegue também chegar à Capital. O general Bortnowski cai prisioneiro. Ao despontar do dia 18 de setembro, a Luftwaffe lança todos os seus efetivos ao ataque. Com um rugido ensurdecedor, os Stukas abatem-se sobre as indefesas colunas de soldados, metralhando-os sem piedade. Poucas horas depois a batalha termina. Está destruído o grosso do Exército polonês.
O final
Enquanto se travam os últimos e sangrentos combates da batalha do Bzura, o 19° Corpo Blindado do general Guderian, avança da Prússia Oriental para o sul e, depois de atravessar o rio Narew e aniquilar as forças polonesas que encontra pelo caminho, flanqueia Varsóvia pela retaguarda. Sem deter a sua marcha, os tanques alemães ocupam a cidade de Brest-Litovsk e, a 16 de setembro, fazem contato com as unidades de von Rundstedt, nas margens do rio Bug. Assim, tal como foi planejado, as forças vindas do norte e do sul fecham finalmente a gigantesca armadilha sobre a totalidade do exército polonês. No dia seguinte, os russos, dando cumprimento às cláusulas secretas do tratado germano-russo, cruzam as fronteiras orientais da Polônia e, avançando rapidamente para oeste, chegam à Brest-Litovsk.
No mesmo dia em que os russos entram na Polônia, o marechal Smigly-Rydz foge para a Romênia. Varsóvia, entretanto continua resistindo. Lá se concentra os restos do Exército polonês que, sob o comando do General Rommel, prepara-se para enfrentar a investida final da Wehrmacht.
Hitler ordena e, a 25 de setembro, começa o bombardeio aéreo maciço de Varsóvia. Por todo o dia, os Stukas metralham e bombardeiam implacavelmente a indefesa cidade. Ao cair da noite e à luz dos incêndios que se propagam por todos os bairros, os alemães iniciam o ataque decisivo. Combatendo furiosamente, os soldados e civis poloneses recuam lentamente para o centro. As munições e víveres se esgotam. Não há medicamentos para atender aos milhares de feridos e falta água.
A 27 de setembro, o general Rommel se rende. Ao meio dia, cessa o fogo e os soldados queimam as bandeiras dos seus regimentos, para que não caíam nas mãos dos alemães. Dois dias depois, as tropas do 8° Exército de von Blaskowitz entram em Varsóvia.
Artigo: Adolfo Luna Neto
As fotos abaixo não necessariamente são da invasão da Polônia, mas refletem o poderio bélico da Alemanha
Brasiliano, brava gente!
Os ceguinhos de Podenzano
Já a paz havia sido declarada quando, uma tarde, chega-nos o capitão Verejão e convida-nos para irmos visitar o colégio para crianças cegas.
Como sempre, munimo-nos dos clássicos mantimentos de que a população tanto necessitava, e fomos.
O colégio ficava à margem da estrada que liga S. Carlos a Podenzana, e se achava instalada num amplo casarão, no fundo de aprazível chácara.
Fomos recebidos pelas madres orientadoras do colégio que nos conduziram por um salão onde nos foram apresentados os alunos.
À Diretoria demos mantimentos, às crianças demos chocolates e balas.
É bem verdade que os que se afastavam de sua Pátria e de sua família, como que o coração se lhes enche de ternura e de bondade; entretanto o quadro era realmente de comover.
Os ceguinhos se aconchegavam uns aos outros, saboreando as balas com desmedido prazer, vestidos humildemente, uns sem pai, outros sem mãe.
A Diretora ao agradecer-nos as dádivas, confessou-nos que havia muito que lhes faltava tudo, inclusive sabão.
Passamos a cuidar mais de perto dos ceguinhos. Mandávamos-lhes o “show” da companhia de Petrechos do Batalhão e o capitão Arnóbio. Os ceguinhos, assim ouviram diversas canções brasileiras e mesmo algumas italianas. Pediram que cantassem a “Aurora” cujo o ritmo eles acompanhavam com as palmas. Cantamos-lhes o nosso Hino Nacional, cujas palavras lhes traduzimos.
Em certo momento colhemos a mão de uma das meninas e trouxemo-la para perto de nós. Carla tinha apenas 10 anos. Cega de nascença, viva e inteligente, conversou muito conosco, espontaneamente agradeceu-nos os chocolates e pediu-nos notícias do Brasil.
Depois, volvendo seus tristes olhos para uma direção infinita, chegou-se mais perto de nós e desse-nos, como num segredo: os “tedescos” levaram meu paizinho, será que ele volta?
Respondemos a Carla que sim e apressamos nossa retirada.
Dias após recebemos a carta que se segue:
Senhor Major
A vossa gratíssima visita, e a excepcional delicadeza que tiveste em trazer-nos, além de uma farto e boníssimo presente, a alegria de ouvir a harmonia e a doce poesia do vosso belo país, nos comoveu assim, tão profundamente, que sentimos a necessidade de oferecer a Vós o nosso agradecimento muito sincero. Quanta gratidão, quanta admiração sentimos por Vós, pelo vossos soldados, que não se desdenharam de dar a nós, pobres e humildes crianças, o nosso tempo preciso que nos fez conhecer a bondade e a Cristã irmandade da alma brasileira.
Que o bom Deus faça descer sobre Vossos caros a abundância dos seus favores celestes. Proteja, prospere a Vossa casa, a Vossa terra que nenhuma Pátria, e faça que nenhuma sombra de dor que tem dilacerado a nossa infeliz Pátria, toque de leve o benéfico Brasil que vejo de tão longe para enxugar-nos as lágrimas e trazer-nos a Paz.
Pedimo-vos para transmitirdes as nossas saudações aos Vossos, os quais, estamos certos, serão como seu grande pai, que recordaremos sempre com reconhecimento. Com o agradecimento dos Cegos.
Instituto dos Cegos – Madonna dela Bomba
Piacenza, 11-6-44
Crônicas de Guerra – Coronel Olívio Gondim de Uzêda
História Completa da Segunda Guerra – De Olho na Polônia
Inicialmente, o primeiro grande evento militar da Segunda Guerra Mundial aconteceu em 01 de setembro de 1939. E partir desse marco, vamos iniciar uma série que, há algum tempo, já estava em nossos planos. Um estudo histórico completo sobre a Segunda Guerra Mundial partindo de uma forma mais cronológica, ou seja, a partir de 1939 até 1945. Vamos procurar enfatizar mais de uma visão, isso incluir a visão da Alemanha, seu povo e seus líderes. Esse projeto, tem por objetivo trazer várias perspectivas de um evento grandioso, e que merecem ser analisados de várias vertentes de interpretações históricas, portanto não vamos poupar ninguém!
Se você discordar das análises publicadas, não tem problema, poste seu comentário e vamos debater. De forma que todos possam conceber um interpretação diferente para o mesmo evento, mas aviso de antemão, nossa visão deve ser despida da ideologia ou apologia, pois o estudo histórico deve ser assim, apenas análise dos fatos!
De olho na Polônia
Em 28 de outubro de 1938, Hitler faz a primeira exigência territorial a Polônia: Danzing deveria ser devolvida a Alemanha e permitam a construção de ligações rodoviárias e ferroviárias com a Prússia Oriental através do Corredor Polonês. A Polônia recusa, mas com que fim? Em 15 de maço de 1939 os alemães desmembram a Tchecoslováquia em seus estados constituintes. A Eslováquia torna-se um protetorado alemão, a Rutênia é entregue à Hungria, e a Boêmia e a Moravia são incorporados à Alemanha. A atitude em relação à Alemanha, tanto por parte da Grã-Bretanha quanto da França, começa a mudar, especialmente entre os britânicos. Chamberlain é pressionado para declarar que a Grã-Bretanha apoiaria a Polônia contra a agressão alemã. Hitler reitera suas exigências aos poloneses que, em 21 de março, as rechaçam novamente. Dois dias depois, soldados alemães ocuparam a cidade de Memel na fronteira entre a Prússia Oriental e Lituânia, levando à conclusão de que o exército alemão poderia fazer o mesmo em Danzing. A Polônia alerta que qualquer tentativa de tomar Danzig significaria a guerra e, em 31 de março de 1939, Grã-Bretanha e França declaram que apoiariam os poloneses se isso acontecesse.
Em 15 de abril, ainda sob impacto da anexação da Albânia por Mussoline apenas uma semana antes, o presidente Roosevelt pede garantias a alemães e italianos de que não atacariam outros países europeus. Hitler e Mussoline ignoram o pedido, sabedores de que as Leis de Neutralidade de 1935-37 impedem que os Estados Unidos intervenham em uma guerra na Europa. Três anos mais tarde, Stalin proporia uma aliança de 10 anos com a Grã-Bretanha e França. Se a proposta tivesse sido aceita, é possível que os eventos subsequentes fossem diferentes.
Entretanto, as negociações se mostraram difíceis, como resultado de um antagonismo soviético-polonês que datava do conflito de 1920. A Polônia não tinha nenhuma intenção de se aliar a suas potências que, por sua vez, eram aliadas de um vizinho não confiável, e a União Soviética pensava o mesmo.
Hitler renunciou ao pacto de não-agressão de 1934 com os poloneses em 28 de abril de 1939 e repetiu suas exigências por Danzing. A isso se seguiu, em 22 de maio, o “Pacto de Aço”, no qual Itália e Alemanha prometiam apoio mútuo em caso de uma guerra futura. Para piorar as coisas, soviéticos e alemães chocam os observadores internacionais com a assinatura de uma pacto de não-agressão em 23 de agosto. O pacto incluía cláusulas sobre a divisão da Polônia entre a Alemanha e a URSS, além de garantir liberdade aos soviéticos para lidarem com os países do Báltico. Talvez mais importante ainda, o pacto significou que a Alemanha não mais enfrentava a possibilidade de uma guerra em suas frentes, um golpe duro para os aliados ocidentais, que agora percebiam que Hitler estava livre para atacar a Polônia. Em 26 de agosto os britânicos assinam um tratado de aliança com a Polônia. Hitler já dera ordens para uma invasão, mas a ação britânica o obriga a adiar.
Deduzindo, entretanto, que não havia nada que Grã-Bretanha ou França pudesse fazer para evitar uma vitória alemã na Polônia, Hitler dá nova ordem para invadir o país em 01 de setembro.
Fonte: David Jordam
Registro Fotográfico da Guerra Civil Americana – Explicando algo Importante!
Um contexto que gosto de interpretar, tanto a Segunda Guerra, quanto outros eventos anteriores, é exatamente o senso comum em relação à segregação racial. Enquanto falamos do genocídio do regime nazista, o movimento em relação à separação de raças superiores e inferiores era algo anterior ao nacional socialismo, à bem da verdade, os judeus sofrem perseguição há séculos, os negros americanos, ainda nos dias atuais, resistem entrar em bairros “brancos” e em algumas cidades americanas. A Guerra Civil Americana é exemplo de um povo dividido pela ideologia de segregação racial.
Hitler não inventou nada de novo, o que ele fez foi executar em escala industrial o pensamento de boa parte do mundo daquele período histórico! E nesse momento ele deve ser condenado, não pela ideia, mas pelos meios empregados.
Vejamos a continuação do registro fotográfico da Guerra Civil Americana
A Poderosa Alemanha Nazista!
Não é possível negar, a Alemanha nazista se preparou para a guerra. Essa afirmativa, até certo ponto simplista, não resume o avanço extraordinário que o regime conseguiu alcançar nos anos que esteve em processo de reafirmação bélica. Em 1933, Hitler assume uma Alemanha humilha e cheia de restrições, ninguém pode negar esse fato, e aos poucos vai transformando sua indústria bélica em uma poderosa máquina de guerra. Mérito? Falando militarmente, esquecendo as argumentações de causas e consequências da Segunda Guerra Mundial, é possível ceder o mérito ao senhor Adolf, muito embora o que importa de fato é o que ele fez com esse poder. Mas é possível imaginar um país destruído economicamente e em menos de uma década ser a maior potência militar do mundo? E mais impressionante ainda, em pouco mais de cinco anos se encontrar completamente devastado novamente? Observando esses acontecimentos friamente, esse tipo de cenário parece tão improvável atualmente como o era antes de 1939, mas aconteceu.
O poder da Alemanha foi muito além do armamento e da tecnologia, a Alemanha desenvolveu técnicas de combate, doutrinas militares que são empregadas até os dias atuais. Isso assustou o mundo, e assusta até hoje! Devemos ter em mente que é necessário entender a História em sua plenitude para que outros regimes com a eficiência militar da Alemanha nazista e sua ideologia possam ficar apenas na história, servindo de exemplo para essa e as próximas gerações.
De Campeão Mundial de Boxe a Paraquedista da Luftwaffe na Segunda Guerra!
O pessoal da Webkits citou esse fenômeno da Segunda Guerra, o pugilista Max Schmeling, que lutou nas Divisões Aerotransportadas da Alemanha, fazendo parte da Operação Mercúrio, que tomou de assalto a ilha de Creta. Segue a impressionante trajetória desse soldado:
«…Morreu o ex-campeão mundial Max Schmeling.
O antigo campeão mundial de boxe na categoria de pesos pesados, MAX SCHMELING, morreu na quarta-feira e foi enterrado ontem. Tinha 99 anos. O ex-pugilista entrou em coma três dias antes da sua morte, em consequência do frio polar que atingira o país durante o Natal. “MAX SCHMELING pertence aos imortais e terá sempre um lugar no coração dos alemães”, declarou o presidente do Comité Olímpico da Alemanha, Walter Troeger.»
Foi assim que em 5FEV05, o jornal diário PÚBLICO noticiou a morte «do maior desportista alemão de sempre», conforme foi considerado em 1987 por toda a imprensa desportiva alemã.
Recordado como o único pugilista germânico que se sagrou campeão mundial em todas as categorias, depois de bater o norte-americano JACK SHARKEY, no dia 12 de Junho de 1930, e o também norte-americano JOE LOUIS, por KO ao 12º assalto, em 19 de Junho de 1936 em Nova Iorque, MAX SCHMELING destacou-se também pela sua capacidade e entrega na ajuda ao próximo, pela sua incomensurável generosidade, coragem e elevado civismo.
Quando deflagrou o maior conflito mundial entre a Alemanha e os países aliados, MAX SCHMELING, apesar do seu estatuto de “cidadão estrela”, não se furtou aos seus deveres cívicos, tendo sido o único desportista de alta competição a cumprir o serviço militar, como voluntário, nas míticas unidades paraquedistas ( FALLSCHIRMJÄGER ) da Luftwaffe.
Para recordar os principais traços biográficos deste grande desportista mundial e, apenas numa perspectiva histórica, a ação de combate em que participou como militar paraquedista durante a 2ª Guerra Mundial, aqui deixo este breve apontamento.
MAX SCHMELING: ALGUNS TRAÇOS BIOGRÁFICOS
MAXIMILIAN SIEGFRIED ADOLF OTTO SCHMELING nasceu a 28 de Setembro de 1905 em Brandemburgo (Klein-Luckow), no leste da Alemanha.
Filho de um piloto da marinha mercante e de uma mãe de origem humilde, viu despertar a sua vocação para a prática do pugilismo, depois de ter assistido a um filme de boxe no princípio dos anos 20.
Em 1922 muda-se para a região da Renânia, no oeste da Alemanha, lugar onde na época se aglomeravam as principais academias de boxe. Aqui se fixou, ao mesmo tempo que garantia a sua subsistência, alternando o seu trabalho com alguns combates de índole amador.
A sua primeira vitória no pugilismo é conquistada em 1924, e do dia para a noite tornou-se na maior sensação do desporto alemão.
Opta pela carreira profissional, vindo a conquistar o título alemão de meio-pesado em 1926. A par do seu percurso desportivo, ainda consegue alguma disponibilidade para participar nos filmes intitulados EIN FILMSTAR WIRD GESUCHT (PROCURA-SE UM ASTRO DE CINEMA) e LIEBE IM RING (AMOR NO RINGUE).Em 1927 e devido a problemas de excesso de peso, o temido pugilista, apesar da sua média envergadura (1,85m e 85Kg) é obrigado a mudar de categoria, passando a pesos-pesados, É já nesta categoria que em 1928 conquista o título alemão, iniciando ainda algumas lutas nos EUA.
A 12 de Junho de 1930, sagrou-se campeão mundial na categoria de pesos-pesados , depois do seu adversário, o norte-americano JACK SHARKEY, ter sido desclassificado ao 4º assalto por um golpe desferido abaixo da cintura, tornando-se no primeiro europeu a conquistar um título mundial nesta difícil categoria.
No ano seguinte defendeu o título contra outro norte-americano, YOUNG STRIBLING, mas em 1932 perde para Jack Sharkey, depois de controversa decisão do árbitro (um velho amigo do seu adversário).
Casado com a atriz checa de origem judia, ANNY ONDRA, e com a ascensão dos nazis ao poder, nega-se a separar-se da sua mulher e do seu treinador (Joe Jacobs), também de origem judia. Com o incumprimento desta determinação cultiva algumas antipatias e incompreensões, porém consegue fazer uma transição para o novo regime sem grandes sobressaltos.
Em 1936 participa nos Jogos Olímpicos (Berlim), tendo convencido os norte-americanos a participarem.
A 19 de Junho de 1936 vence o norte-americano JOE LOUIS (um jovem negro de Detroit), por KO no 12º assalto, facto que provoca uma inquestionável popularidade mundial, desde logo usada pela máquina de propaganda do 3º Reich (Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda nazi chegou mesmo a enviar um telegrama de felicitações). Dois anos mais tarde perde o título conquistado contra o mesmo JOE LOUIS, depois de ter combatido cerca de 124 segundos!!!.
Chamado para combater durante a 2ª Guerra Mundial, MAX SCHMELING alista-se, em 1940, nas tropas paraquedistas da Luftwaffe.
Depois de ultrapassar com galhardia os rigores da instrução que este tipo de tropas impunha, e de frequentar com aproveitamento o Curso de Paraquedismo Militar, vê a sua unidade ser empenhada na operação com o nome de código « MERCÚRIO » que tinha como objetivo o ataque à ilha grega de Creta.
Dado como morto em combate, reaparece algum tempo depois numa cama de hospital. As causas do seu internamento, ainda hoje, são contraditórias, muito embora os seus delatores a atribuam a «disfunções estomacais».
Terminado o conflito mundial foi ilibado de quaisquer crimes de guerra por um tribunal britânico, iniciando a reconstrução da sua vida com alguns combates de demonstração e exibição.
Mais tarde dedica-se à plantação de tabaco e consegue uma licença para distribuir os refrigerantes Coca-Cola na Alemanha, onde consegue reequilibrar as suas finanças com algum sucesso.
Em 1954 viajou de novo, aos EUA para visitar o seu antigo adversário e grande amigo JOE LOUIS que ajudou financeiramente, tendo inclusive pago parte das despesas do funeral e carregado a sua urna em 1981.
Viveu sempre com a mesma mulher (falecida em 1987), não teve nenhum filho e, apesar da sua avançada idade, nunca dispensou a sua manutenção física diária.
Faleceu no dia 2 de Fevereiro de 2005, depois de ter estado em coma durante três dias, com 99 anos de idade.
Eis a vida de um CAMPEÃO MUNDIAL (56 vitórias em 70 combates como profissional), PÁRA-QUEDISTA MILITAR e CIDADÃO EXEMPLAR!
OPERAÇÃO MERCÚRIO: OBJECTIVO «CRETA»
Maio de 1941: o ataque à ilha grega de Creta foi a maior operação aerotransportada desenvolvida e levada a efeito pelas TROPAS PÁRA-QUEDISTAS da Luftwaffe durante a 2ª Guerra Mundial.
Estrategicamente localizada, esta pequena parcela de terra tinha-se tornado num problema acrescido para os exércitos alemães no Norte de África, pois servia como base para os bombardeiros aliados que atacavam os comboios de provisões no Mediterrâneo.
Iniciada em 20 de Maio, com o nome de código « MERCÚRIO » foram usadas, para o assalto, todas as unidades aptas a fazerem uso da terceira dimensão com exceção da 22ª DIVISÃO AEROTRANSPORTADA que teria a missão de proteger as refinarias de Ploetsi (Roménia).
Nesse dia são lançados 13.000 paraquedistas e cerca de 9.000 militares das unidades de montanha (5º Gebirgs Division). Para o efeito são utilizados 502 JUNKERS JU-52 e 85 planadores DFS 230.
Ao iniciar a operação, os alemães desconheciam que os serviços secretos britânicos tinham descodificado todos os seus códigos secretos, sendo este facto agravado com uma “desvalorização da capacidade de combate do inimigo” elaborada pelos serviços secretos alemães: a temida ABWEHR.
Dividida em três grandes grupos denominados Oeste, Centro e Este, a força de ataque é lançada em duas vagas: a primeira salta sobre o aeroporto de Maleme e a segunda incluía um ataque ao aeródromo de Rethymnon.
Porém, os bombardeamentos executados pela Força Aérea alemã alertam os cerca de 27.500 soldados britânicos e 14.000 gregos e os combates tornam-se encarniçados.
Centenas de paraquedistas germânicos são mortos sem nunca terem tocado o solo e muitos outros nunca conseguiram alcançar os objetivos (aterram no mar) devidos a erros nos lançamentos.
Com um início desastroso e surpreendidos por um adversário implacável, os FALLSCHIRMJÄGER fazem emergir a sua reputação de soldados de elite e conseguem obter uma preciosa e decisiva vitória, apesar do elevado número de baixas: 3.250 mortos e desaparecidos e 3.400 feridos, contra 2.500 mortos e 10.000 prisioneiros britânicos e gregos.
Impressionado com o elevado número de baixas, Adolfo Hitler nunca mais autorizou o uso em grande escala de tropas paraquedistas.
Fonte: http://www.operacional.pt/max-schmeling-pugilista-e-para-quedista-militar/
Mascotes das Guerras – Os Mais Estranhos e Diferentes – Parte II
Continuando a série mais animalesca da Segunda Guerra Mundial:
- Essa Fotos é do Acervo pessoal. Chica era mascote do 4º BPE
Fonte: ECPAD
A Luftwaffe e o Fanfarrão do Göring
A Luftwaffe foi a mais impressionante Força que se desenvolveu com a ascensão do regime nazista. Durante o período entre guerras, a Alemanha foi totalmente destituída de uma Força Aérea, não podia produzir aviões de combate ou formar pilotos. Mesmo sob essas severas proibições, o sistema nazista conseguiu driblar as restrições e formar pilotos a partir de aeroplanos e cursos no exterior. Mas foi na Luftwaffe que ocorreu, talvez, um dos piores erros de Hitler, e ele atendia pelo nome Herman Göring.
Göring foi um dos maiores ases da aviação alemã da Primeira Guerra, um piloto talentoso, mas um oportunista sagaz. Fez parte do Regime desde o seu início, se elegendo nas eleições que antecederam a tomada de poder pelo regime de Hitler e quando ele se torna ditador, Göring recebe o comando da Força Aérea em plena formação. Mas não demora muito para que o fanfarrão comece a aparecer de fato. Promete a Hitler que Berlim nunca seria bombardeada, e essa era uma característica do Comandante da Luftwaffe, promessas sem noção.
Quando no avanço sobre o Canal da Mancha, em plena marcha para destruição total da Força Expedicionária Britânica, Hitler dar ordens para pararem o avanço sobre Duquerque. Atônitos os comandantes de Exércitos e de Divisões protestam, querem avançar! Entre eles Guderian e Rundstedt. A desculpa do Fürher é uma parada visando à conquista do sul, em preparação a um possível contra-ataque dos franceses remanescentes, outro argumento é que Göring prometera a Hitler que os britânicos da praia, não escapariam da Luftwaffe. 500 mil soldados britânicos e franceses são evacuados pelo Canal pelas semanas seguintes.
A guerra continua! Depois da conquista da França, todos os campos de aviação franceses caem nas mãos dos alemães. Começa os preparativos para a Operação Leão-Marinho, invasão da Ilha principal da Grã-Bretanha! Göring promete uma derrota esmagadora e a superioridade aérea total. Além de não conseguir, mais uma vez, a Alemanha não consegue repor os aviões e treinar os pilotos na proporção que são abatidos! Primeira grande derrota Alemã!
Para finalizar, quando ele percebe que tudo está perdido, diferentemente dos Goebbels que escolhe morrer com seu líder. Ele se entrega para os americanos, na esperança de se manter no poder em um futuro governo aliado. Fica surpreso ao saber que vai a julgamento. Os soviéticos exigem uma pena pesada sobre a maior autoridade nazista presa em Nuremberg. Mesmo se defendendo inteligentemente das acusações, se mata quando não havia mais esperança de liberdade. Esse era Göring!
As Melhores Fotos da Segunda Guerra – Extra
Particularmente creio que a fotografia expressa um sentimento tão importante que é análise temporal de uma determinada cena. Isso fascina qualquer estudioso de um período. Imagine se pudéssemos ter fotografias dos principais fatos históricos da humanidade.
A Segunda Guerra é o primeiro evento que conseguimos capturar imagens que, há 70 anos transformaram o mundo no que ele é hoje. Nas fotografias podemos perceber o sofrimento do ferido, o cansaço da marcha, o avanço do destemido…A morte do soldado! Analisamos aquela imagem que podem dizer muito mais do que apenas a própria imagem, podem contar a história da humanidade pela óptica de quem esteve lá, de quem foi fotografado! E isso será de suma importância para que os eventos desse sofrimento não se repitam, pelo menos com essa abrangência.
- Paraquedista americano
As Fotos Mais Engraçadas e Sem Noção da Segunda Guerra – O retorno!
Continuando a infinita série das imagens mais engraçadas em sem noção da história das guerras, caso não tenham acompanhado, segue alguns links das edições anteriores abaixo:
Fotos Mais Engraçadas e Sem Noção da Segunda Guerra – Parte VIII
A Série – Fotos Mais Engraçadas e Sem Noção da Guerra – O Retorno
A Série – Fotos Mais Engraçadas e Sem Noção da Guerra – Edição Extra
A Série – Fotos Mais Engraçadas e Sem Noção da Guerra!
O Conquistador Solitário de Monte Castello – O Bravo Soldado Brasileiro!
A mistura racial que forjou nosso país ao longo dos séculos, também enriqueceu nosso espírito de sobrevivência e nossa alma de guerreiro, basta para tanto observar nossa história para contemplar o quanto o povo brasileiro é guerreiro. Para vislumbrar as revoltas armadas nas capitanias hereditárias, nas províncias imperiais e em qualquer tipo de acontecimento que exigisse do brasileiro às armas, ele lá estava! Não somos um povo covarde!
A Força Expedicionária Brasileira é um exemplo exato dessa condição. Foi uma cópia sociológica fiel do seu povo, com suas virtudes e suas insuficiências. O soldado da FEB foi considerado em grande número abaixo do padrão em comparação a outros exércitos, por sua desnutrição, baixa instrução e outros problemas que, no contexto geral, eram a tipificação do Povo Brasileiro, pois o Exército Brasileiro é o espelho de seu povo.
Contudo o raquítico e desnutrido soldado brasileiro no combate se agigantou. Mostrou de forma inequívoca a bravura de seu povo.
Citando apenas um, entre tantos exemplos de bravura que foram demonstrados nos campos de batalha da Itália, contamos a História de um Herói, João Ferreira da Silva que, como não poderia deixar de ser um “JOÃO” e um “DA SILVA”, representou o melhor de sua Pátria. João Ferreira da Silva foi considerado o CONQUISTADOR SOLITÁRIO DE MONTE CASTELLO. Nas operações de 12 de dezembro de 1944, mesmo com ordem de retrair o I Batalhão do I Regimento de Infantaria, sua unidade, o soldado do Estado de Sergipe continuou a subir o Monte. Não se teve notícias do mesmo e ele foi considerado como “Desaparecido em Combate”, mas quando a Tomada de Monte Castello foi concretizada em fevereiro de 1945, o corpo do Soldado João Ferreira da Silva foi encontrado muito além das linhas brasileiras de 12 de dezembro. Abatido com um tiro, ao seu redor corpos de inimigos mortos. Ninguém saberá como aconteceu a guerra solitária desse herói brasileiro, com quantos ele lutou para chegar atrás das linhas inimigas. Seu corpo foi conservado pelo rigoroso inverno italiano, e permitiu que o tempo parasse no exato instante do sacrifício, para que servisse de testemunha o sacrifício pelo seu país.
Temos que divulgar o quanto João Ferreira da Silva é importante para a história de nosso país. Sabe o motivo? Essa geração só tem notícia de imoralidade pública e desrespeito com povo brasileiro e o com o próprio Brasil.
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Segue abaixo dois Artigos sobre o João Ferreira da Silva. O primeiro é do autor Joaquim Xavier da Silveira e o segundo é do seu comandante o então Major Olívio Gondim de Uzêda em uma belíssima crônica a seu comandado, vale a pena sentir o orgulho do Comandante de um dos Heróis mais valentes da Força Expedicionária Brasileira.
“Perto do Monte Castello, foi encontrado o corpo de um soldado solitário morto por um tiro e que estava bem distante dos pontos mais avançados que a trapa brasileira atingira nos ataques do dia 12 de dezembro. Em sua arrancada, ele transpôs as linhas inimigas até ser abatido. Que impulso moveu este soldado, que atos de coragem e heroísmo praticou? Não se poderá saber nunca sua história, porque em sua volta só restaram mortos. A neve que conservou o corpo na posição exata em que tombou à frente do inimigo, quis resgatar o silêncio sem história esse exemplo sacrifício e da coragem do infante brasileiro. Identificado como José F. da Silva, da 3ª Companhia do I Batalhão do Regimento Sampaio, ele bem mereceu o título que lhe deram posteriormente: Conquistador Solitário de Monte Castello.” – A FEB por um Soldado – Joaquim Xavier da Silveira
PARA O SOLDADO JOÃO FERREIRA DA SILVA
Dizem que o céu é o lugar dos bons e dos justos. Deve ser também dos heróis, dos que sabem morrer como você, com galhardia e com bravura, na defesa de sua Pátria. É lá, pois, que você merece e deve estar.
Para você essa última homenagem do seu comandante de Batalhão. Que ela chegue ao seu destino.
O nosso Batalhão não conseguiu lhe acompanhar. Por uma série de fatores adversos, ficamos a meio caminho e tivemos que recuar para onde partimos. Por medo, por covardia? Não! Você sabe que não! Você viu quantos dos seus companheiros tombaram no meio da jornada; você não os viu recuar.
Eles não o abandonaram! Eles recuaram, depois, por ordem. Recuaram para depois voltar. E voltaram para se encontrar com você aí, no alto deste Monte, onde você teve suprema glória de ser o primeiro soldados brasileiro a chegar.
Encontramos seu corpo ainda intacto sob o manto protetor da neve. Como que você sabia que voltaríamos, e todos nós gostamos que você testemunhasse que voltássemos; que voltássemos para buscar você, que voltássemos para com você darmos à nossa Pátria a glória de tão soberba vitória: A CONQUISTA DO MONTE CASTELLO.
- Patrulha Brasileira
- Monte Castello ao fundo
Cel. Uzêda
7ª Companhia de Comunicações – Unidade Tradicional do Exército Brasileiro
Com a chegada em definitivo da guerra para o Atlântico Sul, em especial no momento em que o Brasil corta as relações diplomáticas com a Alemanha, e o consequente afundamento de navios mercantes brasileiros que passam a ser alvo de submarinos do Eixo. O então Comandante da 7ª Região Militar, o General de Divisão Mascarenhas de Morais inicia uma série de mudanças nas tropas do Nordeste brasileiro, tais como patrulhamento do litoral e transferências de Unidades Militares para a região com o objetivo de melhorar as defesas do litoral.
Por isso Pernambuco possui algumas Unidades Militares que foram criadas ou transferidas nesse período. Uma dessas Unidades Militares é a atual 7ª Companhia de Comunicações que é comandada pelo Major Marcelo Santos Gonçalves.
A Unidade comemorou no dia de hoje 71 anos de existência; mais de sete décadas de história e envolvimento com os principais acontecimentos do Estado de Pernambuco desde o final da primeira metade do século passado. A 7ª CiaCom participou dos grandes eventos, tais como o envio de efetivos para a Segunda Guerra Mundial, participação nos eventos de 31 de março de 1964, calamidades públicas, como as grandes enchentes da década de 70 e participou das Missões de Paz UNAVEM III (Angola) e MINUSTAH (Haiti).
Por toda essa força operacional e peso histórico a 7ª Companhia de Comunicações possui uma intima ligação com a História recente do Pernambuco. E isso é o mais importante elemento que hoje figura na briosa companhia, o orgulho e zelo pela preservação dessa história. Não por acaso, observa-se entre os integrantes da Unidade, e no próprio aquartelamento, o cuidado na preservação de sua história.
Orgulha-nos como cidadão brasileiro e como historiador observar em outros brasileiros o apego com o passado de seu povo, representado aqui por uma Unidade Militar participativa da História do Brasil.

Major Marcelo entrega Diploma de Amigo para o Vice-Presidente da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileiro – Regional Pernambuco Sr. Rigoberto Souza Júnior
- Pátio de Formatura
- Apresentação da Tropa
- Solenidade contou com a presença do General Lima Neto comandante da 10ª Brigada de Infantaria Motorizada e integrantes da ANVFEB-PE
- Major Marcelo entrega Diploma de Amigo para o Vice-Presidente da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileiro – Regional Pernambuco Sr. Rigoberto Souza Júnior
- Desfile de antigos integrantes da 7ªCiaCom
- Sala com fotos histórica, em especial quadro com os integrantes da Companhia que lutaram no Teatro de Operações da Itália entre os anos de 1944 e 1945
Uma Visão Diferente dos Aviões que Combateram na Segunda Guerra
O Cockpit de uma aeronave alemã ou aliada da Segunda Guerra Mundial move e aguça a imaginação dos pilotos atuais, particularmente os modelos da Alemanha que existem apenas em Museus da Segunda Guerra espalhados pelo mundo.
Para os amigos pilotos como Pedro Ferreira, tentei separar algumas fotografias que pudessem captar a visão dos pilotos, artilheiros e demais componentes da tripulação e, principalmente, a visão interna das aeronaves, já que muitos conhecem todos os tipos de aviões que combateram na Segunda Guerra, mas sabem muito pouco sobre o interior dessas máquinas de guerra.
Os Melhores Registros Fotográficos da Invasão a Libertação da França
A TIME realizou um trabalho historiográfico de suma importância para a História da Humanidade. Não há outra empresa que tenha se qualificado tal bem para o registro fotográfico do período que compreende os preparativos e a eclosão da Segunda Guerra até o seu desfecho. A TIME publicou uma série de impressionantes fotografias que exibia o clima da Alemanha no período áureo do Nazismo e, posteriormente acompanhou os desobramentos da Segunda Guerra em todas as suas fases.
Com seus acervo, a revista passou a fazer um trabalho de recuperação das fotografias, inclusive republicando algumas em qualidade HD. Segue abaixo uma pequena amostra desse trabalho que impressiona pela qualidade:

Um Cabo do U.S Army empilha latas de gasolina, em preparação para a invasão iminente da França, Stratford, Inglaterra, maio 1944

Um capelão do Exército americano se ajoelha ao lado de um soldado ferido, a fim de administrar a benção eucarística, França, 1944.
- Soldados e Civis passam o tempo no rio Tamisa, primavera de 1944
- Um Cabo do U.S Army empilha latas de gasolina, em preparação para a invasão iminente da França, Stratford, Inglaterra, maio 1944
- Uma pequena cidade na Inglaterra, primavera de 1944, pouco antes do Dia D.
- Um capelão do Exército americano se ajoelha ao lado de um soldado ferido, a fim de administrar a benção eucarística, França, 1944.
- Uma metralhadora alemã abandonada, França, junho de 1944.
- Revistas espalhados entre os escombros da cidade fortemente bombardeada de Saint-Lô, Normandia, França, 1944.
- Uma equipe de tanque americano tem uma pausa no caminho através da cidade de Avranches, na Normandia, o verão 1944.
- “Nós pensamos que ia ser fácil, mas não foi.”- Frank Scherschel descrevendo suas experiências em fotografar a invasão da Normandia a partir do ar, antes de se juntar as tropas aliadas no interior. Acima: soldados fazem buscas em casas arruinadas a oeste da França após o Dia-D.
- Vista das ruínas do Palácio de Justiça na cidade de St. Lo, França, 1944. A armação de metal vermelha em primeiro plano é o que sobrou de um carro de bombeiros.
- “Todo o mundo civilizado ama a França e Paris. Americanos compartilham esse amor com uma intimidade especial nascido no parentesco de nossas revoluções, as nossas ideias e as nossas alianças em duas grandes guerras.” – LIFE sobre a relação entre os EUA e seu aliado de longa data.
- Na costa francesa, junho 1944
- Do Dia D até o Natal de 1944, prisioneiros de guerra alemães foram enviados para centros de detenção americanos a uma média de 30.000 por mês. Acima: tropas alemãs capturadas, junho de 1944.
- Os trabalhos de manutenção em um P-47 Thunderbolt americano em um campo de pouso improvisado no interior da França, o verão 1944.
- Um casal francês e uma tripulação do tanque norte-americano, norte da França, no verão de 1944.
- Um P-38 em segundo plano e um piloto em um veículo alemão capturado, França, 1944.
- Serviço Religioso na França
- Caminhões do Exército americano desfilam (observem um ciclista pegando uma carona) pelos Champs-Elysées, um dia depois da libertação de Paris por franceses e tropas aliadas, em agosto de 1944.
- Bandeiras inglesas e americanas sendo carregadas por franceses
- Tanques sob o Arco do Triunfo em Paris durante as celebrações da libertação, agosto de 1944.
- A vida depois da capital francesa foi libertada em agosto de 1944.
- Governador militar francês General da França Pierre Koenig, à esquerda, na foto durante as cerimônias realizadas no dia depois da libertação de Paris, agosto de 1944.
- Celebração em Paris depois da libertação da cidade
- As tropas americanas estão ao lado de um monumento a 1 ª Guerra Mundial enfeitado com bandeiras francesas após a cidade (desconhecido localização exata) foi liberada a partir de forças de ocupação alemãs, verão 1944.
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Fotografias de Aviões e Tripulação da Segunda Guerra
É notório o desenvolvimento da aviação durante e depois da Segunda Guerra. Essas fotografias permitem uma visão bem próxima de algumas das principais aeronaves que lutaram nos céus da Europa na Segunda Guerra e a condição extrema que a tripulação vivenciava.
- Uma visão diferente!
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Coitado de Hitler…
Realmente, Adolf para a propaganda americana apanhou o correspondente a 3 Segundas Guerras Mundiais. Em várias publicações de Revistas em Quadrinhos, os conhecidos Comics, ele foi o alvo preferencial de todos os tipos de super-heróis da criativa mentalidade americana. Dentre os preferidos da população o famoso Superman, Batman e Capitão América, mas temos aliados menos conhecidos como o Soldado Desconhecido e o Espinhão Destruidor entre outros. Conheça essas figuras que povoaram a mente dos americanos e a de outros povos, mesmo depois da guerra:
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Voluntário da Waffen SS, Com Muito Orgulho!!
Entrevista realizada pelo jornalista inglês Laurence Rees a um membro belga da Tropas SS que lutou nos campos de Batalha da Russia, e que durante a guerra perdeu um olho e um braço e mesmo assim retornou para seu Batalhão até o final da guerra. Segue esse impressionante relato:
Na cultura popular, a associação entre a Alemanha e nazismo é explícita. O que nem todo mundo se lembra é de que as ideias nazistas e fascistas foram além das fronteiras alemãs e agradavam a muitas pessoas de outras nacionalidades. Sem dúvida, o integrante da SS mais fanático que conhece era um belga.
Jacques Leroy foi criado em Bache, na Valônia, a porção da Bélgica de colonização francesa. Na juventude, Leroy se tornou partidário das visões fascistas do belga Léon Degrelle, líder do movimento rexista. Sendo um simpatizante de ideias racista e perfil profundamente anticomunista, não é surpresa que Jacques Leroy tenha se voluntariado a participar da luta contra Stalin em uma divisão especial da SS, com sede na Valônia.
“O objetivo ideológico da Waffen SS era treinar homens – homens de elite”, disse Leroy. “Tais ideais não são mais apreciados na sociedade multipluralista atual, mas, na época, inspiravam homens a treinar em situações extremas, sempre servindo a seu país”. A motivação era uma só: “era uma guerra contra a Rússia, contra os comunistas e bolcheviques, e essa era a grande razão.”
Uma vez na tropa, Leroy e alguns outros voluntários da Waffen SS foram transferidos para o front leste, onde o belga se mostrou um lutador bravio e destemido: “estávamos sempre prontos para empunhar as armas, ficávamos escondidos atrás de árvores, lutávamos corpo a corpo”. A dedicação era tamanha que, em reconhecimento a sua notória coragem, ele recebeu várias condecorações de batalha.
Bem antes disso, no entanto, na neve da floresta de Teklino, no oeste da Ucrânia, em 1943, o batalhão que Jacques Leroy defendia enfrentava um grupo do Exército Vermelho muito mais numeroso que o dele. “As consequências foram realmente terríveis. Perdemos 60% dos nossos homens. Dois ou três tanques Panzer estavam lá para nos defender, mas não conseguiram entrar na floresta.”
É medida que recordava dos tempos antigos de combate, o ex-militar belga ia ficando cada vez mais animado: “Lutamos com leões. Atacamos e fomos conquistando uma posição atrás da outra!”
Mas logo, o velho combatente revelou que a sorte não esteve do seu lado por todo o tempo. “Eu estava ajoelhado atrás de uma bétula – uma dessas árvores bem finas – e, de repente, senti algo parecido com um choque elétrico. Larguei minha arma e, imediatamente, vi sangue, gostas vermelha pingando no branco da neve. Era o meu olho que tinha sido atingido por uma bala. Meu olho havia sido aniquilado. E eu estava com mais três balas no ombro.”
Estirado na neve, sangrando, Leroy só foi salvo porque dois de seus camaradas o carregaram a um hospital do campo de batalha. Não houve salvação para o olho. Os cirurgiões tampouco conseguiram salvar o braço.
E agora bem uma parte do relato desse belga aficionado pelo nazismo que considero extraordinário. Depois de recuperar-se do ataque, mesmo mutilado e cego de uma Leory volta à sua Unidade. Por quê?
“Para não cair na mediocridade e para não abandonar os meus camaradas!”, Leroy respondeu “Sim, eu tinha perdido um braço e um olho, mas quando se é jovem, a gente não se deixa afetar pelos problemas na mesma maneira que as pessoas mais velhas se afetam. Voltei, acima de tudo, para não cair no comodismo. Não suportaria ficar sem fazer nada, à toa, sem um objetivo na vida (…), às vezes, a gente precisa pensar, precisa ter um objetivo.”
Confesso que passou pela minha cabeça que, ironicamente, existia um enorme aparelho de televisão naquela casa onde estive, a casa em que Leroy passou sua velhice. Penso que ele, provavelmente, nesta fase da vida, passava, sim, muito tempo assistindo à programação.
Em minha visita, Leroy negou com muita ênfase ter visto qualquer atrocidade ser cometida contra os judeus: “Nunca, nunca, nunca! Nunca vi uma cena daquelas, é por isso que não acredito, não acredito!”.
Aproveitei para dizer a ele sobre a existência de provas fotográficas de cadáveres em campos de concentração nazistas, ele respondeu: “E você acredita mesmo que aquelas fotos são de verdade?”.
Leroy morreu poucos dias depois da nossa entrevista. Tenho certeza de que foi para o túmulo mantendo sua convicção até o fim. Morreu como um ex-integrante fanático da SS, que negava a realidade do Holocausto e que gritava com a TV cada vez que ela lhe falava o contrário.
- Jacques Leroy
A Feroz Propaganda Alemã no Front Oriental
Não há como negar que em questão de guerra psicológica a Alemanha desempenhou um papel sem precedentes. Antes mesmo das operações militares serem invocadas Ministério de Propaganda, comandada pelo ícone propagandístico Goebbels, debelava o inimigo com sua massificação da superioridade alemã contra a insuficiência do governo inimigo, fazendo com que a população se voltasse contra seu governo. Assim a Tchecoslováquia caiu sem conhecer uma operação militar. Com esse mesmo ímpeto a propaganda foi utilizada na URSS soviética, embora o resultado final não foi suficiente para determinada o peso da balança da guerra.

Propagandistas do exército de libertação russo trabalhando com prisioneiros soviéticos. Novorossiysk, 1943

“Um passe que permite a entrada no território ocupado por tropas alemãs, pode ser usado por um número ilimitado de soldados e comandantes! A ordem de Stalin sobre as ameaças das famílias daqueles que vêm para o nosso lado não pode ser executada. O comando alemão não publica listas de prisioneiros. Então não tenha medo da intimidação de Stalin. “
“Os oficiais alemães vai acolher, alimentar e empregá-lo”. Você pode entrar sem um passe muito e terá garantida uma recepção calorosa de qualquer maneira”.

“Os feridos podem deixar o Exército Vermelho e vir para o lado alemão, tendo a certeza que irá ser tratado”.
“Se você for ferido pode ter a certeza de receber os primeiros socorros de médicos alemães”.
“Por que derramar seu sangue por nada? Siga o exemplo de seus amigos: Venha em paz para o nosso lado “!
“A guerra não é mais para você e seus amigos. Você irá para trás de nossas linhas”.

Pilotos do Exército Vermelho. “Voem para o nosso lado!” “A Propaganda bolchevique judaica sobre o tratamento atroz dos cativos é uma mentira simples, tão típico de uma língua judia!” “O piloto não deve ter medo da tortura nem mesmo atirar em si mesmo.”

“Você são enviados para morrer! Salve sua vida! Tenha atitude favorável ao ex-inimigo! Amigos, você está seguro aqui! Não há obstáculos para o Exército alemão. Mais confronto e ainda mais derramamento de sangue é um absurdo! “
- Quem está por trás?
- Chefe do movimento de libertação russo – “O Bolchevismo vai morrer, o povo russo viverá”
- Propagandistas do exército de libertação russo trabalhando com prisioneiros soviéticos. Novorossiysk, 1943
- Voluntários da 14ª Divisão SS, Ucrânia ocidental, maio de 1944
- Propaganda alemã nas ruas de uma cidade Soviética ocupada.
- “Um passe que permite a entrada no território ocupado por tropas alemãs, pode ser usado por um número ilimitado de soldados e comandantes! A ordem de Stalin sobre as ameaças das famílias daqueles que vêm para o nosso lado não pode ser executada. O comando alemão não publica listas de prisioneiros. Então não tenha medo da intimidação de Stalin. ” “Os oficiais alemães vai acolher, alimentar e empregá-lo”. Você pode entrar sem um passe muito e terá garantida uma recepção calorosa de qualquer maneira”.
- “Não apenas a vida, mas o paraíso…”
- A Crimeia – “Desista, o confronto não faz nenhum sentido!”
- “Os feridos podem deixar o Exército Vermelho e vir para o lado alemão, tendo a certeza que irá ser tratado”. “Se você for ferido pode ter a certeza de receber os primeiros socorros de médicos alemães”. “Por que derramar seu sangue por nada? Siga o exemplo de seus amigos: Venha em paz para o nosso lado “! “A guerra não é mais para você e seus amigos. Você irá para trás de nossas linhas”.
- “Siga o exemplo de seus amigos.” “Leia e deixe que os outros leiam também!”
- Pilotos do Exército Vermelho. “Voem para o nosso lado!” “A Propaganda bolchevique judaica sobre o tratamento atroz dos cativos é uma mentira simples, tão típico de uma língua judia!” “O piloto não deve ter medo da tortura nem mesmo atirar em si mesmo.”
- “Você são enviados para morrer! Salve sua vida! Tenha atitude favorável ao ex-inimigo! Amigos, você está seguro aqui! Não há obstáculos para o Exército alemão. Mais confronto e ainda mais derramamento de sangue é um absurdo! “
- “Soldado! Olhe para trás! Quem controla você? Quem envia você para morrer? “
- “Você está cercado! Mas ainda tem uma saída! Venha para o lado alemão, salvar suas vidas!”
- “Venha para o nosso lado! Não há necessidade de passe! Todos são bem vindos! “
A Blitzkrieg|: Nova Doutrina que Assustou o Mundo!
Na década de 20, um veterano da Grande Guerra assume o comando do Reichswehr (Defesa Nacional), denominação dada ao Exército pelas imposições do Tratado de Versalhes e passa a comandar um contingente de apenas 4 mil oficiais e 96 mil praças. Como comandante do Exército Alemão nesse período difícil, o General Von Seeckt foi o primeiro militar a conceber alguns conceitos que entrariam para história alguns anos depois. Ele vislumbrou que as guerras futuras seriam decididas segundo o grau de mobilidade da tropa durante uma batalha. Estavam lançados os pilares fundamentais da Blitzkrieg! Além disso, Seeckt também defendia o profissionalismo das tropas, em contrapartida a enormes contingentes de recrutas com pouca ou nenhuma formação militar. Fatos que foram determinantes para as vitórias arrasadoras em 1940 durante a invasão alemã na França. Muito embora Seeckt não entendesse um ponto de vista fundamental para a BlitzKrieg, que era o emprego maciço de blindados e da força aérea para consolidar posições durante uma ofensiva, juntamente com a infantaria. Ele ainda acreditava na Cavalaria Hipomóvel, fato que não o qualificou como o principal criador dessa nova doutrina de combate que assustou o mundo com suas vitórias esmagadoras no decorrer da Segunda Guerra. Coube ao General Heinz Guderian conceber o emprego tático de blindados nas propostas de mobilidade no combate levantadas por Seeckt .
O emprego dessa nova doutrina possibilitou a criação de uma força expressivamente mais evoluída, em termos de combate, mesmo com o efetivo menor, porém mais qualificado, equipado e com mais apoio logístico do que o inimigo. Esses foram os fatores determinantes para as vitórias da Alemanha entre os anos 1939 a 1942.
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Espalhados aos Quatro Ventos – O Desperdício de Paraquedistas Aliados.
Vamos publicar uma série oriunda da tradução do livro The Guinness Book of Air Force Blunders do autor Geoffrey Regan. Os créditos da tradução são de A. Raguenet, um exímio tradutor e participante do WebKits que é um verdadeiro celeiro de especialistas da Segunda Guerra Mundial.
Desde já agradeço imensamente a autorização para publicação da tradução.
As tropas pára-quedistas sempre estiveram entre a elite dos exércitos modernos. Elas são frequentemente convocadas a arriscar as suas vidas antes mesmo de encontrar o inimigo, pulando de um avião e caindo – talvez em uma escuridão absoluta – por milhares de pés (metros) até o chão, balançando sob os velames sem poder reagir por minutos e à mercê de um inimigo que pode escolher a melhor hora para acabar com elas. Tais homens merecem, pelo menos, a certeza de que, caso venham a encarar a morte de forma prematura, pelo menos ela não virá a partir da mãos dos seus próprios companheiros. Porém, as operações aero-transportadas aliadas na Sicília em julho de 1943 privaram a milhares destes soldados de elite até mesmo deste consolo. Um grande número deles foi desperdiçado pelos próprios colegas, pelos próprios pilotos e pelos seus aliados. Seu triste e sombrio final remete a um dos mais vergonhosos exemplos de fogo amigo nos céus. Seus assassinos – já que nenhuma outra palavra descreve de forma mais apropriada o que aconteceu durante esta operação aero-transportada – eram muitos. A histeria em massa que lhes custou as vidas colocou em questão o profissionalismo dos militares americanos – de todas as patentes.
Durante a preparação para a Operação Husky – a invasão anglo-americana da Sicília a partir do norte da África comandada por Patton e Montgomery – os planejadores conceberam quatro ataques em separado feitos por tropas aero-transportadas saltando sobre a Sicília à noite tanto por pára-quedas quanto pousando com planadores. A primeira leva ia ser liderada pela 1ª Brigada Aérea Britânica sob o comando do Brigadeiro Hicks a qual iria pousar na Sicília com planadores Waco e Horsa rebocados na sua maioria absoluta por transportes C-47 ‘Dakota’ americanos. Uma vez em terra, eles deveriam ocupar uma ponte estratégica e manter a posição até que as tropas do exército britânico pudessem se deslocar de suas cabeças de praia. Em seguida, pára-quedistas americanos do 505º Regimento do Coronel James Gavin seriam transportados por 266 C-47 e lançados em 4 zonas ao norte de Gela. Sua função seria de conter qualquer contra-ataque alemão que se desenrolasse contra as cabeças de praia do 7º Exército do General Patton. Na noite seguinte a terceira e quarta investida seriam feitas. Primeiro, mais C-47 trariam o 504º Regimento do Coronel Reuben Tucker de modo a reforçar as tropas de Gavin em Gela enquanto que a leva final seria composta da parte mais experiente das tropas aerotransportadas, a 1ª Brigada de Pára-quedistas Britânica comandada pelo Brigadeiro Lathbury cuja função seria de capturar a importante ponte Primasole.
Crédito: A. Raguenet
C O N T I N U A…




















































































































































































































































































































































































































































































































