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A Difícil Vida de Um Tripulante de Submarino
Ser um tripulante de um submarino alemão era uma das missões mais perigosas da guerra. Não à toa, chegou até ao final da guerra com uma estimativa de baixa de quase 90% entre os marinheiros alemães de submarinos . Na segunda metade da década de 30 os alemães investiam maciçamente na formação desse tipo de combatente, consolidando a ideia de que apenas os mais capacitados alemães poderiam exercer tais funções. Com a Alemanha descartando o investimento em belonaves de grande porte, toda a força produtiva passou para a construção de submarinos, isso aconteceu no auge da batalha do atlântico.
Quando os Aliados, em especial os ingleses conseguiram decifrar o código da Enigma, aliado o avanço das técnicas de identificação de submarinos com a utilização cada vez mais eficiente dos sonares, a superioridade alemã nos mares se desfez por completo. Cada vez mais submarinos eram afundados e as perdas humanas eram cada vez maiores. Como consequência a reposição humana ficou escassa e, no final da guerra, o contingente dos submarinos eram cada vez menos experiente.
A jornada dos submarinos foi relativamente curta, mas permaneceu no imaginário da humanidade pelo grande estrago material e humano e, principalmente, pelo abalo psicológico que causava nas marinhas inimigas.
- Enterro de Tripulante de Submarino Alemão em Recife
Os Navios Brasileiros Torpedeados!
Deixa-me aterrorizado ver professores de História explicando ao aluno do ensino médio que o Brasil entrou na Segunda Guerra por ter navios mercantes “supostamente” serem afundados por submarinos alemães. Isso é uma aberração histórica. Já publiquei outros artigos sobre as evidências e provas irrefutáveis que atestam para operações submarinas no Atlântico Sul. Infelizmente parece que alguns professores deixam de lado a análise histórica para colocar em prática o antiamericanismo de formação tendenciosa. Os alemães atingiram os navios brasileiros! Fato! Qualquer tipo de questionamento deverá ser pautado apenas pela observância do argumento histórico, é assim que as coisas funcionam. Pelo menos para os historiadores sérios.
Estamos publicando uma série de artigos sobre os torpedeamentos dos navios brasileiros. Essas publicações foram realizadas pelo pesquisador Rigoberto Souza Júnior que, como colaborador da verdade histórica nos enviou para divulgação. A História agradece!
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O Brasil entra na 2ª Guerra Mundial
Na reunião do Rio de Janeiro, que ocorreu na cidade do Rio de Janeiro de 1942, o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, o Dr. Oswaldo Aranha comunicou no último dia deste encontro(28 de Janeiro) que, cumprindo ordem do seu governo, os nossos representantes diplomáticos em Berlim, Tóquio, e o encarregado de negócios em Roma estavam comunicando aos respectivos governos, junto aos quais estavam credenciados, que o Brasil estava cortando relações definitivamente com eles, solidarizando-se com as repúblicas deste continente, as quais estava ligado por laços de amizade.
Em represália à atitude brasileira, os submarinos alemães e italianos passaram a atacar nossos navios mercantes, embora estes viajassem com a bandeira brasileira pintada nos dois lados do casco e no convés. Os navios de passageiros navegavam mais próximo possível da costa e totalmente acesos.
A declaração de guerra do Brasil não podia deixar de ocorrer, uma vez que nossa dignidade e a nossa soberania haviam sidos ofendidas.
O Brasil vinha sofrendo pressões por mar por parte da França e da Inglaterra, e a prova disto foi o incidente com o Navio “Buarque”, no dia 27 de Setembro de 1940, quando este se encontrava em Port of Spain (Trinidad e Tobago) e as autoridades locais de controle ao contrabando de guerra retiraram dele 32 caixas e 32 fardos destinados a países neutros e que estavam sendo transportados em um navio neutro. Outro caso a ser citado, ocorreu com o Navio “Itapé”, que na madrugada de 1º de Dezembro de 1940, ao longo do território brasileiro, a 18 milhas do Farol de São Tomé, foi abordado por um cruzador inglês que dele retirou 22 cidadãos alemães que viajavam com destino à Região Norte.
Posteriormente o Navio “Siqueira Campos”, queno início de Outubro de 1940, quando retornava da Europa, transportando cerca de 400 passageiros, mercadorias e armamentos adquiridos na Alemanha em 25 de Agosto de 1938, só sendo entregue naquela época, foi obrigado pelas autoridades inglesas de policiamento em alto mar, a recolher-se à Base de Gibraltar. Somente no dia 18 de Dezembro de 1940, tiveram autorização para seguir viagem, assim mesmo, depois de muitas rodadas de negociações, como também ao precário estado de saúde em que se encontravam os passageiros e tripulantes.
A primeira vítima brasileira da declaração de Guerra às Potências do Eixo, foi o conferente do Navio “Taubaté”, quando este viajava com destino ao Porto de Alexandria(Egito) transportando somente mercadorias, e com a bandeira pintada dos dois lados, sendo atacado com fogos de metralhadora de um avião alemão e, que apesar dos lenços brancos içados, e de ter parado as máquinas, sofreu ataque por cerca de 70 minutos, matando o conferente que estava no passadiço.
Okinawa – A Última Fronteira de Sangue.
Okinawa foi a derradeira das grandes batalhas da Segunda Guerra, mas como não poderia deixar de ser, os japoneses lutaram até o fim na vã tentativa de barrar o avanço americano.
Alguns Detalhes estão em uma publicação nossa anterior com o link abaixo:
Segue abaixo o artigo de Márcio Sampaio de Castro sobre a Batalha:
Em abril de 1945, o mundo estava cansado da carnificina que a Segunda Guerra Mundial espalhara ao redor do planeta ao longo dos seis anos anteriores. Praticamente todos os países invadidos pelas potências do Eixo já haviam sido libertados, o fascismo italiano dava seus últimos suspiros, a Alemanha havia se transformado em um monte de escombros e os Aliados marchavam sobre seu território, rumo a Berlim. Enquanto isso, no Extremo Oriente, o império japonês preparava-se para lutar até o fim contra a invasão inimiga, que se aproximava a passos largos.
O mês de março havia mostrado aos japoneses que essa invasão era iminente. A pequena ilha de Iwo Jima, considerada solo sagrado japonês, havia sido tomada pelos americanos, e o arquipélago de Ryukyu, a 1,2 mil quilômetros de distância da ilha de Kyushu, uma das três principais do Japão, configurava-se como o próximo alvo da potência ocidental.
Na aurora do dia 1º de abril, uma impressionante frota com mais de 1,2 mil navios de guerra, 183 mil homens e 750 mil toneladas de equipamentos aguardava ao largo de Okinawa, a principal ilha do arquipélago de Ryukyu, para iniciar o ataque que visava tornar o caminho para o Japão mais curto. Pouco menos de um ano antes, a força de ataque à Normandia, na Europa, considerada até então a maior operação de desembarque da guerra, havia colocado em combate no primeiro dia 150 mil homens e 570 mil toneladas de equipamentos.
De um lado, os Estados Unidos buscavam encurtar a rota de seus bombardeiros, que vinham sistematicamente atacando as cidades nipônicas para enfraquecer o esforço de guerra inimigo e cortar suas comunicações com a porção sul do continente asiático, de onde provinham suas matérias-primas. De outro, os japoneses sabiam que não poderiam derrotar o gigante industrial que estava cada vez mais próximo. Mas um lema se espalhava entre seus combatentes: “Cada homem abatido deveria levar consigo dez americanos; cada avião destruído, um navio”. Defender Okinawa significava ganhar tempo para preparar as defesas do Japão metropolitano. Para isso, o alto-comando designara o general Mitsuru Ushijima, que resolveu concentrar as principais linhas defensivas de sua guarnição de 100 mil homens do 32º Exército na montanhosa região sul da ilha.
Tempestade de aço
Para a surpresa dos invasores, o desembarque na parte central da ilha, realizado após um impiedoso bombardeio promovido pelos aviões e navios da frota, denominado pelos moradores como tetsu no bofu (tempestade de aço), transcorreu sem que os japoneses disparassem um tiro sequer. O plano dos atacantes era dividir a ilha em duas partes, ficando a cargo do Corpo de Fuzileiros Navais a seção norte da ilha, enquanto as divisões do Exército marchariam para o sul, ambas sob o comando do tenente-general Simon Bolivar Buckner. Em apenas quatro dias os fuzileiros atingiram o extremo setentrional. Ao final de um mês, não havia mais nenhum foco de resistência. As atenções voltaram-se então para a porção sul da ilha, mais povoada e onde estão as cidades de Shuri e Naha.
O terreno escarpado que envolvia as duas cidades possibilitou aos homens do Exército imperial construir uma cadeia de fortificações ligadas entre si por túneis escavados no interior das montanhas, a linha Shuri. Se a antiga floresta tropical da superfície de Okinawa havia dado lugar a uma desoladora paisagem após os bombardeios americanos, sob a superfície verificava-se uma intensa atividade de militares e civis japoneses preparados para surpreender seus inimigos.
Ao contrário do que ocorrera no início da invasão, as tropas de Buckner começaram a sofrer pesadas perdas com a intrincada linha de casamatas montada por seus oponentes. Sem poder contar com o apoio da artilharia naval, que nada podia fazer contra as fortificações encravadas no interior da ilha, os atacantes tinham de desabilitar os bunkers japoneses um a um. A violência e a tensão chegaram a níveis tão elevados que 48% das baixas americanas foram causadas por estresse de combate. Muitas vezes, ao atacar esconderijos com seus lança-chamas e granadas, os soldados acabavam incinerando famílias inteiras. Por sua vez, a propaganda japonesa havia plantado no imaginário dos moradores de Okinawa que o inimigo iria violentar e torturar os civis. Para não correr esse risco, muitos preferiam cometer suicídio.
Curiosa e tragicamente, a batalha teria, ao seu fim, uma coincidência incomum na história das guerras modernas. Os oficiais comandantes dos dois exércitos em combate morreriam antes do encerramento das hostilidades. Quatro dias antes de eliminar a resistência japonesa na ilha, Buckner foi atingido por estilhaços de granada, enquanto vistoriava a linha de frente. Perto dali, em seu abrigo subterrâneo, o general Ushijima, acompanhado por seu colega, general Isamu Cho, cometeria harakiri no último dia da batalha, em 21 de junho de 1945. Junto ao corpo de Cho um epitáfio escrito de próprio punho: “Cho, Isamu, tenente-general do Exército imperial japonês. Morro sem arrependimento, sem medo, sem desonra e sem dívidas”.
Após 82 dias de sangrentos combates, os japoneses haviam perdido o controle de mais uma ilha no Pacífico, mas sua determinação de lutar até as últimas conseqüências mantinha-se inquebrantável. Para os Estados Unidos, Okinawa servira para estabelecer sombrias estimativas de, no mínimo, 500 mil mortos no ataque final ao Japão. A aceleração do chamado Projeto Manhattan configurava-se cada vez mais como uma necessidade. Para muitos historiadores, a Batalha de Okinawa representou não só o último grande embate da Segunda Guerra, mas também o impulso que faltava para o emprego da terrível arma secreta desenvolvida pelo projeto. O Japão seria o primeiro país na história a enfrentar os horrores da bomba atômica.
Mar de sangue
A Batalha de Okinawa marcou o último embate aeronaval da Segunda Guerra Mundial. Depois de ajudar a derrotar os nazistas no Atlântico Norte, a esquadra britânica pôde encaminhar uma força-tarefa para auxiliar no processo de asfixia do império japonês. Uma combinação de navios ingleses, canadenses, australianos e neozelandeses proporcionou 20% do poderio aeronaval empregado nas operações de ataque à ilha.
Ao lado dos americanos, essa força-tarefa sofreria os terrores do crescente e desesperado emprego por parte dos japoneses dos kamikazes. Após a quase aniquilação de sua frota ao longo do ano anterior, o Japão não podia mais se bater nos mares de igual para igual, como fizera em Midway ou em Guadalcanal. Sua única alternativa era procurar causar pânico e o máximo de danos aos inimigos com o emprego de aeronaves que se chocavam contra as embarcações aliadas. Empregando uma variação de ataques suicidas e bombardeios estratégicos, os japoneses conseguiriam, somente em 6 de abril de 1945, primeiro dia de sua ofensiva, afundar 60 embarcações inimigas.
O plano de batalha incluía o uso do supercouraçado Yamato, um gigante veterano da guerra que tinha por missão aportar ao largo de Okinawa e causar o máximo de destruição possível antes de ser afundado. Detectada na saída do porto pelos submarinos Hackleback e Threadfin, a pequena frota capitaneada pelo Yamato foi atacada pelas aeronaves dos porta-aviões da Força-tarefa 58. Após uma hora e meia de bombardeios, o orgulho da frota imperial explodiu e afundou, levando consigo 2,5 mil homens. A partir daí, a guarnição de Okinawa estava entregue à própria sorte. Após seis dias de ofensiva, os ataques japoneses começaram a rarear. No fundo do mar, milhares de homens de ambos os lados acabaram encontrando seu túmulo. Eram os últimos movimentos da guerra mais sangrenta de todos os tempos.
- Comemoração
Lançamento de Livro: Pistóia, Quadra 28.
Fui convidado para participar do lançamento do livro Pistóia, Quadra 28, do escritor Paulo Afonso Paiva. Portanto estarei prestigiando o talentoso autor no lançamento de um livro muito bem escrito e de uma narrativa sensacional. Recomendo o livro que segue em leitura fácil e bastante prazerosa.
Segue o convite:
No dia 16 de março vindouro, às 19 horas, no Memorial de Medicina de Pernambuco (Derby), estarei lançando o romance “Pistóia, Quadra 28”, sobre um grupo de soldados nordestinos na Segunda Guerra Mundial. Nele, procuro demonstrar como um grupo de jovens retirados de seus cotidianos foram enviados para lutar num lugar que nem sabiam onde seria. Lá eles mal equipados (o armamento só chegou na Itália), com pouco adestramento, atacaram um inimigo não vencido – como querem alguns – e venceram. Não foram heróis. Foram homens que cumpriram seu dever com honra. Estou convidando o senhor para comparecer a uma pequena mostra de reconhecimento que farei aos veteranos. Se não puder vir, gostaria que enviasse um representante e trouxesse a boina de veterano para ficar na mesa.
Os interessado na compra do livro, enviem email para o autor: paivap50@gmail.com
Recife: 475 de História – Permita-me Apresentar Minha Cidade.
Permita-me apresentar a minha cidade, Recife. Cidade que vive o presente, mas permanece com os pés no passado. Andar em suas ruas é contemplar o ar provinciano do final do século XIX e início do XX. Nesta cidade, onde o pioneirismo faz parte da cultura popular e do sangue nordestino que corre na veia dos bravos recifenses. Somos a cidade das revoluções, somos berço dos revoltosos de 1817, somos herdeiros do sangue derramado da República de 1824 e de todas as revoltas e revoluções do século passado. Somos bravos e guerreiros, que com olhos orgulhosos, lembram monumentos que permearam a paisagem de nossa cidade e que já não existem mais, a Igreja do Corpo Santo, Portal de Santo Antônio e tantos outros, derrubados por filhos ingratos que não entenderam que a beleza de nossa cidade é a preservação de sua história.
Assim como participamos com grandes efetivos reunidos na atual Praça do Arsenal, na década de 70 do século XIX, para lutamos bravamente na Guerra do Paraguai, também exercermos um papel importante durante a Segunda Guerra, pois éramos o centro das operações do Atlântico Norte. Aqui chegavam os náufragos dos afundamentos dos navios atacados pelos submarinos nazistas. Provemos quebra-quebra, indignados com os teutônicos e italianos, abrigamos aliados e eles construíram Hospitais, Centro de Comunicações, Aeroportos e influenciaram a nossa cultura profundamente. Como não poderia deixar de ser, mais uma vez, seus filhos não fugiram à luta. Fizemos parte da Força Expedicionária que lutou nos campos da Itália e choramos por 12 bravos pernambucanos que perderam sua vida no conflito.
Hoje Recife completa 475 anos e ainda somos referência em muitos aspectos, mesmo com problemas crônicos, típico dos grandes centros urbanos, despontamos na área de Tecnologia, área Médica e de serviços. Continuamos fortes e determinados.
Vamos caminhar de forma lenta e organizada para o futuro, mas sem deixar de honrar e preservar nosso passado que é rico e construído com suor e sangue de um povo guerreiro.
* Fotos Gentilmente cedidas por email pelo Dr. Mário Messias.
- Galo da Madrugada na década de 70. Milhões de pessoas? Nem pensar.
- Idem
- Boa Viagem
- Um dos mais antigos prédios do Recife: Acaiaca
- Foto Rara! A Ponte da Boa Vista em Construção.
- Estação Central do Recife.
- Casa de Detenção do Recife. Atualmente é um centro cultural de mesmo nome.
- Derby. Atualmente o Quartel General da Polícia Militar do Estado de Pernambuco. Essa, hoje é a continuação da Av. Conde da Boa Vista, nesse período não havia essa ligação.
- Mercado Público de São José um dos mais antigos e importante centro de compra da cidade
- Teatro Santa Isabel. Com um trem se aproximando do lado direito
- Avenida Guararapes na Década de 40.
- Atualmente, Barão de Souza Leão com a final da Av.Conselheiro Aguiar.Do lado direito da foto onde caminham três pessoas, é a atual Pracinha de Boa Viagem. Foto tirada do antigo Hotel Boa viagem.
- Faculdade de Medicina do Recife na década de 30.Em 1925, ainda sob a gestão de José Octávio de Freitas, a Faculdade ganhou do Governo do Estado, ocupado por Sérgio Teixeira Lins de Barros Loreto, um terreno no bairro do Derby para a construção de sua sede própria.
- Notar Cais do Apolo, Ponte Duarte Coelho ainda não construída, ilhas junto aa Ponte do Limoeiro, Local do armazem 18 ainda nao aterrado (Ponte Giratoria), Av Mario Melo, ainda com o canal e o grande verde que ainda era a Boa Vista, Paissandu e Derby.
- Centro da Cidade com visão da Rua 01 de Março para a Praça do Diário e Av. Guararapes. Uma das visões mais clássicas e antigas de nossa cidade.
- Recem construído Geraldão na Década de 70
- Avenida Agamenon Magalhães ainda sem a favela do Coqui.
- Hospital da Restauração. Localizado na Avenida Agamenon Magalhães, uma das avenidas mais movimentadas do país.
- Antigo Hotel Boa Viagem, Obelisco da Praça, R. Barão de Souza Leão e Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem.
- Atual Conde da Boa Vista
- Local onde foi construída a atual Av. Dantas Barreto, ruas, casas e igreja foram destruídas
- Vista aérea do Recife
- Porto do Recife
Iwo Jima – Uma das Batalhas Mais Sangrentas da História
A Operação Detachment, nome dado pelo Comando das Operações do Pacífico a invasão a praia vulcânica de Iwo Jima, foi travada entre os meses de fevereiro e março de 1945. A operação tinha como principal objetivo consegue o controle dos Aliados dos campos de pouso da ilha, dando a possibilidade para ser utilizada como base de bombardeios no ataque a Ilha principal do Japão.
A Ilha esteve sob preparação defensiva desde 08 de junho de 1944, quando assumiu o Comando das tropas na ilha o general Tadamichi Kuribayashi e o total de tropas japonesas ficou em torno de 22 mil homens quando no início do ataques, destes apenas 200 foram feitos prisioneiros. Kuribayashi determinou a construção de mais de 60 quilometros de túneis que se estendia por toda a ilha. Em uma mudança de tática sempre empregada pelos japoneses, não realizou grande resistência nas praias, pelo contrário, deixou que as tropas americanas desembarcassem para oferecer uma resistência voraz no interior.
Do lado americano foram utilizados Fuzileiros Navais com experiência nesse tipo de combate. Em 7 de Outubro de 1944, o almirante Chester Nimitz e a sua equipe publicaram um estudo para planejamento preliminar, que claramente listava os objetivos da Operação Detachment. O principal motivo da missão da operação era o de manter pressão militar contra o Japão e o de estender o controle norte-americano ao Pacífico Oeste. Nas mãos norte-americanas, Iwo Jima poderia ser convertida numa base da qual poderiam ser lançados ataques aéreos contra as ilhas principais do Japão, proteger base nas Marianas, apoiar forças navais, conduzir operações de reconhecimento, e fornecer escolta através de caças a operações de longa distância. Três tarefas especialmente visionadas no estudo eram: a redução da força naval e aérea, e industrial no Japão; a destruição da força naval e aérea japonesa nas Ilhas Bonin, e a captura, ocupação, e subsequente defesa de Iwo Jima.
Às 02:00 da manhã de 19 de Fevereiro, navios de guerra assinalaram o início do Dia D. Em breve 100 bombardeiros atacaram a ilha, em seguida outra rajada de artilharia naval. Às 08:30, os primeiros dos eventuais 30.000 fuzileiros da 3ª, 4ª e 5ª divisão de fuzileiros, sobre a V Corporação Anfíbia, desembarcaram na ilha Japonesa de Iwo Jima, e a batalha pela ilha começou.
Os fuzileiros foram recebidos com fogo pesado proveniente da montanha de Suribachi, ao sul da ilha, e combateram em péssimo terreno; cinza vulcânica áspera que não permitia nenhum movimento seguro ou escavação de uma trincheira. Não obstante, por essa noite a montanha tinha sido cercada e 30.000 fuzileiros navais tinham desembarcado. Aproximadamente 40.000 mais estavam por vir.
O movimento acima de Suribachi foi combatido por cada metro. A artilharia era ineficaz contra os Japoneses, mas os atiradores, lança-chamas e granadas limpavam os bunkers. Finalmente, a 23 de Fevereiro, o cume foi alcançado. O fotógrafo Joe Rosenthal da Associated Press tirou a famosa foto “Raising the Flag on Iwo Jima” (Hasteando a Bandeira em Iwo Jima) da bandeira estado-unidense sendo colocada no cume da montanha.
Com a área de desembarque segura, mais Fuzileiros e equipamento pesado chegaram à costa e a invasão procedeu para norte, para capturar as bases aéreas e o resto da ilha. Com a sua bravura habitual, muitos soldados Japoneses combateram até à morte. De mais de 21.800 defensores, apenas 200 foram feitos prisioneiros.
As forças Aliadas sofreram mais de 26.000 baixas, com mais de 7.000 mortos. Mais de um quarto das Medalhas de Honra que foram atribuídas a fuzileiros durante a Segunda Guerra Mundial foram dadas pela sua conduta em Iwo Jima.
A ilha de Iwo Jima foi declarada segura em 26 de Março de 1945.
A marinha americana atribuiu o nome de USS Iwo Jima a vários barcos.
O memorial da Corporação da Marinha, nos arredores de Washington, guarda o nome de todos os fuzileiros na estátua da famosa fotografia.
O Cemitério Militar Brasileiro
Os brasileiros mortos na Campanha da Itália, até Dezembro de 1944 eram sepultados nos Cemitérios de Tarquínia, Felônica e Vada. A partir de Janeiro de 1945, foram todos reunidos no Cemitério Militar Brasileiro numa área adquirida pelo nosso governo, na localidade de Pistóia.
Juntamente com os valorosos expedicionários do Brasil, jaziam até alguns anos atrás os despojos de 40 militares alemães, recolhidos na zona de combate pelo Pelotão de Sepultamento da FEB.
Os números dos brasileiros vitimados na Campanha da Itália são os seguintes:
Feridos em ação……………………………………………………………………………. 1.577
Mortos em ação, incluindo os desaparecidos……………………………………. 401
Mortos em acidentes diversos(veículos,minas,arma de fogo, afogamento) 60
Mortos por doença………………………………………………………………………… 4
Morto por assassinato……………………………………………………………………. 1
Morto por suicídio………………………………………………………………………… 1
Observação: dos 467 mortos, 13 eram Oficiais do Exército, 8 oficiais da FAB e 442 Sargentos e Soldados do Exército.
Posteriormente, os restos mortais foram trasladados para o Brasil e estão no Monumento aos Mortos da 2ª Guerra Mundial, que foi erguido na cidade do Rio de Janeiro e inaugurado em 24 de Janeiro de 1960, que foi idealizado pelo Gen Mascarenhas de Morais, e fica localizado no Aterro do Flamengo.
Houve um único caso de deserção, o soldado B.L., que não mais foi incluído na FEB por ter cometido suicídio no acampamento de Lucky Strike, em Saint Valery – França onde foi sepultado.
No local foi construído o Monumento Votivo Brasileiro, mantido até hoje sob os cuidados de Mário Pereira, filho do Veterano Miguel Pereira ex-combatente da FEB, que após a guerra permaneceu em solo italiano, para cuidar daquele pedaço de terra brasileira, cravada na Região da Toscana.
- Soldado não identificado
O Sangue do Verão de 1941
A União Soviética não espera ser invadida pela Alemanha de Hitler, ou melhor, Stálin não esperava ser golpeado pelas costas depois de assinado um pacto de não-agressão, e de ter firmando acordos comerciais, sem falar a infame divisão polonesa. Era algo impraticável para o georgiano bigodudo, após tantas discussões e acordos, que a Velha Raposa Nazista colocasse em prática todo o ódio ao bolchevismo tão bem expresso em sua obra literária.
Mas no final quem pagou pelo preço inicial e final, exatamente nessa ordem, foram os povos soviético e alemão. O primeiro viu seus filhos morrendo sem qualquer resistência eficaz de um Exército Vermelho destituído de qualquer poder combativo até 1942; o segundo lutou bravamente enquanto teve apoio logístico e não ficou a mercê dos delírios estratégicos do senhor Adolf, e se sustentou até ser engolido pela dimensão do território soviético. Resultado? Milhões e Milhões de mortos, sangue derramado! Sangue de bravos povos!
Visão Completa de um Ataque de Tropas Alemãs a uma Cidade Russa.
Hoje teremos a oportunidade de mostrar uma visão completa de um campo de batalha da Segunda Guerra. Uma visão do antes, durante e depois de uma invasão por tropas alemãs a uma cidade russa a partir de ângulos aéreos e terrestres.
- Pista de apoio.
- A missão era registrar tudo em todos os ângulos
- Inclusive o delocamento de tropas alemães
- Rua na Carcóvia
Dia Internacional da Mulher – MARIA QUITÉRIA
Hoje, Dia Internacional da Mulher, presto a minha homenagem à mulher brasileira. De todas as mulheres do mundo, vocês certamente são as mais bonitas, inteligentes, sensíveis, amigas e companheiras.
E para marcar a data, nada melhor do que recordar uma heroína da nossa história, esquecida como todos os nossos verdadeiros heróis nacionais. Vejam que mulher maravilhosa!
MARIA QUITÉRIA
Maria Quitéria de Jesus Medeiros nasceu no ano de 1792 em São José de Itapororocas, atual Feira de Santana, na antiga Província da Bahia, e ficou conhecida como a mulher-soldado por seus feitos de bravura na campanha da independência do Brasil.
Filha de Gonçalo Alves de Almeida e Quitéria Maria de Jesus, Maria Quitéria levava a vida como todas as mulheres da época e estava noiva quando, em 1821 e 1822, a Bahia se rebelava contra o domínio português. Embora sem uma educação formal, uma vez que à época as escolas eram poucas e restritas aos grandes centros urbanos, Maria Quitéria aprendera a montar, a caçar e a usar armas de fogo.
Em janeiro de 1822 transferiram-se para Salvador as tropas portuguesas, sob o comando do Governador das Armas Inácio Luís Madeira de Melo, registrando-se em fevereiro o martírio de Soror Joana Angélica, no Convento da Lapa, naquela Capital.
Em 25 de junho, a Câmara Municipal da Vila de Cachoeira aclamou o príncipe-regente D. Pedro como “Regente Perpétuo” do Brasil. Por essa razão, em julho, uma canhoneira portuguesa, fundeada na barra do rio Paraguaçu, alvejou Cachoeira, reduto dos baianos que clamavam pela Independência. A 6 de setembro, instalou-se na vila o Conselho Interino do Governo da Província, que defendia o movimento pró-independência da Bahia, enviando emissários a toda a Província em busca de adesões, recursos e voluntários para formação de um “Exército Libertador”.
Envolvida no ideal de liberdade que movia seus conterrâneos e atendendo aos pedidos da Junta Conciliadora de Defesa que convocou os habitantes da região para combater os portugueses, Maria Quitéria tomou a decisão de abandonar sua família. Depois de fugir de casa, e tendo em vista que mulheres não eram aceitas em diversas atividades, inclusive nas juntas militares, teve a idéia de se vestir de homem com um uniforme emprestado do cunhado. Assim, pôde juntar-se inicialmente ao Corpo de Artilharia e, posteriormente, ao de Caçadores, com o nome de guerra de soldado Medeiros. Seguiu, então, para onde o Major José Antonio da Silva Castro (avô do poeta Castro Alves) organizava o Batalhão dos Periquitos – assim pejorativamente chamado em razão da pouco usual cor verde do uniforme e em referência à ave típica do país. Em 29 de outubro de 1822, lutou pela defesa da Ilha de Maré, e depois se dirigiu a Itapoã. Ainda em combate, Maria Quitéria teve a sua verdadeira identidade revelada. No entanto, obteve também reconhecimento: o General Pedro Labatut, enviado por D. Pedro I para o comando geral da resistência, conferiu-lhe as honras de 1º Cadete e o Conselho Interino forneceu-lhe dois saiotes no modelo escocês, que foram sobrepostos ao seu uniforme, com capacete e penacho, para diferenciá-la dos demais militares, bem como uma espada e acessórios. Finalmente, ela não mais precisava mais se fazer passar por homem.
No fim do ano de 1822, Maria Quitéria, foi admitida ao Batalhão dos Voluntários de D. Pedro I, tornando-se, desse modo, oficialmente, a primeira mulher a assentar praça numa unidade militar, em terras brasileiras.
Maria Quitéria lutou também pela defesa da foz do Paraguaçu: o seu entusiasmo contaminou outras mulheres. Centenas delas seguiram o seu exemplo e passaram a integrar a Companhia Feminina, criada pelo Exército e comandada por ela. Em Foz do Paraguaçu, Maria Quitéria e suas companheiras, com água até o peito, conseguiram o feito heróico de, atacando uma nau portuguesa, impedir o desembarque de reforços às tropas inimigas.
Em fevereiro de 1823, participaria ainda com ímpeto da luta, atacando uma trincheira inimiga e capturando prisioneiros que levou para o acampamento da tropa.
Depois de violentos combates, quando os conflitos se já se aproximavam do centro de Salvador, os colonizadores portugueses organizaram a fuga. Na madrugada do dia dois de julho, Madeira de Melo, comandante português, embarcou 6 mil soldados, 4 mil marinheiros e 2 mil funcionários, em 84 navios e zarpou rumo a Portugal. No mesmo dia de 2 de julho de 1823, ao meio dia, as tropas brasileiras entraram em Salvador. À sua frente, a heroína Maria Quitéria. Estava selada a unidade nacional e o fim da opressão portuguesa.
Sua personalidade chamou a atenção da escritora inglesa Mary Graham : ”Maria de Jesus é analfabeta, mas muito viva. Tem inteligência clara e percepção aguda. Penso que se a educassem, ela se tornaria uma personalidade notável. Nada se observa de masculino nos seus modos. Antes, os possui gentis e amáveis” ((Journal of a Voyage to Brazil).
Em reconhecimento à sua bravura, Maria Quitéria foi recebida no dia 20 de agosto daquele ano pelo Imperador D Pedro I, que a condecorou, com o seguinte pronunciamento:
“Querendo conceder a D. Maria Quitéria de Jesus o distintivo que assinala os Serviços Militares que com denodo raro, entre as mais do seu sexo, prestara à Causa da Independência deste Império, na porfiosa restauração da Capital da Bahia, hei de permitir-lhe o uso da insígnia de Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro.”
Além de receber a comenda, ela foi promovida a Alferes de Linha (hoje Tenente). Consolidada a independência do Brasil, Maria Quitéria retomou sua vida particular e casou-se com Gabriel Pereira, com quem teve uma filha, Luísa.
Morreu aos 61 anos de idade, viúva e sem bens, praticamente esquecida pela história, como quase todos os verdadeiros heróis brasileiros Os seus restos mortais estão sepultados na Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento e Sant’Ana, no bairro de Nazaré, em Salvador.
No ano do centenário de sua morte – 21 de agosto de 1953 – o então Ministro da Guerra determinou que em todos os estabelecimentos, repartições e unidades do Exército fosse inaugurado o retrato da insigne patriota. Já em 28 de junho de 1996, Maria Quitéria de Jesus Medeiros, por decreto do Presidente da República, passou a ser reconhecida como o Patrono do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro.
O famoso bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro, tem uma rua que, anteriormente intitulada Otávio Silva, teve seu nome alterado para Maria Quitéria em 1922, em memória dos feitos da heroína da independência.
Luger – Uma das Armas Mais Famosas da História
A pistola semiautomática alemã Luger P-08 (também conhecida como Parabellum) é um daqueles objetos que acabam por habitar o subconsciente coletivo. Assim como o Cadillac 1959 “rabo-de-peixe”, a Mona Lisa de Da Vinci ou, ainda, a logomarca da Coca-Cola, a silhueta dessa arma tornou-a não apenas inconfundível mas também um ícone que consegue invocar inúmeras imagens que vão do arrogante oficial prussiano com seu capacete de espigão da I Guerra Mundial, passando pelos cruéis oficiais nazistas do segundo conflito chegando até os vilões de filmes de espionagem de James Bond.
Seu desenho peculiar, caracterizado por linhas agressivas sua empunhadura de ergonomia jamais igualada e seu mecanismo ímpar (a ação de “joelho”), contribuíram muito para criar a aura lendária que a cerca, e serviram para consa grar a Luger tanto entre os Colecionadores quanto entre os leigos. Essa impressão duradoura sempre a acompan-hou praticamente desde o seu surgimento, em 1899, tor-nando-a um dos grandes sucessos comerciais da história: foi fabricada continuamente até 1945, totalizando mais de 4 milhões de exemplares em cerca de 170 versões diferen tes por cinco fabricantes (DWM, Erfurt, Simson, Mauser e Krieghoff), apenas na Alemanha, que a utilizou extensa-mente nas duas guerras mundiais.
No primeiro terço deste século foi a pistola mais bem sucedida comercialmente, sendo adotada como arma regulamentar de vários países (Suíça, Brasil, Portugal, Bulgária, Rússia, Holanda, Tailândia, Estônia, etc.), bem como comercializada no mercado civil com sucesso nos cinco continentes.
É justamente em razão do respeito devido à sua história, que a pistola Luger será estudada nessa seção com o devido cuidado e atenção, buscando fornecer aos iniciados e iniciantes um panorama de seu uso pelas forças armadas germânicas, principalmente pela Luftwaffe na II Guerra Mundial.
A Luger foi projetada pelo engenheiro austríaco Georg Luger (1849-1923) entre 1898-1899, enquanto trabalhava como projetista da DWM (Deutsche Waffen und Munitionfabriken – Fábrica Alemã de Armas e Munições). Tomando como ponto de partida um produto anterior da mesma empresa, a pistola Bochardt C-93 – tida pelos estudiosos como a primeira pistola semiautomática do mundo – Luger aperfeiçoaria seu projeto, tornando-a muito mais portátil e prática de se manusear.
Lançada oficialmente em 1899, e chamada simplesmente “Pistole 1900, estava disponível inicialmente apenas no calibre 7,65mm Luger (ou 7,65mm Parabellum), uma munição de alta velocidade e grande precisão, mas de poder de parada apenas moderado.
Outras características eram o cano de 120mm (4.75 po-legadas), as manoplas de acionamento do ferrolho em for mato côncavo (conhecidas do Brasil como “orelha cortada”) e uma tecla de segurança na empunhadura, que impedia o disparo se a arma não estivesse corretamente empunhada. Seu sucesso foi quase imediato, sendo adotada ainda em 1900 pelo exigente Exército da Suíça, o que serviu de excelente propaganda.
Nos anos seguintes vários aperfeiçoamentos foram feitos à medida que a arma foi se popularizando. O primeiro e mais importante seria a introdução de um calibre mais potente e que estaria destinado a se tornar o mais difundido calibre militar da história: o 9mm Luger (ou 9mm Parabellum) – que conjugava perfeitamente precisão velocidade e poder de parada. Junto do já mencionado 7,65mm Luger, estes seriam os dois únicos calibres empregados pela Luger ao longo de sua história.
Outras alterações ocorreram nas manoplas de acionamento do ferrolho (agora integrais e completamente zigrinadas) mola de recuperação, extrator, gatilho e guarda-mato, chegando-se a uma versão definitiva em 1906 – pelo que este modelo seria designado Modelo 1906 e que seria adotado, como visto, por inúmeros países, entre eles o Brasil, que adquiriu 5.000 pistolas em calibre 7,65mm e outras 500 em calibre 9mm e que permaneceram em uso no Exército até 1937.
Curioso mencionar que o nome da pistola nunca foi, oficialmente, “Luger”. O fato é que foram os americanos – cujo mercado consumidor absorveria grandes quantidades desta arma até a década de 1930 – que passaram a chamá-la assim e o nome ficou. Outra denominação comum é a palavra latina “Parabellum” (para a guerra), que era o endereço telegráfico da DWM – daí a origem do nome pelo qual ficaria conhecida no Brasil: “pa rabelo” ou “parabéu”, muito comum nos sertões e interior do nosso País.
O acabamento das Lugers, tanto para o mercado civil quanto para as forças militares era primoroso. Utilizando uma oxidação chamada “à boneca” ou “à frio”, estas pistolas adquiriam uma tonalidade escura mas de fundo azul, com as partes pequenas (gatilho, alavanca de desmontagem e trava de segurança) recebendo tratamento diferenciado, e ganhando um tom amarelado ou “champanhe”. A madeira empregada nas talas de empunha dura (completamente zigrinadas) e base do carregador eram confeccionadas em ótima nogueira.
Fonte: http://www.luftwaffe39-45.historia.nom.br
Malfeitos, Malfeitores e Malfazejos
Já que estamos hoje reavivando o papel das forças políticas que atentam contra a credibilidade de homens forjados pela honra, apego e amor pelo país. Segue abaixo artigo escrito magistralmente pelo General Maynard Marques de Santa Rosa.
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Por: Maynard Marques de Santa Rosa
A prática de relativizar conceitos não encontra limites na propaganda petista que nos governa. Agora mesmo, adota-se o eufemismo de malfeito, para qualificar delitos como corrupção ou roubo no governo, procurando abrandar o impacto na opinião do povo.
Contudo, quem comete malfeito é malfeitor. E se este age como psicopata, comprazendo-se no mal e jactando-se, por exemplo, da prática hedionda do aborto, é malfazejo.
Outro problema é que a denotação é genérica e pode ser estendida a qualquer desmando, como o fato de aplicar, arbitrariamente, um bilhão em dinheiro público na recuperação de porto estrangeiro, a fim de salvar uma economia falida, sem submeter-se ao debate popular e autorização formal do Congresso.
Enquanto isso, nossa diplomacia surfa na onda dos BRIC`s, com o Brasil desarmado e o setor de Defesa sucateado.
Já a intolerância ao contraditório, explícita na censura aos oficiais da reserva, revela o despotismo encastelado no Planalto, caracterizando um malfeito, digamos, menos democrático, por ignorar o Art. 5º da CF (inciso IV): “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”.
Na França jacobina, quando Hébert radicalizou à esquerda e Danton tornou-se moderado, contrariando o “incorruptível”, Robespierre engendrou motivos para guilhotiná-los. Felizmente, para nós, os tempos são outros.
Aqui, o gramscismo subjacente nas decisões políticas mantém mobilizada a sociedade civil, por meio do “Terceiro Setor”, em favor dos candidatos ideológicos da base do governo, desde 2002. Em 2007, certas publicações estimavam em R$ 44 bilhões o total dos repasses federais às ONG`s, tudo à margem do SIAFI e sem controle do TCU. Portanto, é com dinheiro público que se financiam os malfeitos dos movimentos sociais, como invasões do MST e outras operações inconfessáveis, resguardados na “Cláusula de Parceria” da Lei das OSCIP`s.
Antes de completados os tentáculos do Leviatã, velemos todos pela autonomia do Judiciário, último recurso da liberdade, pois que “O conformismo é carcereiro da liberdade e inimigo do crescimento” (John Kennedy).
Aniversário da Conquista de Castelnuovo
No mês passado tivemos as comemorações da Tomada de Monte Castelo. Hoje estamos comemorando 67 anos da vitória da Força Expedicionária em CastelNuovo e, como não poderia deixar de ser, vamos publicar um especial sobre a batalha que custou a vida de uma centena de brasileiros, envolvendo tropas do 11º e 6º Regimentos de Infantaria, iniciando a conquista dia 05 de março de 1945 e consolidando as posições no dia seguinte.
Castelnuovo – A luta pela sobrevivência de um pelotão brasileiro – Parte I
Castelnuovo – A luta pela sobrevivência de um pelotão brasileiro – Parte II
Artigos sobre o Protesto dos Militares da Reserva
Nunca foi o objetivo desse BLOG politizar ou ser tendencioso em questões contemporâneas, contudo os assuntos dos posts abaixo é mais uma reflexão histórica do que um partidarismo. Não queremos discutir ou entrar em debates sobre a legitimidade da Comissão da Verdade, mas a injustiça na imposição do silêncio a um setor tão importante da sociedade quanto os militares é um precedente extremamente perigoso para um país com a maturidade democrática que alega ter. Se o julgamento do passado for com o objetivo de fazer com que o Brasil conheça sua própria História, isso é salutar e deve ser implementado, mas é imperativo que englobe todos os culpados, inclusive os que cometerem crimes em nome de uma revolução que nunca aconteceu.
Como podemos começar a discutir a verdade se um dos lados tem seu direito de livre expressão caçado?
Íntegra de novo manifesto de militares da reserva
Gol de placa de Amorim: em 4 dias, decisão destrambelhada e ilegal de punir militares da reserva gera 500 novas adesões.
Gol de placa de Amorim: em 4 dias, decisão destrambelhada e ilegal de punir militares da reserva gera 500 novas adesões.
Pois é… Na manhã de ontem, eram 455 os militares da reserva que haviam assinado o texto de protesto contra a censura praticada pela presidente Dilma Rousseff e pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, a um manifesto dos clubes militares. Achando que não bastava a censura já ilegal ao texto — a lei garante aos clubes o direito de se pronunciar —-, a dupla do barulho também decidiu punir os signatários do segundo documento, o que é igualmente ilegal. Eram, então, 98.
Pois é. Ontem de manhã, a lista já trazia 455 militares — 61 generais. No último balanço, feito às 23h, os números haviam mudado bastante: 66 generais, 338 coronéis, 67 tenentes-coronéis, 13 majores, 29 capitães, 36 tenentes, 23 subtenentes, 21 sargentos e 5 cabos e soldados. Ao todo, são 598 militares, um desembargador do TJ-RJ e 272 civis.
Relembro: 1 – A lei garante aos militares da reserva o direito de se manifestar; 2 – o segundo texto, que motivou a decisão de punir os militares, não contesta a autoridade de Amorim coisa nenhuma; diz que ele não tem autoridade específica, isto é, para tirar um manifesto do ar, como fez.
Foi mesmo um gol de placa do Megalonanico, que é quem está botando fogo na governanta. Em quatro dias, ele conseguiu aumentar em 500 as adesões ao protesto. Exibe, assim, a mesma eficiência já demonstrada no Itamaraty. Quem não se lembra daquela brilhante operação para reconduzir Manuel Zelaya, o maluco do Chapelão, no poder em Honduras? Ou a estupefaciente negociação sobre o programa nuclear iraniano?
O Colosso de Rhodes da diplomacia dá agora suas luzes na Defesa!
PS: Qualquer um que debata este assunto sem discutir o conteúdo da Lei 7.524 é vigarista. De novo: O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:
Art 1º Respeitados os limites estabelecidos na lei civil, é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público.
Por Reinaldo Azevedo
Íntegra de novo manifesto de militares da reserva
“ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!”
Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente. Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.
O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a quem quer que seja, a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social, tendo mais de cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de luta, determinação, conquistas, vitórias e de participação efetiva em casos relevantes da História Pátria. A fundação do Clube, em si, constituiu-se em importante fato histórico, produzindo marcas sensíveis no contexto nacional, ação empreendida por homens determinados, gerada entre os episódios sócio-políticos e militares que marcaram o final do século XIX. Ao longo do tempo, foi partícipe de ocorrências importantes como a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República, a questão do petróleo e a Contra-revolução de 1964, apenas para citar alguns. O Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos militares, hoje ferida e constrangida com salários aviltados e cortes orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas (FFAA) a altura da necessária Segurança Externa e do perfil político-estratégico que o País já ostenta. FFAA que se mostram, em recente pesquisa, como Instituição da mais alta confiabilidade do Povo brasileiro (pesquisa da Escola de Direito da FGV-SP). O Clube Militar, sem sombra de dúvida, incorpora nossos valores, nossos ideais, e tem como um de seus objetivos defender, sempre, os interesses maiores da Pátria. Assim, esta foi a finalidade precípua do manifesto supracitado que reconhece na aprovação da “Comissão da Verdade” ato inconseqüente de revanchismo explícito e de afronta à lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo. Assinam, abaixo, os Oficiais Generais por ordem de antiguidade e os Oficiais superiores por ordem de adesão.
OFICIAIS GENERAIS Gen Gilberto Barbosa de Figueiredo Gen Amaury Sá Freire de Lima Gen Cássio Cunha Gen Ulisses Lisboa Perazzo Lannes Gen Marco Antonio Tilscher Saraiva Gen Aricildes de Moraes Motta Gen Tirteu Frota Gen César Augusto Nicodemus de Souza Gen Marco Antonio Felício da Silva Gen Bda Newton Mousinho de Albuquerque Gen Paulo César Lima de Siqueira Gen Manoel Theóphilo Gaspar de Oliveira Gen Elieser Girão Monteiro
OFICIAIS SUPERIORES Cel Carlos de Souza Scheliga Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra Cel Ronaldo Pêcego de Morais Coutinho Capitão-de-Mar-e-Guerra Joannis Cristino Roidis Cel Seixas Marques Cel Pedro Moezia de Lima Cel Cláudio Miguez Cel Yvo Salvany Cel Ernesto Caruso Cel Juvêncio Saldanha Lemos Cel Paulo Ricardo Paiva Cel Raul Borges Cel Rubens Del Nero Cel Ronaldo Pimenta Carvalho Cel Jarbas Guimarães Pontes Cel Miguel Netto Armando Cel Florimar Ferreira Coutinho Cel Av Julio Cesar de Oliveira Medeiros Cel.Av.Luís Mauro Ferreira Gomes Cel Carlos Rodolfo Bopp Cel Nilton Correa Lampert Cel Horacio de Godoy Cel Manuel Joaquim de Araujo Goes Cel Luiz Veríssimo de Castro Cel Sergio Marinho de Carvalho Cel Antenor dos Santos Oliveira Cel Josã de Mattos Medeiros Cel Mario Monteiro Campos Cel Armando Binari Wyatt Cel Antonio Osvaldo Silvano Cel Alédio P. Fernandes Cel Francisco Zacarias Cel Paulo Baciuk Cel Julio da Cunha Fournier Cel Arnaldo N. Fleury Curado Cel Walter de Campos Cel Silvério Mendes Cel Luiz Carvalho Silva Cel Reynaldo De Biasi Silva Rocha Cel Wadir Abbês Cel Flavio Bisch Fabres Cel Flavio Acauan Souto Cel Luiz Carlos Fortes Bustamante Sá Cel Plotino Ladeira da Matta Cel Jacob Cesar Ribas Filho Cel Murilo Silva de Souza Cel Gilson Fernandes Cel José Leopoldino Cel Evani Lima e Silva Cel Antonio Medina Filho Cel José Eymard Bonfim Borges Cel Dirceu Wolmann Junior Cel Sérgio Lobo Rodrigues Cel Jones Amaral Cel Moacyr Mansur de Carvalho Cel Waine Canto Cel Moacyr Guimarães de Oliveira Cel Flavio Andre Teixeira Cel Nelson Henrique Bonança de Almeida Cel Roberto Fonseca Cel Jose Antonio Barbosa Cel Cav Ref Jomar Mendonça Cel Nilo Cardoso Daltro Cel Carlos Sergio Maia Mondaini Cel Nilo Cardoso Daltro Cel Vicente Deo Cel Av Milton Mauro Mallet Aleixo Cel José Roberto Marques Frazão Cel Luiz Solano Cel Flavio Andre Teixeira Cel Jorge Luiz Kormann Cel Aluísio Madruga de Moura e Souza Cel Aer Edno Marcolino Cel Paulo Cesar Romero Castelo Branco Cel CARLOS LEGER SHERMAN PALMER Capitão-de-Mar-e-Guerra Cesar Augusto Santos Azevedo TCel Osmar José de Barros Ribeiro T Cel Mayrseu Cople Bahia TCel José Cláudio de Carvalho Vargas TCel Aer Jorge Ruiz Gomes. TCel Aer Paulo Cezar Dockorn Cap de Fragata Rafael Lopes Matos Maj Paulo Roberto Dias da Cunha
OFICIAIS SUBALTERNOS 2º Ten José Vargas Jiménez
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/documentos/integra-de-novo-manifesto-de-militares-da-reserva/
Embarque da Força Expedicionária Brasileira
Artigo enviado pelo pesquisador Rigoberto Souza Júnior.
O embarque da FEB se processou da seguinte maneira:1º Escalão, embarcado no Porto do Rio de Janeiro em 02/07/1944 e desembarcado em Nápoles, no dia 16/07/1944, com um efetivo de 5.075 homens, inclusive 304 oficiais; 2º e 3º escalões, embarcados em 22/09/1944, com um efetivo de 10.375 homens, inclusive 686 oficiais; 4º escalão, embarcado em 23/11/1944, com um efetivo de 4.691 homens, inclusive 285 oficiais e 5º e último escalão, embarcado em 08/02/1945 e desembarcado em 22/02/1945, com um efetivo de 5.082 homens, inclusive 247 oficiais.
Foram ainda transportados por via aérea, 44 médicos e 67 enfermeiras, totalizando 25.334 participantes da Campanha da Itália.
Considerando a possibilidade de ataques por submarinos alemães, a travessia do Atlântico e do Mediterrâneo, foi cercada de um rigoroso dispositivo de segurança, do qual participou também , a valorosa Marinha brasileira.
O transporte foi feito pelos navios americanos “General Mann” e “General Meigs”, comboiados por destróiers da nossa Marinha e navios de combate americanas até o Estreito de Gilbraltar. Essa medidas de segurança foram completadas com as bombas de profundidade dos nossos destróiers, com o próprio armamento dos transportes de guerra e o contínuo funcionamento do radar e dos aviões existentes nos cruzadores americanos da escolta. Apesar de todo este aparato de segurança, eram diários os exercícios de alarme para abandono de navio e obrigatório o uso permanente de coletes salva-vidas, as regras de segurança impuseram também, o escurecimento
do navio durante a noite.
A partir do Estreito de Gibraltar, a escolta foi feita somente por navios americanos e ingleses, dispondo inclusive, de permanente cobertura aérea.
A entrada do “General Mann” no mediterrâneo, se revestiu de grande solenidade, tendo o Comandante do navio, o Capitão Paul Maguire, dirigiu à FEB, uma entusiástica saudação, ao qual extraiu-se este trecho: “ Brasileiros! Sois a primeira força sul americana que deixou seu continente para combater em ultramar, com destino ao Teatro de Guerra Europeu, constituindo um novo Exército de homens livres que se vem a juntar a tantos outros na luta pela liberdade dos povos oprimidos. Quem poderá avaliar da suprema importância que podereis representar nos campos de batalha? Não a primeira vez na História, que a adição de alguns homens, em determinado setor de luta, fizesse pender definitivamente para eles o fiel da balança e os louros da vitória”.
Em resposta assim se expressou o General mascarenhas de Morais: – “Senhor Comandante! Conduzistes as primeiras tropas terrestres sul americanas através do Atlântico; ides fazê-las penetrar no Mediterrâneo e depois entregá-las ao Teatro de Guerra no Sul da Europa. A minha Pátria está vivendo assim, o ciclo da grande e gloriosa Pátria de Washington. Colonizados e vitalizados pela civilização europeia, somos as Nações do Hemisfério Ocidental mais identificadas na defesa do patrimônio da Humanidade em terras americanas e, em muito em breve, nos campos de batalha da Europa. E esta identidade de destino de dois povos unidos por tão alevantada aliança, traduz-se no entrelaçamento de nossa bandeiras no Mediterrâneo, no próprio berço da civilização cristã, que hoje engrandece os Estados Unidos e o Brasil. Unidos na América e sobre as águas do Atlântico, seremos na Europa também irmãos do mesmo ideal”.
A primeira missão da Marinha Brasileira chegara ao fim comboiando o 1º Escalão até o Estreito de Gibraltar. Nesta ocasião o General Mascarenhas de Morais transmitiu a seguinte mensagem telegráfica ao Capitão de Mar e Guerra Antônio Alves de Câmara Júnior, Comandante da Frota brasileira: “ – Em nome dos brasileiros que partem para a linha de frente, a fim de continuar o glorioso trabalho de nossa Marinha na defesa de nossa soberania, apresento minhas despedidas: gratíssimo pela vossa proteção contra os submarinos”.
Em seguida, recebeu o General Mascarenhas de Morais a seguinte resposta: “Os representantes da Marinha do Brasil tiveram a grande honra em comboiar vossa Forças e fazem votos de todo o sucesso para maior glória das Armas brasileiras.”
Em todos os escalões, estabeleceu-se as mesmas medidas de segurança durante a viagem
marítima.
Como o Comando Supremo da Wehrmacht Divulgou as Operações na URSS.
Por isso, decidimos hoje, mais uma vez colocar o destino e o futuro do Reich alemão e do nosso povo nas mãos de nossos soldados.
Discurso do Führer para o povo alemão, 22 de junho de 1941.
- Material de Propaganda distribuida pelo Alto Comando Alemão
- Madrugada de 22 de junho. Cruzando a fronteira da União Soviética
- Esquadrões da Força Aérea no território inimigo
- Atravessamos o rio Bug
- A luta já começou – uma arma ferroviária atira em um alvo distante no território inimigo
- Depois de engenheiros, que transportam cargas explosivas e lança-chamas, atacamos bunkers inimigos na fronteira, a resistência foi quebrada no primeiro dia da ofensiva.
- Marinha também se envolveu desde o primeiro dia da batalha – torpedeiros fazer seu ataque contra a frota soviética.
- Infantaria avança sob o fogo, metralhadoras pesadas repelem contra-ataques
- Em 23 de junho Grodno foi tomada depois de dura luta – As tropas alemãs entram na cidade em chamas.
- 24 de junho. A fortaleza de Brest-Litovsk é tomada
- Arma antitanque atinge tanque inimigo que está em chamas. De 22 a 25 de junho as forças alemãs destruíram cerca de 1.300 veículos blindados soviéticos
- Em 26 de junho Dünaburg (Dvinsk) cai nas nossas mãos
- Patrulhas de combate na travessia do rio Styr nos barcos infláveis. A cidade foi ocupada no 29 de junho.
- O povo de Lvov cumprimentam os vencedores mesmo quando combate ainda continua no outro lado da cidade. Em 30 de junho as tropas bávaras de montanha colocam a bandeira Reich no ponto mais alto do Castelo de Lvov
- Bombardeiros de mergulho estão se preparando para atacar as rotas de transporte do inimigo
- Vista do segmento bombardeado por uma linha ferroviária na frente Norte
- Trem bolchevique foi esmagado por pilotos alemães
- Em 29 de junho Libau é tomada – destruído submarino hostil no porto da cidade
- Unidades de trabalho de Reich acompanhar de perto as tropas de combate
- Em 01 de julho a cidade velha de Riga hanseática é libertada do bolchevista
- A condição estradas dificulta o avanço. A lama da Rússia Soviética é um adversário difícil por si só
- Em 2 de julho de tropas romenas cruzam o rio Prut, juntamente com as tropas alemãs e penetram na Bessarábia. Agora, as tropas aliadas formam a linha de frente contínua a partir do norte do Oceano Antártico até às margens do Mar Negro.
- Os moradores de Faleschti (Bessarábia) cumprimentam seus libertadores
- Em 3 de julho unidades de cavalaria atravessam rio Beresina
- Tropas húngaras tomom Kolomea e Stanislav em 04 de julho – tanques húngaros mover-se em Kolomea
- Em Murmansk. Ju 88 decola para o ataque a bomba em um campo de aviação soviética
- Destroyers alemães em operação contra os bolchevistas no Mar Polar
- Tanques alemães marcham para Salla em 08 de julho
- Patrulha de combate finlandês avança sob a proteção da cortina de fumaça
- Tropas lutam contra a posição soviética nas florestas finlandesa
Curiosidade: O Tanque Guarda-Chuva
Houve momentos em que os projetistas acreditavam que a melhor proteção para o tanque de um projétil era um guarda-chuva! Sim, não se surpreenda, pois a proteção foi modelada como um guarda-chuva. Ele quase foi posto em serviço e foi testado para uma grande variedade de tanques soviéticos.
- Tanque T-54 equipado com um escudo integrado e pronto para um teste de fogo de projétil
- Tanque T-54 equipado com um escudo integrado e pronto para um teste de fogo de projétil
- T-54: A blindagem do tanque do lado direito foi atacado 04 vezes por um projétil de 85 milímetros carga oca, com uma cratera de cobre
- T-54: A blindagem do tanque lado direito após o primeiro a ser atingido por 85 milímetros projétil carga oca




















































































































































































































































































































































































